(Emgfa)No período de 23 a 30 de Setembro, a companhia portuguesa, que é a Força de Reacção Imediata (Quick Reaction Force – QRF) da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA), no cumprimento de ordens emanadas pelo Comando daquela operação de “capacetes azuis”, foi projectada para a povoação de Bocaranga, na região Noroeste da República Centro-Africana, com a finalidade de proteger a população contra a postura ofensiva de um dos grupos armados existentes na RCA. Este, em manifesto incumprimento com o estipulado nos Acordos de Paz assinados em Fevereiro deste ano, em Bangui, entre o Governo da República Centro- Africana e os grupos armados, hostilizava a população e operava fora da Região de Koui (cerca de 25 quilómetros a oeste de Bocaranga), à qual deveria estar circunscrito.
A projecção da força portuguesa fez-se com um destacamento avançado por via aérea e o grosso da força por via terrestre.
A projecção por via terrestre implicou um movimento de cerca de 600 Km que, por força das condições meteorológicas e do terreno, se traduziu num deslocamento de três dias.
A passagem em itinerários estreitos, sobre sucessivos cursos de água em que as pontes são improvisadas e frágeis face à tipologia de viaturas da força, como são o caso das Viaturas Blindadas Pandur 8x8, exigiu das guarnições um cuidado redobrado e muitas vezes terem de lidar com imprevistos de vária ordem.
À chegada da força portuguesa a Yade (cerca de 20 quilómetros a sudoeste de Bocaranga), no dia 26 de Setembro, foi observado pelos meios aéreos (helicópteros e os novos Veículos Aéreos Não Tripulados “Raven” do Exército Português) a fuga precipitada de vários elementos, pertencentes ao grupo armado opositor.
Num dos movimentos subsequentes da força portuguesa para garantir a segurança das populações numa área mais alargada, uma das colunas da força foi emboscada. É observável pelas imagens o momento em que um engenho explosivo é deflagrado (coluna de fumo) à frente da viatura testa, acompanhado de fogo de armas ligeiras sobre a coluna. Verifica-se que esta aumenta a velocidade para sair da zona perigosa, ao mesmo tempo que responde ao fogo com as suas armas de bordo, em estreita coordenação com a aeronave que se mantinha em sobreapoio.
Na resposta à emboscada, a força portuguesa empenhou a viatura Pandur com arma controlada remotamente (Remote Weapon System), a qual permite realizar fogo com muita precisão, evitando danos colaterais.
No evoluir da operação, a força deslocou-se à região onde tinha sido identificado positivamente pelos meios aéreos a presença de elementos do grupo armado. Nessa região, parte da Força apeou – em condições de contacto iminente – com a finalidade de garantir que o local se encontrava seguro e que não havia a presença, não autorizada, de elementos do grupo armado.
É observável que o grupo armado, numa manobra de detecção, usa material do UNHCR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados).
Nos trabalhos subsequentes de recolha de indícios, foram identificados uniformes militares com a identificação objectiva do grupo armado, equipamentos de comunicações e estupefacientes.
A operação contou sempre com o apoio aéreo dos meios da MINUSCA que tinham também a bordo militares portugueses.
Durante a emboscada, algumas viaturas portuguesas foram atingidas. Nas imagens é observável uma viatura do tipo HMMWV (High Mobility Multipurpose Wheeled Vehicle) que conseguindo mover-se por meios próprios, apresenta o lado esquerdo flagelado por rebentamento de um engenho explosivo.
Este tipo de operações é realizado empenhando toda a tipologia de viaturas blindadas, incluindo, como observado nas imagens, a Viatura Blindada Pandur de Recuperação e viaturas blindadas ambulância do tipo Pandur e HMMWV.
Esta é a 6ª Força Nacional Destacada neste teatro de operações, sendo o actual contingente composto por 180 militares, maioritariamente tropas especiais Paraquedistas do Exército Português, integrando ainda militares de outras unidades do Exército e Controladores Aéreos Avançados da Força Aérea.
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9 de outubro de 2019
29 de maio de 2019
Exército participa na cerimónia comemorativa do Dia Internacional do Capacete Azul
(Exército)Decorreu hoje, junto ao Forte do Bom Sucesso, em Belém, a cerimónia comemorativa do Dia Internacional do Capacete Azul, que reuniu, em parada, os militares dos três ramos das Forças Armadas e da Guarda Nacional Republicana, agentes da Polícia de Segurança Pública.
11 de março de 2019
BOA SORTE COMANDOS
"A Sorte protege os audazes"!
Parte hoje, a 5ª Força Nacional Destacada Conjunta para a República Centro-Africana.
150 militares dos Comandos, de outras unidades do Exército e da Força Aérea , do Destacamento de Controlo Aéreo Táctico, vão dar continuidade a esta missão de paz das Nações Unidas, durante mais seis meses neste teatro de operações.
Estes militares juntam-se hoje aos 30 militares da equipa avançada, que já se encontra em Bangui, na República Centro-Africana.(Emgfa)
MAMA SUME
20 de janeiro de 2019
Para-quedistas enfrentam novamente bolsas de resistência armada em Bambari
(Emgfa)Os para-quedistas portugueses viram-se novamente envolvidos em confrontos em Bambari, entre os dias 17 e 19 de Janeiro, por forma a repelir bolsas de resistência de combatentes que se reagruparam na cidade a fim de reconquistar as posições perdidas nas últimas semanas. Estas acções ocorrem após os violentos combates que se iniciaram no passado dia 10 e depois se estenderam a Bokolobo, principal bastião e posto de comando do grupo rebelde ex-Seleka UPC (União para a paz na República Centro-Africana), 60 km a sudeste de Bambari.
Nas imagens obtidas pelos veículos aéreos não tripulados da missão militar da ONU na República Centro-Africana (MINUSCA) e pelos drones da força portuguesa, foi possível observar a movimentação de 30 a 40 combatentes da UPC que recorreram às armas para impedir o avanço das tropas especiais portuguesas. Não conseguindo esse objectivo, bateram em retirada para o interior da selva em busca de refúgio.
Em resultado das operações da Força de Reacção Rápida portuguesa, foram destruídas 8 viaturas pick up armadas com duas metralhadoras pesadas, capturadas 11 granadas antitanque de lança granadas foguete (RPG), espingardas automáticas, armas artesanais, uniformes e documentação.
Os para quedistas portugueses capturaram também 5 elementos da UPC, sendo um deles presumivelmente pertencente à estrutura de liderança do grupo armado.
Durante as operações foram novamente empregues as viaturas blindadas de rodas PANDUR e fogo de apoio contra o grupo opositor, por forma a conferir aos militares portugueses maior proteção durante a tomada dos locais de concentração dos elementos da UPC.
A actuação dos capacetes azuis portugueses, que têm apoiado as Forças Armadas Centro-Africanas e as autoridades locais, cumpriu os objectivos militares da MINUSCA, para repelir os rebeldes afectos à UPC, não estando no entanto postos de parte novos confrontos caso surja nova tentativa de retornarem à cidade de Bambari.
A operação em curso “Bambari sem grupos armados e armas”, manter-se-á nos próximos dias por forma a assegurar em simultâneo a segurança da população civil, o reforço da autoridade do Estado em Bambari, e impedir que os rebeldes se misturem com a população e ocupem de forma ilegal as suas habitações.
A cidade de Bambari é um ponto de acesso essencial aos locais onde se situam importantes recursos minerais e por onde passa a maior parte do tráfego rodoviário em direcção à capital Bangui e aos sectores nordeste e este do país. Ao longo do conflito, Bambari tem sido palco de violentos combates contra a presença das autoridades locais, capacetes azuis e entre grupos armados que disputam entre si o controlo da região, para efectuaram cobrança ilegal de impostos aos transportes de mercadorias e à população local.
Portugal contribui para o esforço internacional de manutenção da paz na República Centro-Africana desde o início de 2017, com uma companhia de tropas especiais do Exército português, a operar a partir da capital Bangui como Força de Reacção Rápida.
A actual Força Nacional Destacada é maioritariamente composta por tropas especiais para-quedistas do 2º Batalhão de Infantaria Para-quedista, que conta agora com um efectivo total de 180 militares.
Nas imagens obtidas pelos veículos aéreos não tripulados da missão militar da ONU na República Centro-Africana (MINUSCA) e pelos drones da força portuguesa, foi possível observar a movimentação de 30 a 40 combatentes da UPC que recorreram às armas para impedir o avanço das tropas especiais portuguesas. Não conseguindo esse objectivo, bateram em retirada para o interior da selva em busca de refúgio.
Em resultado das operações da Força de Reacção Rápida portuguesa, foram destruídas 8 viaturas pick up armadas com duas metralhadoras pesadas, capturadas 11 granadas antitanque de lança granadas foguete (RPG), espingardas automáticas, armas artesanais, uniformes e documentação.
Os para quedistas portugueses capturaram também 5 elementos da UPC, sendo um deles presumivelmente pertencente à estrutura de liderança do grupo armado.
Durante as operações foram novamente empregues as viaturas blindadas de rodas PANDUR e fogo de apoio contra o grupo opositor, por forma a conferir aos militares portugueses maior proteção durante a tomada dos locais de concentração dos elementos da UPC.
A actuação dos capacetes azuis portugueses, que têm apoiado as Forças Armadas Centro-Africanas e as autoridades locais, cumpriu os objectivos militares da MINUSCA, para repelir os rebeldes afectos à UPC, não estando no entanto postos de parte novos confrontos caso surja nova tentativa de retornarem à cidade de Bambari.
A operação em curso “Bambari sem grupos armados e armas”, manter-se-á nos próximos dias por forma a assegurar em simultâneo a segurança da população civil, o reforço da autoridade do Estado em Bambari, e impedir que os rebeldes se misturem com a população e ocupem de forma ilegal as suas habitações.
A cidade de Bambari é um ponto de acesso essencial aos locais onde se situam importantes recursos minerais e por onde passa a maior parte do tráfego rodoviário em direcção à capital Bangui e aos sectores nordeste e este do país. Ao longo do conflito, Bambari tem sido palco de violentos combates contra a presença das autoridades locais, capacetes azuis e entre grupos armados que disputam entre si o controlo da região, para efectuaram cobrança ilegal de impostos aos transportes de mercadorias e à população local.
Portugal contribui para o esforço internacional de manutenção da paz na República Centro-Africana desde o início de 2017, com uma companhia de tropas especiais do Exército português, a operar a partir da capital Bangui como Força de Reacção Rápida.
A actual Força Nacional Destacada é maioritariamente composta por tropas especiais para-quedistas do 2º Batalhão de Infantaria Para-quedista, que conta agora com um efectivo total de 180 militares.
11 de janeiro de 2019
Para-quedistas empenhados na frente de combate em Bambari
Os para-quedistas portugueses da 4ª Força Nacional Destacada, em missão na República Centro-Africana ao serviço das Nações Unidas, foram empenhados esta tarde para uma operação de manutenção da paz, após um ataque violento de um grupo armado no centro da cidade de Bambari, situada a 400 km da capital Bangui.
Os capacetes azuis portugueses estiveram 5 horas em combate directo com elementos do grupo armado ex-Seleka UPC (União para a paz na República Centro-Africana), com o objectivo de proteger civis e restabelecer a paz, entrepondo-se entre o grupo opositor e a população civil indefesa. Os militares portugueses encontram-se todos em segurança.
A ofensiva por parte deste grupo armado foi levada a cabo com recurso a armamento pesado, numa demonstração de capacidade de controlo do comércio local, colocando civis no fogo cruzado durante o confronto com as Forças Armadas centro-africanas (FACA). As organizações governamentais têm tentado a todo o custo impedir a presença de combatentes no centro da cidade, que disputam recursos e a cobrança ilegal de impostos à população. A entrada do grupo armado em Bambari provocou a debandada precipitada da população para fora da cidade, ameaçando a estabilidade, a segurança e a liberdade de circulação.
Relembra-se que de acordo com as resoluções em vigor do Conselho de Segurança das Nações Unidas, os pacificadores portugueses têm como tarefas prioritárias a proteção dos civis, o apoio ao processo de paz, facilitar a assistência humanitária e a proteção do pessoal, instalações, equipamentos e bens das Nações Unidas. O mandato da Missão Multidimensional Integrada das Nações para a estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA) prevê a tomada de acções que antecipem, dissuadam e respondam, de forma efectiva, a ameaças sérias e credíveis à população civil.
Portugal contribui para o esforço internacional de manutenção da paz na República Centro-Africana desde o início de 2017, com uma companhia de tropas especiais do Exército português, a operar a partir da capital Bangui como Força de Reacção Rápida.
A actual Força Nacional Destacada é maioritariamente composta por tropas especiais para-quedistas do 2º Batalhão de Infantaria Para-quedista, que conta agora com um efectivo total de 180 militares, reforçadas com viaturas blindadas de rodas PANDUR. (Emgfa)
Os capacetes azuis portugueses estiveram 5 horas em combate directo com elementos do grupo armado ex-Seleka UPC (União para a paz na República Centro-Africana), com o objectivo de proteger civis e restabelecer a paz, entrepondo-se entre o grupo opositor e a população civil indefesa. Os militares portugueses encontram-se todos em segurança.
A ofensiva por parte deste grupo armado foi levada a cabo com recurso a armamento pesado, numa demonstração de capacidade de controlo do comércio local, colocando civis no fogo cruzado durante o confronto com as Forças Armadas centro-africanas (FACA). As organizações governamentais têm tentado a todo o custo impedir a presença de combatentes no centro da cidade, que disputam recursos e a cobrança ilegal de impostos à população. A entrada do grupo armado em Bambari provocou a debandada precipitada da população para fora da cidade, ameaçando a estabilidade, a segurança e a liberdade de circulação.
Relembra-se que de acordo com as resoluções em vigor do Conselho de Segurança das Nações Unidas, os pacificadores portugueses têm como tarefas prioritárias a proteção dos civis, o apoio ao processo de paz, facilitar a assistência humanitária e a proteção do pessoal, instalações, equipamentos e bens das Nações Unidas. O mandato da Missão Multidimensional Integrada das Nações para a estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA) prevê a tomada de acções que antecipem, dissuadam e respondam, de forma efectiva, a ameaças sérias e credíveis à população civil.
Portugal contribui para o esforço internacional de manutenção da paz na República Centro-Africana desde o início de 2017, com uma companhia de tropas especiais do Exército português, a operar a partir da capital Bangui como Força de Reacção Rápida.
A actual Força Nacional Destacada é maioritariamente composta por tropas especiais para-quedistas do 2º Batalhão de Infantaria Para-quedista, que conta agora com um efectivo total de 180 militares, reforçadas com viaturas blindadas de rodas PANDUR. (Emgfa)
23 de outubro de 2018
Polícias da ONU salvos por ‘páras’ na República Centro-Africana
Dois polícias das Nações Unidas sequestrados por um grupo armado na região de Bria, na República Centro-Africana, foram libertados, sábado, quando já estava no terreno uma operação dos para-quedistas do Exército português.
O sequestro, em retaliação pela construção de prisões, atingiu ainda um polícia local. Os para-quedistas enviaram para Bria, por helicópteros, um destacamento de combate para descobrir e resgatar os sequestrados. (CM)
4 de setembro de 2018
Militares portugueses na República Centro-Africana escoltaram delegação de ajuda humanitária
Os militares portugueses da 3ª Força Nacional Destacada (3ª FND), no âmbito da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA), executou, no dia 31 de Agosto, uma operação de escolta e proteção a uma delegação de ajuda humanitária solicitada pela Organização das Nações Unidas.
A menos de uma semana de finalizar a sua missão, a 3ª FND, através de uma unidade de escalão pelotão de paraquedistas da Força de Reacção Rápida (Quick Reaction Force), acompanhado por um militar da Força Aérea Portuguesa, integrado naquela Força, e de uma equipa médica, cumpriram a missão de garantir a proteção da delegação durante toda a sua acção, assegurando que esta pudesse avaliar e recolher elementos de informação para posterior análise e determinação das causas de um número elevado de mortes na região, bem como fornecer medicamentos de emergência para salvar vidas.
Na operação, que envolveu meios aéreos no deslocamento dos militares e dos elementos da delegação para uma zona de aterragem junto da aldeia de Mingala, local inóspito a cerca de 500 km de Bangui, capital da República Centro-Africana, os paraquedistas portugueses garantiram que os objectivos traçados pela delegação de ajuda humanitária, composta por várias agências internacionais, fossem integralmente cumpridos, com sucesso e em segurança.
Uma vez mais, os militares portugueses destacados naquele Teatro de Operações cumpriram com sucesso a missão que lhes foi atribuída, contribuindo decisivamente para o sucesso da acção internacional no quadro de apoio à segurança e bem-estar da população daquele território, e prestigiando, com a sua disponibilidade, determinação e capacidade operacional demonstradas, as Forças Armadas, Portugal e os portugueses. (Exército)
A menos de uma semana de finalizar a sua missão, a 3ª FND, através de uma unidade de escalão pelotão de paraquedistas da Força de Reacção Rápida (Quick Reaction Force), acompanhado por um militar da Força Aérea Portuguesa, integrado naquela Força, e de uma equipa médica, cumpriram a missão de garantir a proteção da delegação durante toda a sua acção, assegurando que esta pudesse avaliar e recolher elementos de informação para posterior análise e determinação das causas de um número elevado de mortes na região, bem como fornecer medicamentos de emergência para salvar vidas.
Na operação, que envolveu meios aéreos no deslocamento dos militares e dos elementos da delegação para uma zona de aterragem junto da aldeia de Mingala, local inóspito a cerca de 500 km de Bangui, capital da República Centro-Africana, os paraquedistas portugueses garantiram que os objectivos traçados pela delegação de ajuda humanitária, composta por várias agências internacionais, fossem integralmente cumpridos, com sucesso e em segurança.
Uma vez mais, os militares portugueses destacados naquele Teatro de Operações cumpriram com sucesso a missão que lhes foi atribuída, contribuindo decisivamente para o sucesso da acção internacional no quadro de apoio à segurança e bem-estar da população daquele território, e prestigiando, com a sua disponibilidade, determinação e capacidade operacional demonstradas, as Forças Armadas, Portugal e os portugueses. (Exército)
24 de agosto de 2018
Major-General Marco Serronha no comando da MINUSCA
O Major-General Marco António Mendes Paulino Serronha, do Exército, foi proposto ontem, 23 de Agosto, pelo Governo Português, para assumir o cargo de 2º Comandante da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA).
A missão da Organização das Nações Unidas (ONU) na República Centro-Africana (RCA) iniciou-se em 15 de Setembro de 2014 com o mandato para a proteção dos civis, promoção dos direitos humanos, desarmamento, desmobilização, reintegração e repatriação.
Portugal participa na MINUSCA desde o início de 2017, com uma Força Nacional Destacada composta por cerca de 160 militares, na sua quase totalidade do Exército, a quem foi atribuída a missão de Força de Reacção Rápida (Quick Reaction Force), executando, a partir da capital, Bangui, missões atribuídas pelo Comandante Militar da MINUSCA em qualquer região da Área de Operações, como contributo para a estabilização da segurança e controlo do território da RCA por parte da Autoridade do Estado.
A selecção, por parte das Nações Unidas, do Major-General Marco Serronha, actual 2º Comandante das Forças Terrestres, e a sua consequente nomeação para este cargo, constitui, uma vez mais, o reconhecimento implícito da ONU do extraordinário desempenho e significativo contributo dos militares portugueses para o sucesso da sua missão na RCA. (Exército)
A missão da Organização das Nações Unidas (ONU) na República Centro-Africana (RCA) iniciou-se em 15 de Setembro de 2014 com o mandato para a proteção dos civis, promoção dos direitos humanos, desarmamento, desmobilização, reintegração e repatriação.
Portugal participa na MINUSCA desde o início de 2017, com uma Força Nacional Destacada composta por cerca de 160 militares, na sua quase totalidade do Exército, a quem foi atribuída a missão de Força de Reacção Rápida (Quick Reaction Force), executando, a partir da capital, Bangui, missões atribuídas pelo Comandante Militar da MINUSCA em qualquer região da Área de Operações, como contributo para a estabilização da segurança e controlo do território da RCA por parte da Autoridade do Estado.
A selecção, por parte das Nações Unidas, do Major-General Marco Serronha, actual 2º Comandante das Forças Terrestres, e a sua consequente nomeação para este cargo, constitui, uma vez mais, o reconhecimento implícito da ONU do extraordinário desempenho e significativo contributo dos militares portugueses para o sucesso da sua missão na RCA. (Exército)
10 de agosto de 2018
Para-quedistas portugueses reconhecidos pelas Nações Unidas na República Centro-Africana
Foram ontem, dia 9 de Agosto, condecorados com a medalha das Nações Unidas os 156 militares do Exército, dos quais 123 para-quedistas, e os 3 militares da Força Aérea, que terminarão no início de Setembro o seu período de missão na República Centro-Africana ao serviço das Nações Unidas.
O Representante Especial do Secretário-geral das Nações Unidas na República Centro-Africana, Embaixador Parfait Onanga-Anyanga, realçou no seu discurso todos os momentos determinantes em que a Força de Reacção Rápida portuguesa marcou a diferença, contribuindo significativamente para o sucesso da missão da MINUSCA, Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana, em particular na proteção da população local indefesa.
A cerimónia, realizada no militar Camp M’Poko, na capital, em Bangui, foi presidida pelo Representante Especial do Secretário-geral das Nações Unidas na República Centro-Africana, tendo contado ainda com a presença do “Force Commander da MINUSCA”, General Bala Keitá, do Brigadeiro-General Hermínio Maio, representante militar português mais antigo no teatro de operações, de vários comandantes de outros contingentes estrangeiros, bem como oficiais e civis do Estado-Maior da MINUSCA. Esteve igualmente presente uma representação de militares portugueses que se encontram na missão de treino da União Europeia na República Centro-Africana. (Emgfa)
O Representante Especial do Secretário-geral das Nações Unidas na República Centro-Africana, Embaixador Parfait Onanga-Anyanga, realçou no seu discurso todos os momentos determinantes em que a Força de Reacção Rápida portuguesa marcou a diferença, contribuindo significativamente para o sucesso da missão da MINUSCA, Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana, em particular na proteção da população local indefesa.
A cerimónia, realizada no militar Camp M’Poko, na capital, em Bangui, foi presidida pelo Representante Especial do Secretário-geral das Nações Unidas na República Centro-Africana, tendo contado ainda com a presença do “Force Commander da MINUSCA”, General Bala Keitá, do Brigadeiro-General Hermínio Maio, representante militar português mais antigo no teatro de operações, de vários comandantes de outros contingentes estrangeiros, bem como oficiais e civis do Estado-Maior da MINUSCA. Esteve igualmente presente uma representação de militares portugueses que se encontram na missão de treino da União Europeia na República Centro-Africana. (Emgfa)
5 de junho de 2018
Militares portugueses reconhecidos pelo trabalho na manutenção da paz em missão na República Centro-Africana
O General Fadhil Omary Nondo, do Exército da Tanzânia e Comandante de Sector das Forças militares de Capacetes Azuis em Bambari, emitiu uma carta de reconhecimento aos militares do Exército Português que integram a Força de Reacção Imediata ao serviço das Nações Unidas na República Centro-Africana.
Nesta carta reconhece o trabalho, dedicação e esforço exemplar dos militares portugueses, apesar das dificuldades, para garantir a segurança e a paz em Bambari.
Já no dia 18 de maio, os para-quedistas portugueses haviam sido reconhecidos num memorando da mesma natureza, emitido pelo General Mohammed Selloum, das Forças Armadas Marroquinas, Comandante da Força Conjunta das Nações Unidas em Bangui, referente à postura e acção dos militares portugueses na primeira quinzena do mês de maio, onde é destacada a acção meritória que tiveram para evitar o escalar do conflito entre grupos de populares centro-africanos, no seguimento dos ataques a uma igreja local, no dia 1 de maio.
Este é o segundo reconhecimento efetuado pelas autoridades locais, no espaço de duas semanas.
O atual contingente é composto por 156 militares do Exército, na sua maioria paraquedistas, e 3 da Força Aérea, sendo no total 159 militares em operação.
Desde que iniciou missão, há cerca de três meses, os para-quedistas portugueses já estiverem 18 vezes em confronto e sob ataque com grupos armados ou criminosos que operam na República Centro-Africana. (emgfa)
Nesta carta reconhece o trabalho, dedicação e esforço exemplar dos militares portugueses, apesar das dificuldades, para garantir a segurança e a paz em Bambari.
Já no dia 18 de maio, os para-quedistas portugueses haviam sido reconhecidos num memorando da mesma natureza, emitido pelo General Mohammed Selloum, das Forças Armadas Marroquinas, Comandante da Força Conjunta das Nações Unidas em Bangui, referente à postura e acção dos militares portugueses na primeira quinzena do mês de maio, onde é destacada a acção meritória que tiveram para evitar o escalar do conflito entre grupos de populares centro-africanos, no seguimento dos ataques a uma igreja local, no dia 1 de maio.
Este é o segundo reconhecimento efetuado pelas autoridades locais, no espaço de duas semanas.
O atual contingente é composto por 156 militares do Exército, na sua maioria paraquedistas, e 3 da Força Aérea, sendo no total 159 militares em operação.
Desde que iniciou missão, há cerca de três meses, os para-quedistas portugueses já estiverem 18 vezes em confronto e sob ataque com grupos armados ou criminosos que operam na República Centro-Africana. (emgfa)
1 de maio de 2018
Militares do Exército português envolvidos em confrontos na capital da República Centro Africana
A Força de Para-quedistas em missão das Nações Unidas na República Centro Africana (MINUSCA) foi hoje activada cerca das 11h45, para responder a uma situação de troca de tiros próximo de uma igreja católica a sul do 3º distrito na capital de Bangui (Notre Dame de Fátima).
A Força portuguesa activada pelo Comando da Força conjunta de Bangui (Joint Task Force Bangui), dirigiu-se para o local com o objectivo de proteger os civis e recolher informação para esclarecer a situação.
Ao chegarem às proximidades do local dos confrontos, a Força portuguesa foi flagelada com vários disparos de armas ligeiras, tendo prosseguido movimento para a referida Igreja.
Depois de reorganizados defensivamente na igreja, juntamente com outras unidades de capacetes azuis da MINUSCA e elementos da polícia local, com o fim de proteger a população, a Força portuguesa executou fogo e movimento, efectivando a segurança na área.
Posteriormente foram efectuadas patrulhas de segurança na área, mantendo a Força de Reacção Rápida portuguesa, neste momento, unidades na área a executar patrulhas e segurança ao local. (Emgfa)
A Força portuguesa activada pelo Comando da Força conjunta de Bangui (Joint Task Force Bangui), dirigiu-se para o local com o objectivo de proteger os civis e recolher informação para esclarecer a situação.
Ao chegarem às proximidades do local dos confrontos, a Força portuguesa foi flagelada com vários disparos de armas ligeiras, tendo prosseguido movimento para a referida Igreja.
Depois de reorganizados defensivamente na igreja, juntamente com outras unidades de capacetes azuis da MINUSCA e elementos da polícia local, com o fim de proteger a população, a Força portuguesa executou fogo e movimento, efectivando a segurança na área.
Posteriormente foram efectuadas patrulhas de segurança na área, mantendo a Força de Reacção Rápida portuguesa, neste momento, unidades na área a executar patrulhas e segurança ao local. (Emgfa)
21 de fevereiro de 2018
O Comandante da Força MINUSCA reconhece o excelente desempenho do 2º Contingente Nacional destacado na República Centro-Africana
O Tenente-general Balla Keita, comandante da força, ao serviço das Nações Unidas na Missão Multidimensional Integrada de Estabilização na República Centro-Africana (MINUSCA), felicitou o contingente português, "Comandos", que se encontra neste teatro de operações, pelo desempenho e resultados atingidos no âmbito das suas missões, nomeadamente em Boaranga - Bang - Ngaoundaye e no eixo Alindau - Bangassau, conseguindo a salvaguarda de milhares de cidadãos centro-africanos. (Emgfa)
16 de fevereiro de 2018
Força Nacional Destacada na República Centro-Africana condecorada pela ONU
Decorreu no dia 8 de Fevereiro, no campo M´Poko, em Bangui, na República Centro-Africana (RCA), a cerimónia de imposição de medalhas das Nações Unidas aos 159 militares da "Portuguese Quick Reaction Force" (PRTQRF).
A cerimónia, presidida pelo Representante Especial do Secretário-Geral (SRSG) das Nações Unidas na RCA, Sr. Parfait Onanga-Anyanga, contou com a presença do Force Commander da MINUSCA, Tenente-General Balla Keita, do Comandante da European Union Training Mission na RCA, Brigadeiro-General Hermínio Maio, do Comandante da Joint Task Force Bangui, Brigadeiro-General Mohammed Selloum, e de vários Comandantes de Contingentes e Oficiais do Estado-Maior da MINUSCA, bem como com uma representação de militares e civis portugueses no país.
No seu discurso, o SRSG afirmou estar pessoalmente impressionado com a coragem, o profissionalismo e a eficácia demonstrados pela Força quando projetada para alguns dos lugares mais difíceis da RCA, salientando as operações ofensivas “DAMAKONGO" e “MBAMARA" em Bocaranga, Bang e Bangassou, bem como as operações de demonstração de força e de segurança realizadas na cidade de Bangui, em especial no 3º Distrito. Referindo-se ao Comandante da Força, Tenente-Coronel Alexandre Varino, saudou e valorizou a capacidade de disciplina da força portuguesa para com a cadeia de comando da MINUSCA. Elogiou ainda o profissionalismo do Soldado português e o enorme respeito aos valores das Nações Unidas evidenciado, nomeadamente no cumprimento do mandato, e considerou a homenagem a todos os militares Comandos tombados no cumprimento do dever como um verdadeiro gesto simbólico, retribuindo-o a todos os capacetes azuis caídos no cumprimento das suas missões. Apelou, por último, a que todos os 159 militares da PRTQRF transmitissem esta mensagem de exemplo de coragem, profissionalismo e eficácia no cumprimento das missões a todos os familiares e amigos, bem como aos camaradas do próximo contingente. (Exército)
A cerimónia, presidida pelo Representante Especial do Secretário-Geral (SRSG) das Nações Unidas na RCA, Sr. Parfait Onanga-Anyanga, contou com a presença do Force Commander da MINUSCA, Tenente-General Balla Keita, do Comandante da European Union Training Mission na RCA, Brigadeiro-General Hermínio Maio, do Comandante da Joint Task Force Bangui, Brigadeiro-General Mohammed Selloum, e de vários Comandantes de Contingentes e Oficiais do Estado-Maior da MINUSCA, bem como com uma representação de militares e civis portugueses no país.
No seu discurso, o SRSG afirmou estar pessoalmente impressionado com a coragem, o profissionalismo e a eficácia demonstrados pela Força quando projetada para alguns dos lugares mais difíceis da RCA, salientando as operações ofensivas “DAMAKONGO" e “MBAMARA" em Bocaranga, Bang e Bangassou, bem como as operações de demonstração de força e de segurança realizadas na cidade de Bangui, em especial no 3º Distrito. Referindo-se ao Comandante da Força, Tenente-Coronel Alexandre Varino, saudou e valorizou a capacidade de disciplina da força portuguesa para com a cadeia de comando da MINUSCA. Elogiou ainda o profissionalismo do Soldado português e o enorme respeito aos valores das Nações Unidas evidenciado, nomeadamente no cumprimento do mandato, e considerou a homenagem a todos os militares Comandos tombados no cumprimento do dever como um verdadeiro gesto simbólico, retribuindo-o a todos os capacetes azuis caídos no cumprimento das suas missões. Apelou, por último, a que todos os 159 militares da PRTQRF transmitissem esta mensagem de exemplo de coragem, profissionalismo e eficácia no cumprimento das missões a todos os familiares e amigos, bem como aos camaradas do próximo contingente. (Exército)
7 de dezembro de 2017
Nações Unidas reconhecem o Desempenho Operacional do Contingente Português na República Centro-Africana
Pelo Comandante do Sector Sudoeste da MINUSCA - Missão Multidimensional Integrada de Estabilização na República Centro-Africana (RCA), Brigadeiro-General Simbuliani Boston, através da sua Commendation Letter datada de 9 de Novembro, foram louvados os 160 “capacetes azuis" que compõem o contingente nacional em missão na RCA, dos quais 157 são militares do Exército.
O Brigadeiro-General Simbuliani Boston felicitou o contingente português, que se encontra neste teatro de operações, pelo excecional desempenho e resultados atingidos no âmbito da operação militar designada “DAMAKONGO", na qual foram libertadas as cidades de Bocaranga e Bang, com o objetivo de proteger as populações civis destas cidades dos conflitos e da influência dos grupos armados que operavam na região.
O reconhecimento do espírito de sacrifício e esforço demonstrados para levar e restaurar a paz àquela área constitui, sem dúvida, motivo de grande satisfação e de orgulho, não só para os militares que compõem o contingente nacional mas também para as Forças Armadas e para o País. (Exército)
O Brigadeiro-General Simbuliani Boston felicitou o contingente português, que se encontra neste teatro de operações, pelo excecional desempenho e resultados atingidos no âmbito da operação militar designada “DAMAKONGO", na qual foram libertadas as cidades de Bocaranga e Bang, com o objetivo de proteger as populações civis destas cidades dos conflitos e da influência dos grupos armados que operavam na região.
O reconhecimento do espírito de sacrifício e esforço demonstrados para levar e restaurar a paz àquela área constitui, sem dúvida, motivo de grande satisfação e de orgulho, não só para os militares que compõem o contingente nacional mas também para as Forças Armadas e para o País. (Exército)
14 de novembro de 2017
Ministro da Defesa participa na Reunião Ministerial de Defesa Sobre Operações de Manutenção de Paz das Nações Unidas
O Ministro da Defesa Nacional, José Alberto Azeredo Lopes, participa amanhã e quarta-feira, dias 14 e 15 de Novembro, na reunião Ministerial de Defesa dedicada às operações de manutenção de paz das Nações Unidas, que terá lugar em Vancouver.
O Ministro da Defesa Nacional será um dos oradores da sessão 3 dedicada ao tema “Proteger os que estão em risco”, onde se debaterá a proteção de civis, designadamente como garantir que as estratégias de alto nível estão alinhadas com a realidade operacional. A operacionalização das perspectivas de género, os Princípios de Kigali sobre Protecção de Civis, a prevenção e o combate da exploração sexual serão os temas centrais desta sessão.
Está prevista a participação de mais 500 delegados de cerca de 70 países e organizações internacionais. Conjuntamente com representantes da União Africana, União Europeia, NATO e Organização Internacional para a Francofonia, as delegações irão discutir como melhorar as missões de manutenção da paz da ONU. A conferência procura ainda estimular novos compromissos dos membros das Nações Unidas.
A Ministerial de Defesa em Vancouver está organizada segundo quatro temáticas, sendo a integração da perspetiva de género transversal a todas as sessões: 1) compromissos; 2) inovação no treino e formação e desenvolvimento de capacidades; 3) proteger os que estão em risco; 4) alerta precoce e projeção rápida. Durante os dois dias, os participantes farão um balanço do que foi realizado desde a Cimeira de Londres, que ocorreu em 2016.
Este encontro tem em vista encorajar novos compromissos dos Estados membros para colmatar lacunas importantes de capacidades para as operações de paz da ONU, impulsionar a reforma da manutenção de paz da ONU para melhorar a capacidade de planear e executar as respectivas operações, promover soluções pragmáticas e inovadoras para tornar as operações de manutenção da paz mais efectivas com novo foco em parcerias.(Defesa)
O Ministro da Defesa Nacional será um dos oradores da sessão 3 dedicada ao tema “Proteger os que estão em risco”, onde se debaterá a proteção de civis, designadamente como garantir que as estratégias de alto nível estão alinhadas com a realidade operacional. A operacionalização das perspectivas de género, os Princípios de Kigali sobre Protecção de Civis, a prevenção e o combate da exploração sexual serão os temas centrais desta sessão.
Está prevista a participação de mais 500 delegados de cerca de 70 países e organizações internacionais. Conjuntamente com representantes da União Africana, União Europeia, NATO e Organização Internacional para a Francofonia, as delegações irão discutir como melhorar as missões de manutenção da paz da ONU. A conferência procura ainda estimular novos compromissos dos membros das Nações Unidas.
A Ministerial de Defesa em Vancouver está organizada segundo quatro temáticas, sendo a integração da perspetiva de género transversal a todas as sessões: 1) compromissos; 2) inovação no treino e formação e desenvolvimento de capacidades; 3) proteger os que estão em risco; 4) alerta precoce e projeção rápida. Durante os dois dias, os participantes farão um balanço do que foi realizado desde a Cimeira de Londres, que ocorreu em 2016.
Este encontro tem em vista encorajar novos compromissos dos Estados membros para colmatar lacunas importantes de capacidades para as operações de paz da ONU, impulsionar a reforma da manutenção de paz da ONU para melhorar a capacidade de planear e executar as respectivas operações, promover soluções pragmáticas e inovadoras para tornar as operações de manutenção da paz mais efectivas com novo foco em parcerias.(Defesa)
16 de setembro de 2017
Nações Unidas elogiam missões das Forças Armadas Portuguesas
O Ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, na sua visita ontem à sede das Nações Unidas em Nova Iorque, recebeu "fortíssimos elogios feitos ao trabalho que os militares portugueses têm realizado" nas missões de paz das Nações Unidas no Mali e na República Centro-Africana.
"É um contexto operacional muito difícil em que os nossos militares se portaram muitíssimo bem", afirmou o Ministro em declarações à Lusa, acrescentando que "a presença portuguesa em missões de manutenção de paz é um objectivo político" e que "Portugal tem uma participação muito acima daquilo que seria expectável considerando a sua dimensão".
O Ministro da Defesa Nacional reuniu-se na sede das NU com o Secretário-geral Adjunto das NU para as operações de paz, Jean-Pierre Lacroix, e com o Secretário-geral Adjunto das NU para o apoio às operações (field support), Athul Kare.
Portugal tem presentemente 169 militares em missões de paz das Nações Unidas em quatro teatros operações: Afeganistão (2), Mali (2), República Centro-Africana (158) e Colômbia (7). (Defesa)
"É um contexto operacional muito difícil em que os nossos militares se portaram muitíssimo bem", afirmou o Ministro em declarações à Lusa, acrescentando que "a presença portuguesa em missões de manutenção de paz é um objectivo político" e que "Portugal tem uma participação muito acima daquilo que seria expectável considerando a sua dimensão".
O Ministro da Defesa Nacional reuniu-se na sede das NU com o Secretário-geral Adjunto das NU para as operações de paz, Jean-Pierre Lacroix, e com o Secretário-geral Adjunto das NU para o apoio às operações (field support), Athul Kare.
Portugal tem presentemente 169 militares em missões de paz das Nações Unidas em quatro teatros operações: Afeganistão (2), Mali (2), República Centro-Africana (158) e Colômbia (7). (Defesa)
15 de setembro de 2017
PORTUGAL VAI ENVIAR 160 MILITARES PARA O AFEGANISTÃO
O Ministro da Defesa Nacional, José Alberto Azeredo Lopes, afirmou que Portugal assumiu o compromisso de enviar 160 militares para o Afeganistão a partir de Abril de 2017, na sequência de reuniões com o Secretário-geral Adjunto das Nações Unidas para as operações de paz, Jean-Pierre Lacroix, e com o Secretário-geral Adjunto das Nações Unidas para o apoio às operações, Athul Kare, em Nova Iorque.
Azeredo Lopes referiu que «será uma força de reacção rápida com cerca de 135 membros e mais 25 de formação e treino na área da engenharia», acrescentando que terá uma dimensão equivalente ao contingente que saiu do Kosovo em maio de 2016.
«Portugal tinha dito que chegara a altura de descontinuar a sua presença no Kosovo, mas que assumia o compromisso, assim que possível, de substituir essa presença por outra que incluísse essencialmente as nossas forças terrestres», disse.
O Ministro afirmou ainda que este é «um trabalho complexo, em que os militares são muito bons, e que pode envolver veículos blindados, material e equipamento».
Esta é uma missão com «muito impacto porque Portugal foi dos países que, proporcionalmente, aumentou mais a sua presença na operação no Afeganistão».(MDN)
Azeredo Lopes referiu que «será uma força de reacção rápida com cerca de 135 membros e mais 25 de formação e treino na área da engenharia», acrescentando que terá uma dimensão equivalente ao contingente que saiu do Kosovo em maio de 2016.
«Portugal tinha dito que chegara a altura de descontinuar a sua presença no Kosovo, mas que assumia o compromisso, assim que possível, de substituir essa presença por outra que incluísse essencialmente as nossas forças terrestres», disse.
O Ministro afirmou ainda que este é «um trabalho complexo, em que os militares são muito bons, e que pode envolver veículos blindados, material e equipamento».
Esta é uma missão com «muito impacto porque Portugal foi dos países que, proporcionalmente, aumentou mais a sua presença na operação no Afeganistão».(MDN)
6 de setembro de 2017
«SINTO UM ESPECIAL ORGULHO EM SER PORTUGUÊS» PELO DESEMPENHO DA MISSÃO MILITAR NA REPÚBLICA CENTRO AFRICANA
O Ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, recebeu os militares que integraram a primeira força nacional destacada da Republica Centro Africana, no quadro da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para Estabilização na República Centro Africana, conhecida por Minusca.
A força integrou 159 militares do Exército e da Força Aérea, entre os quais 90 dos Comandos, que realizaram uma missão de sete meses.
«Quando partiram pedi que cada um de vós fosse um embaixador de Portugal. Deixo um agradecimento do Governo e de Portugal por terem representado Portugal com tanto valor», afirmou o Ministro.
Azeredo Lopes acrescentou que sentia «um especial orgulho em ser português também por vossa causa», «porque eu sei bem o que vi e ouvi a propósito da vossa prestação e por saber que nada vos pode ser apontado».
O Ministro sublinhou a importância da missão, que dignificou «as Nações Unidas e a bandeira de Portugal», devido ao comportamento do contingente português «com muita coragem e com enorme profissionalismo», num cenário exigente e complexo.
Azeredo Lopes deixou uma «palavra especial para o soldado Nelson Semedo», que em Julho teve que regressar a Portugal por ter ficado ferido em combate.
Este primeiro destacamento foi substituído por um segundo destacamento, que embarcou dois dias antes. Fonte: MDN
A força integrou 159 militares do Exército e da Força Aérea, entre os quais 90 dos Comandos, que realizaram uma missão de sete meses.
«Quando partiram pedi que cada um de vós fosse um embaixador de Portugal. Deixo um agradecimento do Governo e de Portugal por terem representado Portugal com tanto valor», afirmou o Ministro.
Azeredo Lopes acrescentou que sentia «um especial orgulho em ser português também por vossa causa», «porque eu sei bem o que vi e ouvi a propósito da vossa prestação e por saber que nada vos pode ser apontado».
O Ministro sublinhou a importância da missão, que dignificou «as Nações Unidas e a bandeira de Portugal», devido ao comportamento do contingente português «com muita coragem e com enorme profissionalismo», num cenário exigente e complexo.
Azeredo Lopes deixou uma «palavra especial para o soldado Nelson Semedo», que em Julho teve que regressar a Portugal por ter ficado ferido em combate.
Este primeiro destacamento foi substituído por um segundo destacamento, que embarcou dois dias antes. Fonte: MDN
10 de agosto de 2017
General Chefe do Estado-Maior do Exército visita Militares em Missão na República Centro-Africana
O Chefe do Estado–Maior do Exército (CEME), General Rovisco Duarte, acompanhado pelo Comandante Aéreo, Tenente – General Nunes Borrego, pelo Sub - Chefe do Estado-Maior do Comando Conjunto para as Operações Militares e pelo Director de Saúde do Exército, visitou em 28 de Julho os militares portugueses em missão na República Centro-Africana ao serviço das Nações Unidas, na Multidimensional Integrated Stabilization Mission in the Central African Republic (MINUSCA).
Do programa da visita relevam-se os encontros que estabeleceu com o Force Commander da MINUSCA, Tenente-General Balla Keita e com o Mission Commander da European Union Training Mission, Brigadeiro-General Blazquez.
Após a apresentação sobre a 1ª Força Nacional Destacada (FND) na MINUSCA, o CEME teve oportunidade de conviver com os militares da FND, a quem dirigiu palavras de incentivo e confiança pela missão que estão a cumprir, prestigiando as Forças Armadas e Portugal. (Exército)
Do programa da visita relevam-se os encontros que estabeleceu com o Force Commander da MINUSCA, Tenente-General Balla Keita e com o Mission Commander da European Union Training Mission, Brigadeiro-General Blazquez.
Após a apresentação sobre a 1ª Força Nacional Destacada (FND) na MINUSCA, o CEME teve oportunidade de conviver com os militares da FND, a quem dirigiu palavras de incentivo e confiança pela missão que estão a cumprir, prestigiando as Forças Armadas e Portugal. (Exército)
5 de março de 2017
CONTINGENTE PORTUGUÊS NA REPÚBLICA CENTRO-AFRICANA LOUVADO NA PRIMEIRA MISSÃO OPERACIONAL
O Ministro da Defesa Nacional, José Alberto Azeredo Lopes, felicita em nome do Governo o contingente português que se encontra na República Centro-Africana (RCA) ao serviço das Nações Unidas, na Missão Multidimensional Integrada de Estabilização (MINUSCA), pela distinção recebida esta semana por parte do Comandante da Força, devido ao desempenho e aos resultados atingidos na primeira missão operacional em que participou.
O Comandante da MINUSCA, Tenente-general Balla Keita, decidiu louvar o contingente português, que constitui a força de reacção rápida da missão, pelo "profissionalismo e empenho" demonstrados na operação levada a cabo nos últimos dias em Bambari, com o objectivo de proteger a população civil desta cidade dos conflitos e da influência de grupos armados.
O reconhecimento da sua "prontidão operacional e do excelente desempenho" na operação em Bambari, como é sublinhado pelo Comandante da Força na sua carta de louvor, constitui, sem dúvida, motivo de grande satisfação e de orgulho, não só para os 160 capacetes azuis que compõem o contingente português, mas também para as Forças Armadas, o Governo e todos os portugueses.
A missão que os militares portugueses diariamente desempenham em defesa das populações, da sua proteção física e da estabilização das suas vidas, em prol da paz e do progresso da democracia na RCA tem uma importância vital para a estabilidade do continente africano, contribuindo decisivamente para a redução dos fluxos de populações deslocadas, tanto em África como na Europa, e para a contenção do terrorismo transnacional.
O primeiro contingente português destacado para a RCA integra a missão de paz das Nações Unidas desde finais de Janeiro de 2017 e é constituído por 160 militares - 156 do Exército, entre os quais 111 Comandos, e 4 da Força Aérea. Portugal tem mais 11 militares na RCA ao serviço da missão de treino da União Europeia (EUTM RCA). (EMGFA)
O Comandante da MINUSCA, Tenente-general Balla Keita, decidiu louvar o contingente português, que constitui a força de reacção rápida da missão, pelo "profissionalismo e empenho" demonstrados na operação levada a cabo nos últimos dias em Bambari, com o objectivo de proteger a população civil desta cidade dos conflitos e da influência de grupos armados.
O reconhecimento da sua "prontidão operacional e do excelente desempenho" na operação em Bambari, como é sublinhado pelo Comandante da Força na sua carta de louvor, constitui, sem dúvida, motivo de grande satisfação e de orgulho, não só para os 160 capacetes azuis que compõem o contingente português, mas também para as Forças Armadas, o Governo e todos os portugueses.
A missão que os militares portugueses diariamente desempenham em defesa das populações, da sua proteção física e da estabilização das suas vidas, em prol da paz e do progresso da democracia na RCA tem uma importância vital para a estabilidade do continente africano, contribuindo decisivamente para a redução dos fluxos de populações deslocadas, tanto em África como na Europa, e para a contenção do terrorismo transnacional.
O primeiro contingente português destacado para a RCA integra a missão de paz das Nações Unidas desde finais de Janeiro de 2017 e é constituído por 160 militares - 156 do Exército, entre os quais 111 Comandos, e 4 da Força Aérea. Portugal tem mais 11 militares na RCA ao serviço da missão de treino da União Europeia (EUTM RCA). (EMGFA)
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