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28 de junho de 2016

Exército decide substituir director de Educação

O Chefe do Estado-Maior do Exército (CEME) decidiu substituir o subdirector do Colégio Militar, tenente-coronel António Grilo, e o Director de Educação e Doutrina do Exército, disse à Lusa o porta-voz do ramo.

Questionado pela Lusa, o porta-voz do Exército, tenente-coronel Vicente Pereira, disse que “foi nomeado Director de Educação o Major-General João Reis, sucedendo ao Major-General Cóias Ferreira”.

Prevê-se também, adiantou, que o tenente-coronel António Grilo, subdirector do Colégio Militar, “seja nomeado para o exercício de novo cargo”, quando terminarem as actividades escolares naquele estabelecimento de ensino, que ainda decorrem.

Estas alterações são “efectuadas em conformidade com as Normas de Nomeação e Colocação dos Militares do Exército e no cumprimento das prioridades estabelecidas” pelo CEME, Rovisco Duarte.

O ex-director de Educação e Doutrina do Exército exerce agora o cargo de 2º comandante do Comando das Forças Terrestres, adiantou.

Na semana passada, o Exército divulgou um comunicado com as conclusões da Inspecção realizada ao Colégio Militar no início de Maio, que não detectou situações de discriminação em função da orientação sexual ou outras.

Apesar disso, o general Rovisco Duarte decidiu criar um grupo de trabalho para rever o Regulamento Interno do Colégio Militar “no sentido de reforçar a mitigação de eventuais riscos que possam conduzir a qualquer forma de discriminação ou que possam colidir com outros valores centrais definidos na Lei e na Constituição da República Portuguesa”. (Observador)

14 de abril de 2016

MARINHA NA QUALIFICA 2016

A Marinha estará presente na edição deste ano da “Qualifica - Feira de educação, formação, juventude e emprego”, que decorre entre os dias 14 e 17 de Abril, na Exponor.

15 de junho de 2015

Militares na reserva chamados a vigiar escolas

O presidente da Associação, José Gonçalves, admite que as novas funções são legais com base no novo Estatuto dos Militares das Forças Armadas, aprovado em Maio.

Este prevê a colocação de "militares na reserva e fora da efectividade de serviço" em "funções de interesse público no âmbito das missões das Forças Armadas em organismos do Estado, fora da estrutura da defesa nacional, na sua área de residência". O problema é que nunca pensaram que estas funções estariam relacionadas com a vigilância de escolas. O representante dos sargentos admite que ficaram incrédulos com a notícia.

A Associação Nacional de Sargentos quer mais detalhes sobre as funções que vão ser dadas aos militares nas escolas e vai pedir esclarecimentos à chefia das Forças Armadas.

Estes militares na reserva sem funções são por norma pessoas com mais de 55 anos, na pré-reforma. A Associação imagina que pretendam colocá-los com um trabalho tipo Escola Segura, e lamenta a mistura entre funções policiais e de defesa nacional.

Contactado pela TSF, o Ministério da Defesa sublinha que este novo tipo de funções apenas se vai aplicar a militares na reserva e sem funções. Antes apenas os elementos das polícias podiam ser postos nas escolas como "chefes de equipa de zona e de vigilantes".

Agora, a decisão de chamar cada militar nas escolas, na sua área de residência, vai depender de cada Chefe de Estado Maior e o governo sublinha que estamos perante "funções de interesse público".

Contactado pela TSF, o ministério da educação esclarece que os militares serão colocados nas escolas que necessitem do apoio de vigilantes, para garantir a tranquilidade da comunidade escolar. A acção dos vigilantes vai centrar-se nos recreios e no perímetro junto da vedação escolar. Entre outras funções, vai competir aos vigilantes impedir a prática de agressões verbais ou físicas, fiscalizar e informar do estado de conservação dos equipamentos da escola e defender os alunos de qualquer forma de abuso.

Contactado esta manha pela TSF, Filinto Lima, da Associação Nacional de Dirigentes de Agrupamentos de Escolas Públicas, diz que não conhece bem a medida porque a associação não foi consultada, mas para ele este não é o caminho.

Também Jorge Ascenção , da Confederação Nacional das Associações de Pais, fica surpreendido com esta decisão do governo e diz que a desconhece por completo.

Já para o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares, Manuel Pereira, esta medida não tem nada de extraordinário. Manuel Pereira acredita que não visa substituir ou diminuir a importância dos funcionários não docentes. TSF

22 de abril de 2015

QUALIFIC@ 2015 – PARTICIPAÇÃO DO EXÉRCITO

O Exército, através do Centro de Recrutamento do Porto, participou na Qualific@ - Feira de Educação, Formação, Juventude e Emprego -, organizada pela Exponor, que se realizou de 09 a 12 de Abril.

A Qualific@ constitui-se, pela sua dimensão e abrangência, numa excelente oportunidade para o Exército Português divulgar junto da população civil os seus meios, capacidades e actividades, com especial destaque para a sensibilização dos jovens portugueses para as temáticas ligadas às Forças Armadas.

Foram quatro dias repletos de actividades e inovação onde os jovens observaram de perto alguns dos meios e capacidades utilizados pelo Exército Português, manusearam o armamento, colocaram um para-quedas, entraram nas viaturas militares, subiram a torre de escalada e esclareceram as suas dúvidas. (Exército)

15 de abril de 2015

ACADEMIA MILITAR NA FEIRA QUALIFICA 2015

A Academia Militar (AM), através de uma delegação de alunos, esteve presente na feira “QUALIFICA - Feira de Educação, Formação, Juventude e Emprego”, evento realizado na EXPONOR, em Leça da Palmeira.

A participação contou com o apoio do Centro de Recrutamento do Porto, entidade responsável pela coordenação das diferentes actividades, tendo estado representadas algumas das capacidades e meios do Exército.

Ao longo de dois dias, a Feira constitui-se como uma oportunidade única para divulgar os cursos destinados à formação dos Oficiais dos Quadros Permanentes do Exército e da Guarda Nacional Republicana, dando a conhecer a Missão da AM.

Numa altura em que se aproxima a abertura do Concurso de Admissão ao Ano Lectivo 2015/2016, agradecemos a todos quantos nos visitaram. (Exército)

7 de abril de 2015

Força Aérea dá asas na Qualifica

A Força Aérea Portuguesa marca presença na Qualifica – Feira de Educação, Formação, Juventude e Emprego, que se realiza na Exponor – Matosinhos, de 09 a 12 de Abril.

Além de uma exposição de meios operacionais, com o avião Alpha-Jet, o helicóptero Alouette III e a viatura de inactivação de engenhos explosivos EOD, militares de várias especialidades vão estar disponíveis para dar a conhecer a missão da Força Aérea e falar sobre o seu trabalho.


Num único espaço, os jovens vão poder conhecer as várias possibilidades de formação na instituição e tirar dúvidas junto de uma equipa do Centro de Recrutamento. Não há como perder o rumo, nem mesmo se os visitantes experimentarem a desorientação espacial na nossa cadeira de barany ou arriscarem manobras vertiginosas no simulador de voo.

Actividades não vão faltar durante estes dias, incluindo um passatempo que habilita os vencedores a ganhar asas e voar connosco. Basta para isso tirar uma fotografia no stand da Força Aérea, partilha-la nas nossas páginas no Facebook e no Instagram e ficar a contar “Gostos”. A palavra chave é #futurfap (sabe tudo aqui)(FAP)

8 de abril de 2014

Assinado protocolo para promover o Centenário da Grande Guerra nas escolas

Os ministros da Defesa Nacional e da Educação e Ciência assinaram um protocolo de cooperação para promover, junto do público escolar, as actividades comemorativas do Centenário da Grande Guerra (1914/18), previstas até 2018.

A cerimónia decorreu no Museu Militar, em Lisboa, e ficou marcada pelo lançamento de um Memorial Virtual dedicado aos Mortos na Grande Guerra, disponível no endereço http://www.memorialvirtual.defesa.pt, e pela inauguração de uma exposição nas Caves Manuelinas do Museu.

Durante a sua intervenção, o ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, afirmou que o protocolo, agora assinado, “estimulará os professores a reforçar o conhecimento dos nossos alunos sobre a Primeira Guerra Mundial e a história de Portugal e da Europa, na primeira metade do século XX, através das iniciativas pedagógicas integradas nos seus projectos educativos”.

Trata-se de um compromisso, “não só para ambos os ministérios”, como também de “um compromisso de paz”, para os “portugueses” e para “os europeus”, frisou Nuno Crato.

O ministro da Defesa Nacional, destacou, por sua vez, a responsabilidade do seu Ministério em fazer perpetuar o conhecimento sobre a I Grande Guerra, acrescentando também que as novas gerações, que vão “aprender agora sobre a nossa história”, têm a “obrigação de continuar a transmitir este conhecimento”.

É esta a “aposta deste protocolo”, referiu José Pedro Aguiar-Branco, e que servirá para mostrar “os portugueses que há cerca de 100 anos lutaram pela afirmação de um mundo livre de um mundo solidário e de um mundo de camaradagem e que, afinal, não é muito diferente do mundo “pelo qual nós hoje temos de lutar”. (Defesa)