(Exército)O Chefe do Estado-Maior do Exército, General José Nunes da Fonseca, acompanhou o Ministro da Defesa Nacional, Professor Doutor João Gomes Cravinho, e o Enviado Especial de Portugal ao Sahel, Embaixador José Moreira da Cunha, em visita ao Teatro de Operações do Mali, nos dias 19 e 21 de Janeiro.
A Missão de Treino da União Europeia (EUTM) no Mali, liderada pelo militar português Brigadeiro-General João Boga Ribeiro, integra actualmente 17 militares portugueses, dos quais 12 são do Exército.
A delegação portuguesa efectuou a deposição de uma coroa de flores junto à identificação dos militares falecidos na EUTM Mali, seguindo-se um encontro com o Ministro da Defesa e Antigos Combatentes do Mali, o General Ibrahima Dahirou Dembélé.
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21 de janeiro de 2020
12 de novembro de 2018
Militares do Exército Português condecorados no Mali
(Exército)Realizaram-se nos dias 10 de Setembro e 27 de Outubro, no Campo de Treino de Koulikoro e no Quartel-General da Missão de Treino da União Europeia (European Union Training Mission - EUTM), em Bamako, no Mali, respectivamente, a cerimónia de imposição de condecorações aos militares do Exército Português que integram aquela missão e que, brevemente, concluem a sua presença naquele Teatro de Operações.
Iniciada em 2013, a EUTM-Mali materializa um pedido do Governo do Mali no sentido de estabelecer uma paz duradoura, essencial para a estabilidade a longo prazo na Região Sahel, em particular, e, de forma mais ampla, para os continentes de África e da Europa. Neste sentido, foi acordado pelos Estados-Membros da União Europeia desenvolver uma missão de treino e aconselhamento das Forças Armadas do Mali (FAMa), com a finalidade de contribuir para a restauração da sua capacidade militar e na perspectiva de uma preparação das FAMa para a condução de operações militares, destinadas a restabelecer a integridade territorial do Mali e reduzir a ameaça que os grupos terroristas representam, sendo a participação do Exército Português, nesta missão, enquadrada nos compromissos internacionais assumidos por Portugal.
Presidida pelo Comandante da EUTM, General Enrique Millán Martínez, a cerimónia reuniu os militares dos vários contingentes que integram esta missão no decorrer do 2º Semestre de 2018, dos quais se destacam o Tenente-Coronel Fernando Grilo, o Major Hugo Baptista, o Tenente Rafael Almeida e o Sargento-Chefe Eurico Rebelo, que foram condecorados com a Medalha do Serviço Europeu de Política Comum de Segurança e Defesa.
A Medalha do Serviço Europeu de Política Comum de Segurança e Defesa destina-se a condecorar os militares e civis que sirvam numa missão ao abrigo da Política de Defesa e Segurança Comum da União Europeia, como é o caso da EUTM-Mali.
Iniciada em 2013, a EUTM-Mali materializa um pedido do Governo do Mali no sentido de estabelecer uma paz duradoura, essencial para a estabilidade a longo prazo na Região Sahel, em particular, e, de forma mais ampla, para os continentes de África e da Europa. Neste sentido, foi acordado pelos Estados-Membros da União Europeia desenvolver uma missão de treino e aconselhamento das Forças Armadas do Mali (FAMa), com a finalidade de contribuir para a restauração da sua capacidade militar e na perspectiva de uma preparação das FAMa para a condução de operações militares, destinadas a restabelecer a integridade territorial do Mali e reduzir a ameaça que os grupos terroristas representam, sendo a participação do Exército Português, nesta missão, enquadrada nos compromissos internacionais assumidos por Portugal.
Presidida pelo Comandante da EUTM, General Enrique Millán Martínez, a cerimónia reuniu os militares dos vários contingentes que integram esta missão no decorrer do 2º Semestre de 2018, dos quais se destacam o Tenente-Coronel Fernando Grilo, o Major Hugo Baptista, o Tenente Rafael Almeida e o Sargento-Chefe Eurico Rebelo, que foram condecorados com a Medalha do Serviço Europeu de Política Comum de Segurança e Defesa.
A Medalha do Serviço Europeu de Política Comum de Segurança e Defesa destina-se a condecorar os militares e civis que sirvam numa missão ao abrigo da Política de Defesa e Segurança Comum da União Europeia, como é o caso da EUTM-Mali.
19 de junho de 2017
MILITAR PORTUGUÊS VITIMA DE ATAQUE NO MALI
O Estado-Maior-General das Forças Armadas lamenta informar que, no âmbito da Força Portuguesa que está ao serviço da União Europeia no Mali (European Union Training Mission - EUTM Mali), ocorreu um ataque terrorista nas imediações de Bamako, pelas 16H00 horas do dia 18 de Junho, de que veio a resultar uma vítima do contingente militar Português.
O local onde ocorreu o ataque (Hotel Le Campement Kangaba) é reconhecido e autorizado pela EUTM Mali como Wellfare Center entre os períodos de actividade operacional dos militares que prestam serviço neste país. Encontravam-se no local vários militares da Força Internacional de diversos países, entre os quais dois Portugueses. Mais se informa que o segundo militar Português saiu ileso deste ataque.
A família do militar em causa já está informada deste infausto incidente, estando em curso o apoio psicológico à mesma.
O General CEMGFA, em seu nome pessoal e das Forças Armadas, apresenta as sentidas condolências e o sentido pesar à família enlutada.
Mais se informa que já foi mandado instaurar um inquérito, no sentido de esclarecer as circunstâncias que envolveram o ataque terrorista em Bamako. (Fonte: Emgfa)
O local onde ocorreu o ataque (Hotel Le Campement Kangaba) é reconhecido e autorizado pela EUTM Mali como Wellfare Center entre os períodos de actividade operacional dos militares que prestam serviço neste país. Encontravam-se no local vários militares da Força Internacional de diversos países, entre os quais dois Portugueses. Mais se informa que o segundo militar Português saiu ileso deste ataque.
A família do militar em causa já está informada deste infausto incidente, estando em curso o apoio psicológico à mesma.
O General CEMGFA, em seu nome pessoal e das Forças Armadas, apresenta as sentidas condolências e o sentido pesar à família enlutada.
Mais se informa que já foi mandado instaurar um inquérito, no sentido de esclarecer as circunstâncias que envolveram o ataque terrorista em Bamako. (Fonte: Emgfa)
3 de janeiro de 2017
2ª Rotação de militares parte rumo ao Mali
Partiu no dia 28 de Dezembro de 2016, da Base Aérea Nº6 (Montijo), mais um contingente de militares da Força Aérea para o Mali, para integrarem a missão MINUSMA (United Nations Multidimensional Integrated Stabilization Mission in Mali).
Estes militares substituirão os seus camaradas que se encontram naquele país, efectuando assim a segunda rotação desde que a missão começou, a 27 de Novembro.
A Força Nacional Destacada, composta por cerca de 60 elementos da Força Aérea e 6 do Exército, estará seis meses neste país africano, sob a égide das Nações Unidas. O contingente é composto, para além dos militares, por uma aeronave C-130H da Esquadra 501 – “Bisontes”. (FAP)
Estes militares substituirão os seus camaradas que se encontram naquele país, efectuando assim a segunda rotação desde que a missão começou, a 27 de Novembro.
A Força Nacional Destacada, composta por cerca de 60 elementos da Força Aérea e 6 do Exército, estará seis meses neste país africano, sob a égide das Nações Unidas. O contingente é composto, para além dos militares, por uma aeronave C-130H da Esquadra 501 – “Bisontes”. (FAP)
13 de dezembro de 2016
Ministro da Defesa realça elogios às forças portuguesas no Mali
O ministro da Defesa realçou hoje os elogios dos comandantes gerais da Missão de Treino da União Europeia no Mali às tropas portuguesas destacadas para aquela missão, afirmando que os militares portugueses têm demonstrado "altos níveis de excelência".
"Houve um elogio muito sincero quer do comandante da missão, que é belga, quer do sub-comandante, que é alemão, à excelência do trabalho das nossas forças, no Estado-Maior (da EUTM) mas também ao nível do treino e capacitação de 'snipers' [atiradores especiais]", disse o ministro José Azeredo Lopes à saída de uma reunião com o comando da missão da UE.
O ministro da Defesa Nacional - acompanhado pelo Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas - realiza hoje uma visita aos 77 militares portugueses no Mali, entre os quais nove integrados na EUTM e 66 na Missão Integrada Multidimensional de Estabilização das Nações Unidas no Mali (MINUSMA).
"Tudo o que tenho ouvido é que nós não somos muitos, mas que os que estão têm demonstrado níveis de excelência e sobretudo algo - que me deixa sempre orgulhoso quando visito forças deslocadas - que é a capacidade de relação que têm com as populações locais", realçou o ministro.
Azeredo Lopes assistiu ainda a um exercício de atiradores especiais malianos já formados por militares portugueses integrados na Missão de Treino da UE no Mali.
Os snipers portugueses nesta missão pertencem ao Centro de Operações Especiais (COE) de Lamego e ao Destacamento de Acções Especiais da Marinha Portuguesa (fuzileiros).
Os formandos malianos - treinados para espingardas de precisão de fabrico russo - acertaram em alvos entre 200 e 300 metros, mas estão a receber treino para atingir objectivos a mais de 500 metros.
Estas equipas formadas pelos portugueses (e também por atiradores especiais espanhóis) integram depois os batalhões de infantaria do exército maliano, envolvido em acções anti-terrorismo e contra rebeldes especialmente no norte do país.
"O Mali está numa situação crítica do ponto de vista da segurança, especialmente no norte e nordeste", reconheceu o ministro Azeredo Lopes.
No entanto, o ministro salientou que a Missão de Treino da União Europeia enfrenta actualmente "limitações" no treino e apoio às tropas locais que "resultam da natureza jurídica da operação".
No decorrer da visita, o titular da pasta da Defesa participa à noite num jantar de Natal com os 66 militares destacados para a MINUSMA.
Os 66 militares portugueses integrados na MINUSMA são na sua grande maioria da Força Aérea (seis são para-quedistas, do Exército). Esta missão portuguesa no Mali tem a duração de seis meses e visa substituir a Força Aérea da Noruega em operações de transporte aéreo logístico de mercadorias, com o objectivo de cobrir todo o país.
Além dos cerca de 60 militares - que serão sucessivamente rendidos - a missão portuguesa inclui um avião C-130H, da Esquadra 501 - "Bisontes".
A MINUSMA tornou-se a missão de estabilização da ONU que mais vítimas teve entre militares desde o conflito na Somália (entre 1993 e 1995), com mais de 70 capacetes azuis mortos em três anos.
A intervenção militar internacional, iniciada em Janeiro de 2013, expulsou vários grupos de combatentes islamitas dos principais centros urbanos, mas grandes partes do Mali continuam fora do controlo das forças da ONU estrangeiras ou do governo. (DN)
"Houve um elogio muito sincero quer do comandante da missão, que é belga, quer do sub-comandante, que é alemão, à excelência do trabalho das nossas forças, no Estado-Maior (da EUTM) mas também ao nível do treino e capacitação de 'snipers' [atiradores especiais]", disse o ministro José Azeredo Lopes à saída de uma reunião com o comando da missão da UE.
O ministro da Defesa Nacional - acompanhado pelo Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas - realiza hoje uma visita aos 77 militares portugueses no Mali, entre os quais nove integrados na EUTM e 66 na Missão Integrada Multidimensional de Estabilização das Nações Unidas no Mali (MINUSMA).
"Tudo o que tenho ouvido é que nós não somos muitos, mas que os que estão têm demonstrado níveis de excelência e sobretudo algo - que me deixa sempre orgulhoso quando visito forças deslocadas - que é a capacidade de relação que têm com as populações locais", realçou o ministro.
Azeredo Lopes assistiu ainda a um exercício de atiradores especiais malianos já formados por militares portugueses integrados na Missão de Treino da UE no Mali.
Os snipers portugueses nesta missão pertencem ao Centro de Operações Especiais (COE) de Lamego e ao Destacamento de Acções Especiais da Marinha Portuguesa (fuzileiros).
Os formandos malianos - treinados para espingardas de precisão de fabrico russo - acertaram em alvos entre 200 e 300 metros, mas estão a receber treino para atingir objectivos a mais de 500 metros.
Estas equipas formadas pelos portugueses (e também por atiradores especiais espanhóis) integram depois os batalhões de infantaria do exército maliano, envolvido em acções anti-terrorismo e contra rebeldes especialmente no norte do país.
"O Mali está numa situação crítica do ponto de vista da segurança, especialmente no norte e nordeste", reconheceu o ministro Azeredo Lopes.
No entanto, o ministro salientou que a Missão de Treino da União Europeia enfrenta actualmente "limitações" no treino e apoio às tropas locais que "resultam da natureza jurídica da operação".
No decorrer da visita, o titular da pasta da Defesa participa à noite num jantar de Natal com os 66 militares destacados para a MINUSMA.
Os 66 militares portugueses integrados na MINUSMA são na sua grande maioria da Força Aérea (seis são para-quedistas, do Exército). Esta missão portuguesa no Mali tem a duração de seis meses e visa substituir a Força Aérea da Noruega em operações de transporte aéreo logístico de mercadorias, com o objectivo de cobrir todo o país.
Além dos cerca de 60 militares - que serão sucessivamente rendidos - a missão portuguesa inclui um avião C-130H, da Esquadra 501 - "Bisontes".
A MINUSMA tornou-se a missão de estabilização da ONU que mais vítimas teve entre militares desde o conflito na Somália (entre 1993 e 1995), com mais de 70 capacetes azuis mortos em três anos.
A intervenção militar internacional, iniciada em Janeiro de 2013, expulsou vários grupos de combatentes islamitas dos principais centros urbanos, mas grandes partes do Mali continuam fora do controlo das forças da ONU estrangeiras ou do governo. (DN)
27 de novembro de 2016
Militares da Força Aérea partiram hoje para o Mali
Cerca de 30 militares da Força Aérea partiram hoje da Base Aérea n.º 6 no Montijo para o Mali, de um total de 60, que integram a missão abrangente da ONU naquele país (MINUSMA).
"O contingente que partiu hoje constitui o grosso das tropas que vão cumprir a missão MINUSMA naquele país africano, sob a égide da Organização das Nações Unidas (ONU)", disse à agência Lusa o porta-voz da Força Aérea Portuguesa.
Nos últimos dias já tinham partido outros dois grupos de militares, que constituem o grupo avançado, explicou o porta-voz, adiantando que "no voo de hoje seguiu ainda uma equipa médica da Força Aérea, que regressará este domingo".
A equipa médica vai "acompanhar e fazer regressar" um militar português que adoeceu no terreno, salientou.
Esta missão portuguesa no Mali, que vai substituir a Força Aérea da Noruega, prolongar-se-á por seis meses, sendo composta por cerca de 60 militares, que serão sucessivamente rendidos, e por um avião C-130H, da Esquadra 501 - "Bisontes".
Os militares da Força Aérea e do exército que hoje partiram para o Mali vão ficar nas imediações de Bamaco, capital do Mali, integrando operações de transporte aéreo logístico de mercadorias com o objectivo de cobrir todo o país.
Em 2015, a Força Aérea já tinha participado numa missão neste país africano, também sob a égide das Nações Unidas.
Além dos militares, esteve envolvido uma aeronave C-295M da Esquadra 502 -- "Elefantes". (DN)
"O contingente que partiu hoje constitui o grosso das tropas que vão cumprir a missão MINUSMA naquele país africano, sob a égide da Organização das Nações Unidas (ONU)", disse à agência Lusa o porta-voz da Força Aérea Portuguesa.
Nos últimos dias já tinham partido outros dois grupos de militares, que constituem o grupo avançado, explicou o porta-voz, adiantando que "no voo de hoje seguiu ainda uma equipa médica da Força Aérea, que regressará este domingo".
A equipa médica vai "acompanhar e fazer regressar" um militar português que adoeceu no terreno, salientou.
Esta missão portuguesa no Mali, que vai substituir a Força Aérea da Noruega, prolongar-se-á por seis meses, sendo composta por cerca de 60 militares, que serão sucessivamente rendidos, e por um avião C-130H, da Esquadra 501 - "Bisontes".
Os militares da Força Aérea e do exército que hoje partiram para o Mali vão ficar nas imediações de Bamaco, capital do Mali, integrando operações de transporte aéreo logístico de mercadorias com o objectivo de cobrir todo o país.
Em 2015, a Força Aérea já tinha participado numa missão neste país africano, também sob a égide das Nações Unidas.
Além dos militares, esteve envolvido uma aeronave C-295M da Esquadra 502 -- "Elefantes". (DN)
10 de fevereiro de 2016
Militares portugueses deverão reforçar contingente no Mali ou RCA
O ministro da Defesa Nacional confirmou esta quarta-feira mais militares portugueses nas Forças Nacionais Destacadas (FND), provavelmente no Mali ou na República Centro Africana, a pedido francês, após os ataques terroristas de 13 de Novembro de 2015, em Paris.
"O esforço não só é para manter, como é aliás para reforçar", defendeu José Azeredo Lopes, durante a cimeira ministerial entre os 28 membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), em Bruxelas, até quinta-feira.
Para o responsável governamental português "a presença no exterior não significa necessariamente" estar "no meio de Bagdade ou que, de repente", se vá "desembarcar em Damasco".
"Nós colaboramos à medida das nossas capacidades - e tenho muito orgulho no nosso país e em que não seja um gigante, mas, à luz da nossa dimensão, damos sempre sinais claros de que podem contar connosco", especificou.
Questionado sobre os meios e os locais definidos, Azeredo Lopes recordou que o processo ainda vai passar pelo escrutínio do Conselho Superior da Defesa e do "Comandante Supremo das Forças Armadas", ou seja, o Presidente da República.
"Estamos a falar, com certeza, numa opção entre o Mali ou a República Centro Africana. É a opção que se está claramente a desenhar. Trata-se de assumir responsabilidades que estavam a ser assumidas, neste caso pela França, para a França se poder concentrar num outro teatro, essencialmente a Síria. Portugal já anunciou que vai acolher este pedido e agora vai seguir os seus trâmites", disse.
O Estado gaulês invocou a cláusula de protecção mútua europeia e já o anterior ministro, Aguiar Branco, tinha reconhecido a forte hipótese de empregar "um meio aéreo e mais efectivos, num dos cenários africanos". (CM)
7 de junho de 2015
26 de abril de 2015
CEMFA E CEME visitam destacamento no MALI
O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General José Pinheiro, e o Chefe do Estado-Maior do Exército, General Carlos Jerónimo, visitaram, no dia 24 de Abril, a Força Nacional Destacada no Mali. As altas entidades estiveram, desta forma, reunidas com os 47 militares portugueses (41 da Força Aérea e 6 do Exército) que estão ao serviço das Nações Unidas na missão de manutenção de paz naquele país (MINUSMA).
Devido ao período de instabilidade que se vive no Mali, existem dificuldades no abastecimento rodoviário a civis e militares da MINUSMA. Desde o dia 12 de Janeiro, altura em se iniciou a missão, cabe ao contingente português realizar missões de transporte, de apoio sanitário e de lançamento de carga.
Recorde-se que, no dia 15 de Março, além da rotação de meios humanos na missão, também a aeronave C-130H, da Esquadra 501 – “Bisontes”, substituiu a aeronave C-295M, da Esquadra 502 “Elefantes”.(Fap)
Devido ao período de instabilidade que se vive no Mali, existem dificuldades no abastecimento rodoviário a civis e militares da MINUSMA. Desde o dia 12 de Janeiro, altura em se iniciou a missão, cabe ao contingente português realizar missões de transporte, de apoio sanitário e de lançamento de carga.
Recorde-se que, no dia 15 de Março, além da rotação de meios humanos na missão, também a aeronave C-130H, da Esquadra 501 – “Bisontes”, substituiu a aeronave C-295M, da Esquadra 502 “Elefantes”.(Fap)
17 de abril de 2015
Esquadra 501 efectua largada táctico-operacional no Mali
A Força Nacional Destacada (FND) no Mali fez uma missão que consistiu na largada de Container Delievery System (CDS) com comida e água para tropas europeias no terreno.
Esta foi a segunda largada em ambiente táctico-operacional da história da Esquadra 501 - "Bisontes" e da aeronave C-130. A primeira aconteceu em 2014, também no Mali. (FAP)
16 de março de 2015
C-130 rende C-295 em Força Nacional Destacada no Mali
A aeronave C-130 substituiu a aeronave C-295M na Força Nacional Destacada por Portugal na MINUSMA (United Nations Multidimensional Integrated Stabilization Mission in Mali), no Mali.
No dia 15 de Março de 2015 decorreu a cerimónia de partida para o Mali do destacamento que integra militares portugueses da Força Aérea e do Exército. Esta nova força renderá uma outra que cumpriu a sua missão naquele país e que regressa a Portugal. Desta vez, para além da troca de meios humanos, também a aeronave será trocada: o C-130 H, da Esquadra 501 – “Bisontes” substitui o C-295 M, da Esquadra 502 – “Elefantes”. Esta cerimónia foi presidida pelo Vice-Almirante Pires da Cunha, Comandante Operacional Conjunto, em representação do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas. (FAP)
No dia 15 de Março de 2015 decorreu a cerimónia de partida para o Mali do destacamento que integra militares portugueses da Força Aérea e do Exército. Esta nova força renderá uma outra que cumpriu a sua missão naquele país e que regressa a Portugal. Desta vez, para além da troca de meios humanos, também a aeronave será trocada: o C-130 H, da Esquadra 501 – “Bisontes” substitui o C-295 M, da Esquadra 502 – “Elefantes”. Esta cerimónia foi presidida pelo Vice-Almirante Pires da Cunha, Comandante Operacional Conjunto, em representação do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas. (FAP)
1 de fevereiro de 2015
C-295M opera em aeródromos no norte do Mali
A Força Nacional Destacada no Mali continua ao serviço das Nações Unidas na missão de manutenção de paz daquele país. Durante as primeiras semanas da MINUSMA (United Nations Multidimensional Integrated Stabilization Mission in Mali), coube ao destacamento português operar com a aeronave C-295M em vários aeródromos da zona norte, entre eles o da vila de Kidal.
A missão está a decorrer desde o dia 12 de Janeiro e, além da aeronave da Esquadra 502 – “Elefantes”, conta com 47 militares portugueses (41 da Força Aérea e 6 do Exército).
A FND vai estar no Mali durante quatro meses para realizar missões de transporte, apoio sanitário e lançamento de carga. (FAP)
A missão está a decorrer desde o dia 12 de Janeiro e, além da aeronave da Esquadra 502 – “Elefantes”, conta com 47 militares portugueses (41 da Força Aérea e 6 do Exército).
A FND vai estar no Mali durante quatro meses para realizar missões de transporte, apoio sanitário e lançamento de carga. (FAP)
12 de janeiro de 2015
MINUSMA: Força Nacional Destacada parte para o Mali
41 militares da Força Aérea Portuguesa partiram no dia 12 de Janeiro de 2015 para o Mali, para integrarem a missão MINUSMA (United Nations Multidimensional Integrated Stabilization Mission in Mali).
A cerimónia de partida teve lugar na Base Aérea N.º 6 (Montijo) e foi presidida pelo Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, General Artur Pina Monteiro, que fez questão de desejar sucesso aos militares da primeira missão Nacional fora do país em 2015. O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General José António de Magalhães Araújo Pinheiro, também esteve na cerimónia e despediu-se pessoalmente de todos os seus homens.
A Força Nacional Destacada, composta por 47 elementos (41 da Força Aérea e seis do Exército), estará quatro meses neste país africano, sob a égide das Nações Unidas. O contingente é composto, para além dos militares, por uma aeronave C-295M da Esquadra 502 – “Elefantes”. (FAP)
A cerimónia de partida teve lugar na Base Aérea N.º 6 (Montijo) e foi presidida pelo Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, General Artur Pina Monteiro, que fez questão de desejar sucesso aos militares da primeira missão Nacional fora do país em 2015. O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General José António de Magalhães Araújo Pinheiro, também esteve na cerimónia e despediu-se pessoalmente de todos os seus homens.
A Força Nacional Destacada, composta por 47 elementos (41 da Força Aérea e seis do Exército), estará quatro meses neste país africano, sob a égide das Nações Unidas. O contingente é composto, para além dos militares, por uma aeronave C-295M da Esquadra 502 – “Elefantes”. (FAP)
9 de janeiro de 2015
Contingente militar e avião C-295 partem segunda-feira para missão no Mali
Um contingente de 47 militares portugueses parte na próxima segunda-feira para o Mali, onde vai integrar nos próximos quatro meses a missão das Nações Unidas de apoio às populações, revelou hoje o Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA).
Em comunicado, o EMGFA refere que os militares portugueses da Força Aérea e do Exército e um avião C-295 partirão da Base Aérea do Montijo para integrarem nos próximos meses a operação "MINUSMA", a missão "multidimensional" e "integrada"das Nações Unidas naquele país norte-africano.
Na partida da Força Nacional Destacada "estarão presentes o chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, general Pina Monteiro, e o chefe do Estado-Maior da Força Aérea, general José Araújo Pinheiro.
Portugal teve até ao fim de 2014 uma aeronave C-130 a participar nesta missão da ONU. (RTP)
Em comunicado, o EMGFA refere que os militares portugueses da Força Aérea e do Exército e um avião C-295 partirão da Base Aérea do Montijo para integrarem nos próximos meses a operação "MINUSMA", a missão "multidimensional" e "integrada"das Nações Unidas naquele país norte-africano.
Na partida da Força Nacional Destacada "estarão presentes o chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, general Pina Monteiro, e o chefe do Estado-Maior da Força Aérea, general José Araújo Pinheiro.
Portugal teve até ao fim de 2014 uma aeronave C-130 a participar nesta missão da ONU. (RTP)
22 de dezembro de 2014
Estreia dos novos aviões C-295 em África provoca apreensão na Força Aérea
Modernos aparelhos de transporte vão substituir os C-130, há anos à espera de modernização, na próxima missão da ONU no Mali
A nova missão militar portuguesa no Mali, no quadro da ONU, obrigará a estrear os modernos aparelhos de transporte C-295 em África. A solução é uma consequência de há anos não se modernizarem os C-130 e, soube o DN, suscita alguma apreensão dentro e fora da Força Aérea.
"Como é que, em termos de estrutura, o C-295 vai aguentar" a operação em pistas rudimentares, esburacadas e onde é frequente pó e pedras serem projetadas à passagem das aeronaves, interrogou-se uma das fontes ouvidas pelo DN.
"O C-130 é um cavalo de batalha, uma máquina testada para esses ambientes, enquanto o C-295, estando bem equipado com novas tecnologias, tem uma capacidade operacional bastante mais limitada, assim como menos capacidade de absorção dos impactos inerentes ao uso intensivo" naquelas pistas, adiantou uma fonte. Além disso, o C-295, ao contrário do C-130, terá de reabastecer no Sul de Marrocos ou no Senegal para chegar ao Mali. (Diário de Notícias)
A nova missão militar portuguesa no Mali, no quadro da ONU, obrigará a estrear os modernos aparelhos de transporte C-295 em África. A solução é uma consequência de há anos não se modernizarem os C-130 e, soube o DN, suscita alguma apreensão dentro e fora da Força Aérea.
"Como é que, em termos de estrutura, o C-295 vai aguentar" a operação em pistas rudimentares, esburacadas e onde é frequente pó e pedras serem projetadas à passagem das aeronaves, interrogou-se uma das fontes ouvidas pelo DN.
"O C-130 é um cavalo de batalha, uma máquina testada para esses ambientes, enquanto o C-295, estando bem equipado com novas tecnologias, tem uma capacidade operacional bastante mais limitada, assim como menos capacidade de absorção dos impactos inerentes ao uso intensivo" naquelas pistas, adiantou uma fonte. Além disso, o C-295, ao contrário do C-130, terá de reabastecer no Sul de Marrocos ou no Senegal para chegar ao Mali. (Diário de Notícias)
3 de dezembro de 2014
Chegada dos Militares da Força Aérea
Regressaram na passada segunda-feira, dia 1 de Dezembro, os militares que estiveram integrados nas Forças Nacionais Destacadas ao serviço das Nações Unidas e da NATO na realização de operações no Mali e na Lituânia respectivamente.
O destacamento aéreo em Bamako, Mali, foi constituído por uma aeronave C-130H Hércules, respectiva tripulação, pessoal de apoio e seis militares do Exército, num total de 47 militares. Durante os cerca de três meses de operação, os militares da Força Aérea realizaram missões que contribuíram enquanto pilar no processo de estabilização e de manutenção de paz na região, destacando-se o transporte de militares, ajuda humanitária, água potável e mantimentos, perfazendo um total de 234 horas de voo no transporte de 1568 pessoas e 216.325KG de carga.
Sob a égide da NATO, a Esquadra 601 “Lobos”, realizou durante um mês, missões de patrulhamento marítimo no âmbito das Immediate Assurance Measures(IAM) 14, sediados na Base Aérea em Siauliai, Lituânia.
Durante a operação, foram empenhados 27 militares das áreas de operações, logística, manutenção, comunicações e sistemas de informação e de apoio tendo sido realizadas 13 missões, totalizando cerca de 90 horas de voo.
Na zona de operações, foram identificados e classificados vários meios, aéreos e marítimos, de nacionalidade Russa, tendo sido os seus movimentos e operação monitorizados e reportados, contribuindo para a manutenção do panorama do Báltico. (FAP)
O destacamento aéreo em Bamako, Mali, foi constituído por uma aeronave C-130H Hércules, respectiva tripulação, pessoal de apoio e seis militares do Exército, num total de 47 militares. Durante os cerca de três meses de operação, os militares da Força Aérea realizaram missões que contribuíram enquanto pilar no processo de estabilização e de manutenção de paz na região, destacando-se o transporte de militares, ajuda humanitária, água potável e mantimentos, perfazendo um total de 234 horas de voo no transporte de 1568 pessoas e 216.325KG de carga.
Sob a égide da NATO, a Esquadra 601 “Lobos”, realizou durante um mês, missões de patrulhamento marítimo no âmbito das Immediate Assurance Measures(IAM) 14, sediados na Base Aérea em Siauliai, Lituânia.
Durante a operação, foram empenhados 27 militares das áreas de operações, logística, manutenção, comunicações e sistemas de informação e de apoio tendo sido realizadas 13 missões, totalizando cerca de 90 horas de voo.
Na zona de operações, foram identificados e classificados vários meios, aéreos e marítimos, de nacionalidade Russa, tendo sido os seus movimentos e operação monitorizados e reportados, contribuindo para a manutenção do panorama do Báltico. (FAP)
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28 de novembro de 2014
Altas entidades militares visitam contingente no Mali
O Vice-Chefe do Estado-Maior da Força Aérea (VCEMFA), Tenente-General Rui Mora de Oliveira, enquanto Chefe do Estado-Maior da Força Aérea em exercício de funções, visitou o contingente português no Mali, onde, desde Setembro, 47 militares e uma aeronave C-130H estão ao serviço das Nações Unidas na missão de estabilização daquele país (MINUSMA).
A visita ocorreu a 25 de Novembro, com o VCEMFA a ser acompanhado pelo Vice-Chefe do Estado-Maior do Exército, Tenente-General António Agostinho, pelo Comandante Operacional Conjunto, Vice-Almirante Pires da Cunha, e pelo Comandante Aéreo, Tenente-General Lopes da Silva. (FAP)
A visita ocorreu a 25 de Novembro, com o VCEMFA a ser acompanhado pelo Vice-Chefe do Estado-Maior do Exército, Tenente-General António Agostinho, pelo Comandante Operacional Conjunto, Vice-Almirante Pires da Cunha, e pelo Comandante Aéreo, Tenente-General Lopes da Silva. (FAP)
3 de outubro de 2014
Forças Armadas Portuguesas prestam ajuda humanitária no Mali
Esta Força Nacional Destacada (FND) composta por 41 militares da Força Aérea e 6 do Exército, apoiados por um C-130, da Esquadra 501, encontra-se integrada na MINUSMA - Força Multinacional de Estabilização das Nações Unidas, no Mali, desde o dia 29 de Agosto.
A missão tem-se centrado no apoio às autoridades do Mali, através de operações que assentam na promoção e protecção dos direitos humanos. Destacam-se das suas missões diárias, a entrega de alimentos e água potável.
Durante o primeiro mês de missão a Força Nacional Destacada já realizou cerca de 90 horas de voo, transportando aproximadamente 500 pessoas e mais de 90 toneladas de carga.
A aeronave C-130, aliada a uma equipa de competência certificada e reconhecida, tem sido uma peça fundamental na concretização da ponte logística intra e inter-teatro, sendo uma mais-valia em qualquer operação nacional ou internacional. (Defesa)
A missão tem-se centrado no apoio às autoridades do Mali, através de operações que assentam na promoção e protecção dos direitos humanos. Destacam-se das suas missões diárias, a entrega de alimentos e água potável.
Durante o primeiro mês de missão a Força Nacional Destacada já realizou cerca de 90 horas de voo, transportando aproximadamente 500 pessoas e mais de 90 toneladas de carga.
A aeronave C-130, aliada a uma equipa de competência certificada e reconhecida, tem sido uma peça fundamental na concretização da ponte logística intra e inter-teatro, sendo uma mais-valia em qualquer operação nacional ou internacional. (Defesa)
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25 de setembro de 2014
Mais de 350 pessoas transportadas de C-130 no Mali
Uma aeronave C-130 da Esquadra 501 "Bisontes", 41 militares da Força Aérea e seis do Exército estão, desde o início de Setembro, ao serviço das Nações Unidas, no apoio ao processo de paz naquele país.
Desde o início da missão, já foram efectuadas mais de 50 horas de voo, transportadas mais de 350 pessoas e 55 toneladas de material. (FAP)
Desde o início da missão, já foram efectuadas mais de 50 horas de voo, transportadas mais de 350 pessoas e 55 toneladas de material. (FAP)
29 de agosto de 2014
C-130H e 47 militares portugueses partem para o Mali
Partiu no dia 29 de Agosto, da Base Aérea N.º 6 – Montijo, a aeronave C-130H com os 47 militares que vão integrar a missão de estabilização no Mali. São 41 elementos da Força Aérea e seis do Exército que, a partir de Setembro, vão estar ao serviço das Nações Unidas (MINUSMA) no apoio ao processo de paz naquele país.
A missão terá uma duração de três meses. (Fonte : FAP)
A missão terá uma duração de três meses. (Fonte : FAP)
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