(Marinha)Decorreu esta manhã, a bordo da fragata Álvares Cabral, na Base Naval do Alfeite, a cerimónia de lançamento dos selos alusivos aos 30 anos das fragatas da classe Vasco da Gama, presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, almirante António Mendes Calado. A cerimónia contou com a presença e intervenção do Diretor da Filatelia dos CTT, Dr. Raul Moreira.
A Bandeira Nacional foi içada, pela primeira vez, a bordo das fragatas NRP Vasco da Gama, NRP Álvares Cabral e NRP Corte-Real no ano de 1991. Nestes trinta anos ao serviço de Portugal, os três navios da classe Vasco da Gama participaram em inúmeras missões e operações em todo o mundo, desempenhando diversas tarefas e representando Portugal em defesa dos interesses nacionais em várias partes do globo, designadamente nos oceanos Atlântico e Índico, no mar Mediterrâneo, no mar do Norte, no mar Adriático e no mar Báltico, entre outros.
A entrada das três fragatas da classe Vasco da Gama ao serviço da Marinha representou a atualização e modernização de procedimentos e conceitos operacionais que permitiram atualizar a esquadra e todo o universo que a rodeia, como o apoio logístico, a formação e o Treino. Permitiu ainda à Marinha continuar como uma importante parceira junto das organizações internacionais.
A fragata Vasco da Gama é o primeiro navio da classe e foi em 18 de janeiro de 1991 que a Bandeira Nacional foi içada a bordo, pela primeira vez.
O NRP Álvares Cabral é o segundo navio da classe Vasco da Gama foi aumentado ao efetivo dos navios da Marinha no dia 24 de maio de 1991.
A fragata Corte-Real é o terceiro e ultimo navio desta classe tendo sido aumentada ao efetivo em 22 de novembro de 1991.
Ao longo destes 30 anos, os três navios da Marinha já navegaram mais de 500 mil milhas náuticas cada um, cumprindo as mais diversas missões ao serviço de Portugal, o que perfaz mais de 1.500 mil milhas no total, o equivalente a mais de 70 voltas ao mundo.
Mostrar mensagens com a etiqueta NRP Álvares Cabral. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta NRP Álvares Cabral. Mostrar todas as mensagens
18 de maio de 2021
3 de maio de 2021
Marinha Portuguesa organiza exercício multinacional CONTEX-PHIBEX 21
(Marinha)Entre os dias 3 e 14 de maio, ao longo da costa ocidental portuguesa, vai realizar-se um dos maiores exercícios organizados pela Marinha Portuguesa, o CONTEX-PHIBEX 21, que conta com a participação de mais de 1500 militares portugueses, espanhóis, italianos e norte americanos.
O exercício CONTEX-PHIBEX 21 é um exercício naval e anfíbio que tem como objetivo treinar e aperfeiçoar as aptidões da Força Naval Portuguesa, em conjunto com as forças armadas de outros países, para dar resposta a cenários de crise.
No CONTEX-PHIBEX 21 participam vários meios da Marinha Portuguesa como os navios Álvares Cabral, Figueira da Foz, Sines, Tridente, Cassiopeia e Pégaso, e também uma Força de Fuzileiros, o Destacamento de Ações Especiais, o Pelotão de Abordagem e o Destacamento de Mergulhadores Sapadores Nº1 e Nº2. O exercício conta, ainda, com a participação d navio anfíbio USS Carter Hall e da aeronave MV22, da Marinha dos Estados Unidos, do navio ITS Antonio Marceglia, da Marinha Italiana, e dos navios ESPS Almirante Juan de Bornón e ESPS Patiño, da Marinha Espanhola.
19 de junho de 2019
Marinha Portuguesa organiza o maior exercício multinacional dos últimos dois anos
(MGP)Começa hoje, dia 19 de Junho, a fase de mar do exercício naval CONTEX-PHIBEX 19, o maior exercício multinacional organizado pela Marinha Portuguesa, nos últimos dois anos em Portugal.
Após dois dias de treinos na Base Naval de Lisboa, navios, fuzileiros e mergulhadores estão prontos para iniciar a fase de mar deste exercício que conta com a participação da Força Aérea Portuguesa e das Marinhas de Espanha, França, Itália e Estados Unidos. O exercício termina no dia 28 de Junho e conta com a participação de cerca de 1700 militares.
O CONTEX-PHIBEX 19 é um exercício naval e anfíbio que tem como objectivo melhorar a proficiência da esquadra da Marinha Portuguesa e dos fuzileiros que, juntamente com as outras forças e unidades aliadas, interagem perante um cenário multidimensional, no âmbito das operações de resposta a crise.
Durante a participação no exercício, a fragata Corte-Real vai comandar a Força Naval Europeia (EUROMARFOR), composta por navios das Marinhas de França, Itália, Portugal e Espanha. A Marinha Portuguesa irá também empenhar a fragata Álvares Cabral, os navios patrulha oceânicos Setúbal e Figueira da Foz, o submarino Tridente, o navio reabastecedor Bérrio, o navio hidrográfico Almirante Gago Coutinho, o navio patrulha costeiro Tejo, as lanchas Dragão e Escorpião, uma força de fuzileiros e os mergulhadores.
Este exercício, que contempla o disparo de mísseis, operação de veículos autónomos e desembarques anfíbios, contribuirá de forma significativa para a manutenção dos elevados padrões de prontidão e interoperabilidade das unidades participantes, bem como a coesão de todas as forças e comandos envolvidos, nomeadamente da Força Naval Portuguesa e da Força Marítima Europeia.
Após dois dias de treinos na Base Naval de Lisboa, navios, fuzileiros e mergulhadores estão prontos para iniciar a fase de mar deste exercício que conta com a participação da Força Aérea Portuguesa e das Marinhas de Espanha, França, Itália e Estados Unidos. O exercício termina no dia 28 de Junho e conta com a participação de cerca de 1700 militares.
O CONTEX-PHIBEX 19 é um exercício naval e anfíbio que tem como objectivo melhorar a proficiência da esquadra da Marinha Portuguesa e dos fuzileiros que, juntamente com as outras forças e unidades aliadas, interagem perante um cenário multidimensional, no âmbito das operações de resposta a crise.
Durante a participação no exercício, a fragata Corte-Real vai comandar a Força Naval Europeia (EUROMARFOR), composta por navios das Marinhas de França, Itália, Portugal e Espanha. A Marinha Portuguesa irá também empenhar a fragata Álvares Cabral, os navios patrulha oceânicos Setúbal e Figueira da Foz, o submarino Tridente, o navio reabastecedor Bérrio, o navio hidrográfico Almirante Gago Coutinho, o navio patrulha costeiro Tejo, as lanchas Dragão e Escorpião, uma força de fuzileiros e os mergulhadores.
Este exercício, que contempla o disparo de mísseis, operação de veículos autónomos e desembarques anfíbios, contribuirá de forma significativa para a manutenção dos elevados padrões de prontidão e interoperabilidade das unidades participantes, bem como a coesão de todas as forças e comandos envolvidos, nomeadamente da Força Naval Portuguesa e da Força Marítima Europeia.
Etiquetas:
Exercícios Navais,
Força Aérea Portuguesa,
Forças Armadas,
Fuzileiros,
Marinha Portuguesa,
NRP Álvares Cabral,
NRP Bérrio,
NRP Côrte Real,
NRP Figueira da Foz,
NRP Setúbal,
NRP Tejo,
NRP Tridente
2 de junho de 2019
Fragata da Marinha nas comemorações do Dia de Portugal em Cabo Verde
(MGP)A fragata da Marinha Portuguesa, NRP Álvares Cabral, irá largar na manhã deste domingo, 2 de Junho, da Base Naval de Lisboa para participar nas comemorações do Dia de Portugal em Cabo Verde.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, irá assinalar o Dia de Portugal em três das Ilhas da República de Cabo Verde: São Vicente, Brava e Fogo. O navio português irá embarcar os Presidentes da República de ambos os países e fazer o apoio na deslocação entre ilhas das diferentes entidades.
Por ocasião destas comemorações, irá ocorrer uma cerimónia militar com forças conjuntas no dia 11 de Junho na Ilha de São Vicente.
O NRP Álvares Cabral é comandado pelo capitão-de-fragata Alexandre Santos Fernandes e tem embarcado 157 militares, incluindo o Comandante do Grupo Tarefa, capitão-de-mar-e-guerra Nuno António de Noronha Bragança, uma equipa de fuzileiros, uma equipa de mergulhadores e uma equipa médica. De referir ainda, que irão embarcar na fragata um total de 23 cadetes do 4º ano da Escola Naval, para cumprirem o seu estágio de embarque, com o objetivo de poderem pôr em prática a sua formação teórica.
A missão terá uma duração de 17 dias, sendo que o navio estará de volta a território nacional dia 18 de Junho.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, irá assinalar o Dia de Portugal em três das Ilhas da República de Cabo Verde: São Vicente, Brava e Fogo. O navio português irá embarcar os Presidentes da República de ambos os países e fazer o apoio na deslocação entre ilhas das diferentes entidades.
Por ocasião destas comemorações, irá ocorrer uma cerimónia militar com forças conjuntas no dia 11 de Junho na Ilha de São Vicente.
O NRP Álvares Cabral é comandado pelo capitão-de-fragata Alexandre Santos Fernandes e tem embarcado 157 militares, incluindo o Comandante do Grupo Tarefa, capitão-de-mar-e-guerra Nuno António de Noronha Bragança, uma equipa de fuzileiros, uma equipa de mergulhadores e uma equipa médica. De referir ainda, que irão embarcar na fragata um total de 23 cadetes do 4º ano da Escola Naval, para cumprirem o seu estágio de embarque, com o objetivo de poderem pôr em prática a sua formação teórica.
A missão terá uma duração de 17 dias, sendo que o navio estará de volta a território nacional dia 18 de Junho.
5 de abril de 2019
Fragata Álvares Cabral regressa a Lisboa
(MGP)A fragata Álvares Cabral largou de Lisboa no dia 22 de Janeiro tendo sido empenhada na missão Iniciativa Mar Aberto, com o objectivo de contribuir para o esforço internacional de capacitação dos países do Golfo da Guiné, com especial ênfase junto dos países amigos de língua oficial portuguesa, em matéria de segurança marítima e no apoio ao combate às actividades ilícitas no mar.
Durante a missão, o navio percorreu mais de 11.500 milhas náuticas, tendo visitado 8 portos em 5 países (Cabo Verde, Camarões, São Tomé e Príncipe, Angola e Costa do Marfim) onde desenvolveu 38 acções de capacitação no domínio da defesa, e entregue mais de 30 toneladas de material e equipamento de apoio à capacitação no âmbito da defesa e segurança marítima, e material social proveniente de várias instituições privadas de solidariedade social.
Das diversas acções destacam-se a entrega de viaturas e material diverso oferecidos pelo Grão-Ducado do Luxemburgo à Guarda Costeira de Cabo Verde, durante a estadia no porto do Mindelo, ao abrigo do acordo trilateral assinado pelos três países em 2018, o apoio à visita presidencial a Angola, onde o Presidente da República Português recebeu a bordo da Álvares Cabral a comunidade portuguesa residente em Angola, a participação no maior e mais importante exercício internacional Golfo da Guiné, o OBANGAME EXPRESS 2019, que tem como objectivo principal promover a segurança marítima na região.
Durante a permanência do navio no Golfo da Guiné, região que suscita a atenção da comunidade internacional em matéria de segurança marítima, a fragata da Marinha acompanhou de forma próxima a navegação mercante de bandeira portuguesa na região. De salientar que no primeiro trimestre de 2019 ocorreram 32 ataques de pirataria na região, tendo como resultado o roubo de carga diversa e o rapto de 34 pessoas, sendo que, por semana, e em média, 20 navios de bandeira portuguesa cruzam esta área.
No âmbito do apoio à politica externa, o navio recebeu a bordo mais de 1.000 pessoas, entre representantes do Estado português e entidades estrangeiras dos países visitados, bem como elementos das comunidades locais e crianças e jovens em idade escolar.
Paralelamente, militares do NRP Álvares Cabral visitaram diversas escolas da região divulgando a importância do mar e as missões da Marinha, onde entregaram diverso material de apoio escolar.
Já na área médica, a equipa de saúde da fragata Álvares Cabral deslocou-se a vários hospitais e Centros de Saúde tendo dado consultas às populações locais mais carenciadas e distribuído medicamentos e apósitos médicos.
A fragata Alvares Cabral tem embarcados 159 militares, incluindo o uma equipa de fuzileiros, uma equipa de mergulhadores e uma equipa médica.
Durante a missão, o navio percorreu mais de 11.500 milhas náuticas, tendo visitado 8 portos em 5 países (Cabo Verde, Camarões, São Tomé e Príncipe, Angola e Costa do Marfim) onde desenvolveu 38 acções de capacitação no domínio da defesa, e entregue mais de 30 toneladas de material e equipamento de apoio à capacitação no âmbito da defesa e segurança marítima, e material social proveniente de várias instituições privadas de solidariedade social.
Das diversas acções destacam-se a entrega de viaturas e material diverso oferecidos pelo Grão-Ducado do Luxemburgo à Guarda Costeira de Cabo Verde, durante a estadia no porto do Mindelo, ao abrigo do acordo trilateral assinado pelos três países em 2018, o apoio à visita presidencial a Angola, onde o Presidente da República Português recebeu a bordo da Álvares Cabral a comunidade portuguesa residente em Angola, a participação no maior e mais importante exercício internacional Golfo da Guiné, o OBANGAME EXPRESS 2019, que tem como objectivo principal promover a segurança marítima na região.
Durante a permanência do navio no Golfo da Guiné, região que suscita a atenção da comunidade internacional em matéria de segurança marítima, a fragata da Marinha acompanhou de forma próxima a navegação mercante de bandeira portuguesa na região. De salientar que no primeiro trimestre de 2019 ocorreram 32 ataques de pirataria na região, tendo como resultado o roubo de carga diversa e o rapto de 34 pessoas, sendo que, por semana, e em média, 20 navios de bandeira portuguesa cruzam esta área.
No âmbito do apoio à politica externa, o navio recebeu a bordo mais de 1.000 pessoas, entre representantes do Estado português e entidades estrangeiras dos países visitados, bem como elementos das comunidades locais e crianças e jovens em idade escolar.
Paralelamente, militares do NRP Álvares Cabral visitaram diversas escolas da região divulgando a importância do mar e as missões da Marinha, onde entregaram diverso material de apoio escolar.
Já na área médica, a equipa de saúde da fragata Álvares Cabral deslocou-se a vários hospitais e Centros de Saúde tendo dado consultas às populações locais mais carenciadas e distribuído medicamentos e apósitos médicos.
A fragata Alvares Cabral tem embarcados 159 militares, incluindo o uma equipa de fuzileiros, uma equipa de mergulhadores e uma equipa médica.
7 de março de 2019
Força Aérea e Marinha no maior exercício militar no Golfo da Guiné
(Emgfa)A aeronave P-3C CUP+, da Esquadra 601 - "Lobos" da Força Aérea portuguesa e a fragata “Álvares Cabral”, da Marinha portuguesa, participam, de 8 a 23 de Março, no maior exercício militar aeronaval internacional no Golfo da Guiné, o OBANGAME EXPRESS 19, com o objectivo de promover a segurança marítima na região.
A aeronave da Força Aérea, com um total de 36 militares empenhados, participa na edição anual do OBANGAME EXPRESS entre 8 e 12 de Março a partir da República de Cabo Verde e entre 12 a 22 de Março a partir de São Tomé e Príncipe. A fragata “Álvares Cabral”, actualmente em missão em Angola com 159 militares embarcados, juntar-se-á mais tarde, a sul da Nigéria, durante o período entre 15 a 20 de Março.
Este exercício tem como principal objectivo promover a segurança global na região, através da cooperação entre todas as forças e unidades dos países participantes e a partilha de informação no domínio marítimo entre os diversos centros de operações marítimas no Golfo da Guiné, destacando-se a participação de meios de 19 países africanos (Angola, Benin, Camarões, Cabo Verde, Congo, Costa do Marfim, Gabão, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Libéria, Marrocos, Nigéria, Senegal, Serra Leoa, República Democrática do Congo, São Tomé e Príncipe e Togo).
A capacitação dos países do Golfo da Guiné, em concreto na área da segurança marítima e do combate às actividades ilícitas no mar, onde se destaca o combate contra a pirataria, o narcotráfico e a delapidação abusiva dos recursos marinhos, bem como a proteção das bases de exploração petrolífera existentes na região, são outros dos grandes objectivos deste exercício militar conduzido pelo Comando Africano dos Estados Unidos (United States Africa Command - U.S. AFRICOM).
Relembra-se que no Golfo da Guiné situam-se 4.000 milhões de metros cúbicos de reservas de gás natural e é onde tem origem cerca de 50% da produção de petróleo do continente africano, representando 10% da produção mundial, estimando-se que desde 2013 são perdidos por dia 40.000 barris devido a actos de pirataria ou roubo.
Salienta-se também que aproximadamente 40% do volume de peixe capturado nas águas da África Ocidental são provenientes de pesca ilegal, representando uma perda anual de mais de 1,5 milhões de dólares para os Estados da região.
A aeronave da Força Aérea, com um total de 36 militares empenhados, participa na edição anual do OBANGAME EXPRESS entre 8 e 12 de Março a partir da República de Cabo Verde e entre 12 a 22 de Março a partir de São Tomé e Príncipe. A fragata “Álvares Cabral”, actualmente em missão em Angola com 159 militares embarcados, juntar-se-á mais tarde, a sul da Nigéria, durante o período entre 15 a 20 de Março.
Este exercício tem como principal objectivo promover a segurança global na região, através da cooperação entre todas as forças e unidades dos países participantes e a partilha de informação no domínio marítimo entre os diversos centros de operações marítimas no Golfo da Guiné, destacando-se a participação de meios de 19 países africanos (Angola, Benin, Camarões, Cabo Verde, Congo, Costa do Marfim, Gabão, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Libéria, Marrocos, Nigéria, Senegal, Serra Leoa, República Democrática do Congo, São Tomé e Príncipe e Togo).
A capacitação dos países do Golfo da Guiné, em concreto na área da segurança marítima e do combate às actividades ilícitas no mar, onde se destaca o combate contra a pirataria, o narcotráfico e a delapidação abusiva dos recursos marinhos, bem como a proteção das bases de exploração petrolífera existentes na região, são outros dos grandes objectivos deste exercício militar conduzido pelo Comando Africano dos Estados Unidos (United States Africa Command - U.S. AFRICOM).
Relembra-se que no Golfo da Guiné situam-se 4.000 milhões de metros cúbicos de reservas de gás natural e é onde tem origem cerca de 50% da produção de petróleo do continente africano, representando 10% da produção mundial, estimando-se que desde 2013 são perdidos por dia 40.000 barris devido a actos de pirataria ou roubo.
Salienta-se também que aproximadamente 40% do volume de peixe capturado nas águas da África Ocidental são provenientes de pesca ilegal, representando uma perda anual de mais de 1,5 milhões de dólares para os Estados da região.
1 de março de 2019
Fragata da Marinha portuguesa leva formação e apoio social a São Tomé e Príncipe
(Emgfa)A fragata “Álvares Cabral”, da Marinha portuguesa, durante a sua passagem por São Tomé e Príncipe, desenvolveu, entre os dias 20 e 25 de Fevereiro, várias actividades de formação e treino conjuntos com as Forças Armadas de São Tomé e Príncipe, assim como acções de apoio técnico, para devolver a operacionalidade a algumas embarcações, de apoio social, com a realização consultas médicas à população, e entrega de material social a várias instituições.
No âmbito da cooperação internacional com países amigos, a fragata portuguesa prossegue agora com a sua missão, no Golfo da Guiné. Luanda é o próximo porto onde irá permanecer e, no qual, serão realizados vários treinos de mar, em parceria com a Marinha de Guerra angolana e com a Academia Naval de Angola, com a possibilidade de receber a bordo alguns cadetes.
A fragata “Álvares Cabral”, da Marinha portuguesa, integra a Iniciativa Mar Aberto 2019, no âmbito da cooperação no domínio da defesa, com o objectivo principal de contribuir para o reforço internacional de capacitação dos países do Golfo da Guiné, em particular dos países de língua oficial portuguesa, em matéria de segurança marítima e no combate às actividades ilícitas no mar.
O navio, comandado pelo capitão-de-fragata Alexandre Martins dos Santos Fernandes, conta com 159 militares a bordo, incluindo não só equipas de fuzileiros, mergulhadores e médicos, mas também o Comandante da missão Mar Aberto, o capitão-de-mar-e-guerra Nuno António de Noronha Bragança.
No âmbito da cooperação internacional com países amigos, a fragata portuguesa prossegue agora com a sua missão, no Golfo da Guiné. Luanda é o próximo porto onde irá permanecer e, no qual, serão realizados vários treinos de mar, em parceria com a Marinha de Guerra angolana e com a Academia Naval de Angola, com a possibilidade de receber a bordo alguns cadetes.
A fragata “Álvares Cabral”, da Marinha portuguesa, integra a Iniciativa Mar Aberto 2019, no âmbito da cooperação no domínio da defesa, com o objectivo principal de contribuir para o reforço internacional de capacitação dos países do Golfo da Guiné, em particular dos países de língua oficial portuguesa, em matéria de segurança marítima e no combate às actividades ilícitas no mar.
O navio, comandado pelo capitão-de-fragata Alexandre Martins dos Santos Fernandes, conta com 159 militares a bordo, incluindo não só equipas de fuzileiros, mergulhadores e médicos, mas também o Comandante da missão Mar Aberto, o capitão-de-mar-e-guerra Nuno António de Noronha Bragança.
18 de fevereiro de 2019
Fragata portuguesa navega em zona de risco de pirataria marítima
(Emgfa)A fragata “Álvares Cabral”, da Marinha portuguesa, prossegue missão no Golfo da Guiné, região do globo onde se tem vindo a verificar a ocorrência de ataques de pirataria marítima, tendo já ocorrido 10 ataques desde o dia 1 de Janeiro de 2019, que originam raptos frequentes de elementos das tripulações dos navios mercantes que cruzam a área.
Este crime, internacionalmente reconhecido, é também uma preocupação nacional, tendo em consideração que, em média, cruzam semanalmente esta zona de insegurança marítima cerca de 20 navios que arvoram pavilhão português.
O navio atracou em Douala, nos Camarões, no período de 17 e 18 de Fevereiro. Desde 2014 que Portugal não marcava presença com um navio da Marinha nos Camarões, tendo este porto sido visitado pela última vez pela fragata “Bartolomeu Dias”.
O navio ruma hoje em direcção a São Tomé e Príncipe, onde irá desenvolver várias acções de Cooperação no Domínio da Defesa com as Forças Armadas deste país membro da CPLP. Relembra-se que Portugal tem actualmente em curso o projecto de capacitação da Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe, com a presença permanente do navio patrulha “Zaire”, da Marinha portuguesa. Sendo um meio com capacidade oceânica de intervenção a longa distância, através da sua presença nesta área o navio da Marinha tem contribuído para a dissuasão de actividades ilícitas e proteção dos recursos marinhos da região, ao mesmo tempo que incrementa a capacidade de patrulha, vigilância e apoio ao exercício da autoridade do Estado das águas sob soberania e jurisdição deste país.
O navio português encontra-se integrado na missão MAR ABERTO, com o objectivo principal de contribuir para o esforço internacional de capacitação dos países do Golfo da Guiné, com especial ênfase junto dos países de língua oficial portuguesa, em matéria de segurança marítima e no apoio ao combate às actividades ilícitas no mar.
A fragata “Álvares Cabral” tem embarcado 159 militares, incluindo uma equipa de fuzileiros, uma equipa de mergulhadores e uma equipa médica.
Este crime, internacionalmente reconhecido, é também uma preocupação nacional, tendo em consideração que, em média, cruzam semanalmente esta zona de insegurança marítima cerca de 20 navios que arvoram pavilhão português.
O navio atracou em Douala, nos Camarões, no período de 17 e 18 de Fevereiro. Desde 2014 que Portugal não marcava presença com um navio da Marinha nos Camarões, tendo este porto sido visitado pela última vez pela fragata “Bartolomeu Dias”.
O navio ruma hoje em direcção a São Tomé e Príncipe, onde irá desenvolver várias acções de Cooperação no Domínio da Defesa com as Forças Armadas deste país membro da CPLP. Relembra-se que Portugal tem actualmente em curso o projecto de capacitação da Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe, com a presença permanente do navio patrulha “Zaire”, da Marinha portuguesa. Sendo um meio com capacidade oceânica de intervenção a longa distância, através da sua presença nesta área o navio da Marinha tem contribuído para a dissuasão de actividades ilícitas e proteção dos recursos marinhos da região, ao mesmo tempo que incrementa a capacidade de patrulha, vigilância e apoio ao exercício da autoridade do Estado das águas sob soberania e jurisdição deste país.
O navio português encontra-se integrado na missão MAR ABERTO, com o objectivo principal de contribuir para o esforço internacional de capacitação dos países do Golfo da Guiné, com especial ênfase junto dos países de língua oficial portuguesa, em matéria de segurança marítima e no apoio ao combate às actividades ilícitas no mar.
A fragata “Álvares Cabral” tem embarcado 159 militares, incluindo uma equipa de fuzileiros, uma equipa de mergulhadores e uma equipa médica.
6 de fevereiro de 2019
Militares portugueses apoiam treino das Forças Armadas de Cabo Verde
(Emgfa)A fragata “Álvares Cabral”, da Marinha portuguesa, em missão de cooperação no domínio da Defesa com a República de Cabo Verde, tem levado a cabo nos últimos dias diversas acções de treino e cooperação com as Forças Armadas de Cabo Verde, com o objectivo de incrementar a interoperabilidade entre a Marinha portuguesa a as autoridades cabo-verdianas, bem como contribuir para a capacitação no âmbito da segurança marítima e no apoio ao combate às actividades ilícitas no mar.
O navio da república portuguesa esteve atracado no porto de Mindelo no período compreendido entre 29 de Janeiro e 1 de Fevereiro de 2019, onde se destacam as acções de treino nas áreas médica, da segurança da navegação, busca e salvamento marítimo, vigilância marítima, limitação de avarias, proteção de um navio no porto e técnicas de abordagem a partir do mar. Também ao nível da componente anfíbia foram conduzidos diversos treinos conjuntos entre as forças de fuzileiros dos dois países, onde se inclui o tiro de combate. Após o treino em terra, a força de fuzileiros portuguesa em conjunto com vinte e nove fuzileiros de Cabo Verde, foram projectados a partir da fragata Álvares Cabral para a praia de S. Pedro, tendo efectuado um raid anfíbio nocturno.
A fragata portuguesa navegou nas águas da Zona Económica Exclusiva (ZEE) da República de Cabo Verde, a apoiar a realização de acções de fiscalização marítima levadas a cabo por elementos da Policia Judiciária, Policia Marítima e Inspecção de Pescas de Cabo Verde, para detecção de actividades ilícitas no mar. A bordo navegaram igualmente Fuzileiros e estagiários da Guarda Costeira.
O NRP Álvares Cabral tem previsto visitar a cidade da Praia, ilha de Santiago, de 6 a 8 de Fevereiro, por forma a dar continuidade às acções planeadas de cooperação no domínio da Defesa. O navio da marinha portuguesa é comandado pelo capitão-de-fragata Alexandre Santos Fernandes e tem embarcado 159 militares, incluindo o Comandante da missão Mar Aberto, capitão-de-mar-e-guerra Nuno Noronha Bragança, uma equipa de fuzileiros, uma equipa de mergulhadores e uma equipa médica.
O navio da república portuguesa esteve atracado no porto de Mindelo no período compreendido entre 29 de Janeiro e 1 de Fevereiro de 2019, onde se destacam as acções de treino nas áreas médica, da segurança da navegação, busca e salvamento marítimo, vigilância marítima, limitação de avarias, proteção de um navio no porto e técnicas de abordagem a partir do mar. Também ao nível da componente anfíbia foram conduzidos diversos treinos conjuntos entre as forças de fuzileiros dos dois países, onde se inclui o tiro de combate. Após o treino em terra, a força de fuzileiros portuguesa em conjunto com vinte e nove fuzileiros de Cabo Verde, foram projectados a partir da fragata Álvares Cabral para a praia de S. Pedro, tendo efectuado um raid anfíbio nocturno.
A fragata portuguesa navegou nas águas da Zona Económica Exclusiva (ZEE) da República de Cabo Verde, a apoiar a realização de acções de fiscalização marítima levadas a cabo por elementos da Policia Judiciária, Policia Marítima e Inspecção de Pescas de Cabo Verde, para detecção de actividades ilícitas no mar. A bordo navegaram igualmente Fuzileiros e estagiários da Guarda Costeira.
O NRP Álvares Cabral tem previsto visitar a cidade da Praia, ilha de Santiago, de 6 a 8 de Fevereiro, por forma a dar continuidade às acções planeadas de cooperação no domínio da Defesa. O navio da marinha portuguesa é comandado pelo capitão-de-fragata Alexandre Santos Fernandes e tem embarcado 159 militares, incluindo o Comandante da missão Mar Aberto, capitão-de-mar-e-guerra Nuno Noronha Bragança, uma equipa de fuzileiros, uma equipa de mergulhadores e uma equipa médica.
4 de fevereiro de 2019
Marinha portuguesa entrega viaturas e armamento à Guarda Costeira de Cabo Verde
(Emgfa)A fragata “Álvares Cabral”, da Marinha portuguesa, entregou, no dia 1 de Fevereiro, quatro viaturas e armamento diverso à Guarda Costeira de Cabo Verde, oferecidas pelo Grão-Ducado do Luxemburgo, no âmbito do acordo de Cooperação Trilateral no Domínio da Defesa entre Cabo Verde, Luxemburgo e Portugal.
O acordo de Cooperação Trilateral no Domínio da Defesa entre Cabo Verde, Luxemburgo e Portugal foi celebrado na cidade da Praia (Ilha de Santiago), em 6 de Agosto de 2018, pelos Ministros da Defesa dos três países. Este tem como principal objectivo o desenvolvimento de projectos tripartidos que visam a diminuição da instabilidade no domínio da Defesa, da segurança marítima e da formação de Cabo Verde, promovendo a segurança marítima no Atlântico, através da proteção das linhas de comunicação essenciais ao comércio marítimo internacional e o combate às actividades ilícitas praticadas no mar, em particular a pirataria marítima e assaltos à mão armada dentro do mar territorial, o tráfico de drogas e a pesca ilegal, não declarada e não regulamentada.
A entrega teve lugar numa cerimónia que se realizou no porto de Mindelo, presidida pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros e Comunidades e Ministro da Defesa da República de Cabo Verde, Dr. Luís Filipe Tavares, contando com a presença da Embaixadora de Portugal em Cabo Verde e da Encarregada de Negócios do Grão-Ducado do Luxemburgo.
Em declarações públicas na cerimónia, a embaixadora de Portugal na República de Cabo Verde, Dra. Helena Paiva, reconheceu a importância do posicionamento estratégico de Cabo Verde e congratulou-se com entrega deste equipamento oferecido pelo Grão-Ducado do Luxemburgo, representando mais um passo para o sucesso e consolidação do acordo tripartido celebrado entre os três países. Ressalvou ainda o significado desta doação e o que esta representa para Cabo Verde e para as suas Forças Armadas, nomeadamente a sua Guarda Costeira, entidade à qual compete preservar o espaço marítimo nacional.
Afirmou ainda a importância da “…segurança na sua Zona Económica Exclusiva e dos seus valiosos recursos…” e que “…o transporte destes equipamentos a bordo da fragata da Marinha portuguesa “Álvares Cabral”, representa o contributo de Portugal, igualmente valioso, para esta causa que é de todos”.
Integrada na missão Iniciativa Mar Aberto 2019, a fragata portuguesa largou de Lisboa a 22 de Janeiro de 2019 e o seu empenhamento na costa ocidental africana será por um período de dois meses e meio. Esta missão visa contribuir para o esforço internacional de capacitação dos países do Golfo da Guiné, com especial ênfase junto dos países de língua oficial portuguesa, em matéria de segurança marítima e no apoio ao combate às actividades ilícitas no mar.
O acordo de Cooperação Trilateral no Domínio da Defesa entre Cabo Verde, Luxemburgo e Portugal foi celebrado na cidade da Praia (Ilha de Santiago), em 6 de Agosto de 2018, pelos Ministros da Defesa dos três países. Este tem como principal objectivo o desenvolvimento de projectos tripartidos que visam a diminuição da instabilidade no domínio da Defesa, da segurança marítima e da formação de Cabo Verde, promovendo a segurança marítima no Atlântico, através da proteção das linhas de comunicação essenciais ao comércio marítimo internacional e o combate às actividades ilícitas praticadas no mar, em particular a pirataria marítima e assaltos à mão armada dentro do mar territorial, o tráfico de drogas e a pesca ilegal, não declarada e não regulamentada.
A entrega teve lugar numa cerimónia que se realizou no porto de Mindelo, presidida pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros e Comunidades e Ministro da Defesa da República de Cabo Verde, Dr. Luís Filipe Tavares, contando com a presença da Embaixadora de Portugal em Cabo Verde e da Encarregada de Negócios do Grão-Ducado do Luxemburgo.
Em declarações públicas na cerimónia, a embaixadora de Portugal na República de Cabo Verde, Dra. Helena Paiva, reconheceu a importância do posicionamento estratégico de Cabo Verde e congratulou-se com entrega deste equipamento oferecido pelo Grão-Ducado do Luxemburgo, representando mais um passo para o sucesso e consolidação do acordo tripartido celebrado entre os três países. Ressalvou ainda o significado desta doação e o que esta representa para Cabo Verde e para as suas Forças Armadas, nomeadamente a sua Guarda Costeira, entidade à qual compete preservar o espaço marítimo nacional.
Afirmou ainda a importância da “…segurança na sua Zona Económica Exclusiva e dos seus valiosos recursos…” e que “…o transporte destes equipamentos a bordo da fragata da Marinha portuguesa “Álvares Cabral”, representa o contributo de Portugal, igualmente valioso, para esta causa que é de todos”.
Integrada na missão Iniciativa Mar Aberto 2019, a fragata portuguesa largou de Lisboa a 22 de Janeiro de 2019 e o seu empenhamento na costa ocidental africana será por um período de dois meses e meio. Esta missão visa contribuir para o esforço internacional de capacitação dos países do Golfo da Guiné, com especial ênfase junto dos países de língua oficial portuguesa, em matéria de segurança marítima e no apoio ao combate às actividades ilícitas no mar.
18 de janeiro de 2019
Fragata “Álvares Cabral” parte para missão MAR ABERTO na costa ocidental africana
(Emgfa)A fragata “Álvares Cabral”, da Marinha portuguesa, larga na próxima terça-feira, dia 22 de Janeiro, da Base Naval de Lisboa em direcção à costa ocidental africana, iniciando uma missão no âmbito da cooperação no domínio da Defesa, diplomacia naval e apoio à política externa do Estado, inserida na iniciativa MAR ABERTO 2019.
Neste dia, antes da sua largada para a missão, a fragata recebe a bordo o Ministro da Defesa Nacional, Professor Doutor João Gomes Cravinho.
Nesta missão, que se prolongará até ao próximo dia 6 de Abril, o navio navegará cerca de 9.000 milhas náuticas, visitando a República de Cabo Verde, a República Democrática de São Tomé e Príncipe, a República do Gabão, a República de Angola, a República dos Camarões e a República da Costa do Marfim.
Durante a permanência nestes países, o navio desenvolverá acções no âmbito dos acordos de cooperação bilateral, em matérias como a vigilância, fiscalização e segurança marítima, bem como outras acções de apoio à política externa do Estado, relevando-se, nesta matéria, o apoio à visita do Presidente da República, que decorrerá durante a estadia em Luanda e a promoção da indústria da base tecnológica de Defesa Nacional junto dos países visitados.
A deslocação do navio à costa ocidental africana vai permitir ainda efectuar o transporte de diverso material em apoio a entidades e organismos sediados nesses países, onde assume particular importância o apoio logístico ao navio patrulha “Zaire”, também da Marinha portuguesa, que se encontra em missão de capacitação da Guarda-Costeira de São Tomé e Príncipe, desde o dia 3 de Janeiro de 2018.
A fragata portuguesa irá ainda, durante este período, participar na iniciativa “OBANGAME EXPRESS”, promovida pelo “United States Naval Forces Europe-Africa”, visando incrementar a cooperação regional e partilha de informação entre os diversos centros de comando e controlo de operações marítimas no Golfo da Guiné e promover o intercâmbio de conhecimento na área do domínio marítimo.
A “Álvares Cabral” é comandada pelo capitão-de-fragata Alexandre dos Santos Fernandes e tem embarcados 156 militares, incluindo o Comandante da Missão Mar Aberto e da Unidade de Tarefa, capitão-de-mar-e-guerra Nuno António de Noronha Bragança, uma equipa de fuzileiros, uma equipa de mergulhadores e uma equipa médica.
Neste dia, antes da sua largada para a missão, a fragata recebe a bordo o Ministro da Defesa Nacional, Professor Doutor João Gomes Cravinho.
Nesta missão, que se prolongará até ao próximo dia 6 de Abril, o navio navegará cerca de 9.000 milhas náuticas, visitando a República de Cabo Verde, a República Democrática de São Tomé e Príncipe, a República do Gabão, a República de Angola, a República dos Camarões e a República da Costa do Marfim.
Durante a permanência nestes países, o navio desenvolverá acções no âmbito dos acordos de cooperação bilateral, em matérias como a vigilância, fiscalização e segurança marítima, bem como outras acções de apoio à política externa do Estado, relevando-se, nesta matéria, o apoio à visita do Presidente da República, que decorrerá durante a estadia em Luanda e a promoção da indústria da base tecnológica de Defesa Nacional junto dos países visitados.
A deslocação do navio à costa ocidental africana vai permitir ainda efectuar o transporte de diverso material em apoio a entidades e organismos sediados nesses países, onde assume particular importância o apoio logístico ao navio patrulha “Zaire”, também da Marinha portuguesa, que se encontra em missão de capacitação da Guarda-Costeira de São Tomé e Príncipe, desde o dia 3 de Janeiro de 2018.
A fragata portuguesa irá ainda, durante este período, participar na iniciativa “OBANGAME EXPRESS”, promovida pelo “United States Naval Forces Europe-Africa”, visando incrementar a cooperação regional e partilha de informação entre os diversos centros de comando e controlo de operações marítimas no Golfo da Guiné e promover o intercâmbio de conhecimento na área do domínio marítimo.
A “Álvares Cabral” é comandada pelo capitão-de-fragata Alexandre dos Santos Fernandes e tem embarcados 156 militares, incluindo o Comandante da Missão Mar Aberto e da Unidade de Tarefa, capitão-de-mar-e-guerra Nuno António de Noronha Bragança, uma equipa de fuzileiros, uma equipa de mergulhadores e uma equipa médica.
23 de outubro de 2018
Fragatas da classe "Vasco da Gama" vão perder capacidade de combate
Os três navios da classe Vasco da Gama perdem a capacidade de combate em teatros de alta intensidade no final desta década.
Essas fragatas "vão ser o parente pobre" dos programas de modernização da Marinha para os próximos anos, assumiu esta segunda-feira uma das fontes ouvidas pelo DN.
Esta informação terá sido um dos temas abordados durante a primeira visita oficial realizada esta segunda-feira à Marinha pelo Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), almirante Silva Ribeiro - que está a par do assunto por ter participado nos trabalhos de revisão da Lei de Programação Militar (LPM).
O porta-voz da Marinha, comandante Pereira da Fonseca, confirmou a informação ao DN, mas sublinhando que os navios vão manter capacidade de combate nas operações mais frequentes e que são de baixa e média intensidade - como a luta contra a pirataria ou de interdição marítima.
Em causa está o não haver dinheiro para tudo, no âmbito da revisão da Lei de Programação Militar (LPM) em curso, obrigando a fazer opções. Contudo, a aquisição de novos patrulhas oceânicos, do navio reabastecedor e de um navio polivalente logístico deverá ser feita a estaleiros portugueses e a própria compra de equipamentos, na máxima extensão possível, à indústria nacional.
As três fragatas da classe Vasco da Gama - ou MEKO 200 - foram construídas no início dos anos 1990 pelos estaleiros alemães de Kiel e uma das suas grandes mais-valias operacionais, a par do salto tecnológico que deu à Marinha, assentou na existência de helicópteros a bordo.
O primeiro dos navios a entrar ao serviço da Marinha - e que deu o nome a essa classe de escoltas oceânicos - foi a Vasco da Gama, em Janeiro de 1991. Quatro meses depois foi adicionada ao efectivo naval a Álvares Cabral e, em Novembro do mesmo ano, chegou a Corte Real.
Com um cumprimento de 115,9 metros e uma boca máxima (largura) de 14,2 metros, esses navios têm capacidade para deslocar 3200 toneladas - e uma das suas primeiras missões foi precisamente num cenário de alta intensidade ao serviço da NATO: o Adriático, em 1995 e no quadro das guerras balcânicas.
Modernização
A capacidade da Marinha para intervir em ambientes de alta intensidade vai assim ficar limitada aos dois navios da classe Bartolomeu Dias, construídos também no início dos anos 1990 mas em estaleiros holandeses.
As duas fragatas foram adquiridas em segunda mão à Holanda, onde eram designadas como Karel Doorman: a Bartolomeu Dias chegou em 2009 e a D.Francisco de Almeida um ano depois, em Janeiro 2010.
A primeira está precisamente a modernizar os seus sistemas de combate (radares, armamento, mísseis) e vai mesmo receber um mastro novo, processo a que vai ser sujeita a D. Francisco de Almeida no próximo ano - alargando a sua vida útil operacional por mais de duas décadas.
Quanto às da classe Vasco da Gama, a sua modernização - já iniciada - vai limitar-se aos sistemas da plataforma, através da qual é feito o controlo da propulsão (motores e turbinas), das avarias, da produção e distribuição de energia, ar condicionado e água ou das bombas de combustível e de lemes, entre outros meios auxiliares de funcionamento dos navios.
Essa actualização também permitirá prolongar a vida útil das Vasco da Gama por cerca de duas décadas para as referidas operações de baixa e média intensidade, adiantaram as fontes.
Note-se que a revisão da LPM inclui também os helicópteros Lynx, com novas motorizações e sonares a par da modernização do cockpit. (DN)
Essas fragatas "vão ser o parente pobre" dos programas de modernização da Marinha para os próximos anos, assumiu esta segunda-feira uma das fontes ouvidas pelo DN.
Esta informação terá sido um dos temas abordados durante a primeira visita oficial realizada esta segunda-feira à Marinha pelo Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), almirante Silva Ribeiro - que está a par do assunto por ter participado nos trabalhos de revisão da Lei de Programação Militar (LPM).
O porta-voz da Marinha, comandante Pereira da Fonseca, confirmou a informação ao DN, mas sublinhando que os navios vão manter capacidade de combate nas operações mais frequentes e que são de baixa e média intensidade - como a luta contra a pirataria ou de interdição marítima.
Em causa está o não haver dinheiro para tudo, no âmbito da revisão da Lei de Programação Militar (LPM) em curso, obrigando a fazer opções. Contudo, a aquisição de novos patrulhas oceânicos, do navio reabastecedor e de um navio polivalente logístico deverá ser feita a estaleiros portugueses e a própria compra de equipamentos, na máxima extensão possível, à indústria nacional.
As três fragatas da classe Vasco da Gama - ou MEKO 200 - foram construídas no início dos anos 1990 pelos estaleiros alemães de Kiel e uma das suas grandes mais-valias operacionais, a par do salto tecnológico que deu à Marinha, assentou na existência de helicópteros a bordo.
O primeiro dos navios a entrar ao serviço da Marinha - e que deu o nome a essa classe de escoltas oceânicos - foi a Vasco da Gama, em Janeiro de 1991. Quatro meses depois foi adicionada ao efectivo naval a Álvares Cabral e, em Novembro do mesmo ano, chegou a Corte Real.
Com um cumprimento de 115,9 metros e uma boca máxima (largura) de 14,2 metros, esses navios têm capacidade para deslocar 3200 toneladas - e uma das suas primeiras missões foi precisamente num cenário de alta intensidade ao serviço da NATO: o Adriático, em 1995 e no quadro das guerras balcânicas.
Modernização
A capacidade da Marinha para intervir em ambientes de alta intensidade vai assim ficar limitada aos dois navios da classe Bartolomeu Dias, construídos também no início dos anos 1990 mas em estaleiros holandeses.
As duas fragatas foram adquiridas em segunda mão à Holanda, onde eram designadas como Karel Doorman: a Bartolomeu Dias chegou em 2009 e a D.Francisco de Almeida um ano depois, em Janeiro 2010.
A primeira está precisamente a modernizar os seus sistemas de combate (radares, armamento, mísseis) e vai mesmo receber um mastro novo, processo a que vai ser sujeita a D. Francisco de Almeida no próximo ano - alargando a sua vida útil operacional por mais de duas décadas.
Quanto às da classe Vasco da Gama, a sua modernização - já iniciada - vai limitar-se aos sistemas da plataforma, através da qual é feito o controlo da propulsão (motores e turbinas), das avarias, da produção e distribuição de energia, ar condicionado e água ou das bombas de combustível e de lemes, entre outros meios auxiliares de funcionamento dos navios.
Essa actualização também permitirá prolongar a vida útil das Vasco da Gama por cerca de duas décadas para as referidas operações de baixa e média intensidade, adiantaram as fontes.
Note-se que a revisão da LPM inclui também os helicópteros Lynx, com novas motorizações e sonares a par da modernização do cockpit. (DN)
24 de julho de 2018
Fragata Álvares Cabral chega a Itália para iniciar missão de controlo de fronteiras da União Europeia
A fragata Álvares Cabral atracou este sábado, dia 21 de Julho, no porto de Catânia em Itália, onde permanecerá vários dias para receber instruções e orientações da Agência Europeia de Fronteiras e Guarda Costeira – FRONTEX, no âmbito da Operação THEMIS, sobre as zonas que requerem maior vigilância tendo em consideração o fluxo migratório
Até ao dia 24 de Setembro o navio irá patrulhar as áreas atribuídas do sul de Itália, entre o norte de África e o sul de Itália, realizando mais de 1000 horas de navegação na vigilância das fronteiras externas da UE, no apoio a operações de busca e salvamento e também na prevenção e detecção de crimes transfronteiriços, tais como o tráfico de migrantes, o narcotráfico, o tráfico de armas, entre outros.
Durante a saída da Base Naval de Lisboa no passado dia 15 de Julho, o navio atracou ainda no porto de Toulon em França, entre os dias 18 e 19 de Julho, por forma a prestar apoio à Força de Fuzileiros Nacional que irá participar na operação “CORYMBE", em cooperação com a Marinha Francesa. (MGP)
Até ao dia 24 de Setembro o navio irá patrulhar as áreas atribuídas do sul de Itália, entre o norte de África e o sul de Itália, realizando mais de 1000 horas de navegação na vigilância das fronteiras externas da UE, no apoio a operações de busca e salvamento e também na prevenção e detecção de crimes transfronteiriços, tais como o tráfico de migrantes, o narcotráfico, o tráfico de armas, entre outros.
Durante a saída da Base Naval de Lisboa no passado dia 15 de Julho, o navio atracou ainda no porto de Toulon em França, entre os dias 18 e 19 de Julho, por forma a prestar apoio à Força de Fuzileiros Nacional que irá participar na operação “CORYMBE", em cooperação com a Marinha Francesa. (MGP)
15 de junho de 2018
Força Naval Portuguesa realiza exigente treino no mar
Os militares embarcados na FNP estão 24 horas por dia em operação, com o objectivo de cumprir com um minucioso esquema de exercícios e treinos que envolvem acções em conjunto, integrando diversos navios e equipas, e acções de forma individual.
A bordo, as guarnições dos navios cumprem um treino interno de combate a incêndios e alagamentos, acções em caso de homem ao mar, exercícios de disparo de fachos de socorro, avarias da instalação propulsora, entre outros. Os cerca de 200 militares de ambas as fragatas da Força (NRP Corte-Real e NRP Álvares Cabral) treinaram ainda o procedimento de Action Messing, uma acção logisticamente complexa, na qual as guarnições devem garantir que tomam uma refeição quente num período máximo de 30 minutos, o tempo limite que lhes é importo para não comprometer a capacidade combatente.
Os navios devem também realizar que simulem um elevado grau de risco. Nos últimos dias foi efectuado um reabastecimento no mar com duas fragatas em simultâneo, designado de reabastecimento duplo, com uma fragata em cada bordo do navio reabastecedor. Numa vertente táctica foram também efectuados treinos de abordagem a navios, nomeadamente exercícios de inserção vertical, por Fast Rope do helicóptero Lynx, das equipas de segurança dos Fuzileiros, em todos os navios da Força.
No âmbito do treino de força foi realizado um exercício de defesa próxima a um navio mercante – escolta em proximidade - no qual se pretendeu treinar as perícias em navegar sob ameaça externa, escoltando um navio de elevado valor (High Value Unit ) utilizando, para tal, o próprio escolta como proteção. Este é um exercício de elevado risco devido à proximidade e velocidade com que se executa, aliado ao curto tempo de reacção exigido.
O NRP Corte-Real efectuou também, num âmbito de treino, um lançamento de chaff – uma contramedida passiva de guerra electrónica, que visa proteger os navios de ataques de misseis. Assim, são lançadas, em altitude, milhares de palhetas metálicas com o objectivo de criar um eco radar maior do que o navio, de forma a que o míssil em aproximação seja engodado para a nuvem do chaff, em vez do navio. O disparo foi efectuado com sucesso e a Força Naval foi protegida.
Neste exercício, o Comandante da Força Naval Portuguesa e o respectivo Estado-Maior testaram, pela primeira vez, a utilização de uma nova consola de apoio à decisão instalada no Centro de Operações do NRP Corte Real, assegurando assim um conhecimento e controlo situacional dos navios da força e auxiliando no processo de tomada de decisão.
A FNP é constituída pela fragata Corte-Real como navio-chefe, pela fragata Álvares Cabral, pelo navio reabastecedor Bérrio e pela corveta António Enes, e é comandada pelo Capitão-de-mar-e-guerra Diogo Arroteia. (MGP)
A bordo, as guarnições dos navios cumprem um treino interno de combate a incêndios e alagamentos, acções em caso de homem ao mar, exercícios de disparo de fachos de socorro, avarias da instalação propulsora, entre outros. Os cerca de 200 militares de ambas as fragatas da Força (NRP Corte-Real e NRP Álvares Cabral) treinaram ainda o procedimento de Action Messing, uma acção logisticamente complexa, na qual as guarnições devem garantir que tomam uma refeição quente num período máximo de 30 minutos, o tempo limite que lhes é importo para não comprometer a capacidade combatente.
Os navios devem também realizar que simulem um elevado grau de risco. Nos últimos dias foi efectuado um reabastecimento no mar com duas fragatas em simultâneo, designado de reabastecimento duplo, com uma fragata em cada bordo do navio reabastecedor. Numa vertente táctica foram também efectuados treinos de abordagem a navios, nomeadamente exercícios de inserção vertical, por Fast Rope do helicóptero Lynx, das equipas de segurança dos Fuzileiros, em todos os navios da Força.
No âmbito do treino de força foi realizado um exercício de defesa próxima a um navio mercante – escolta em proximidade - no qual se pretendeu treinar as perícias em navegar sob ameaça externa, escoltando um navio de elevado valor (High Value Unit ) utilizando, para tal, o próprio escolta como proteção. Este é um exercício de elevado risco devido à proximidade e velocidade com que se executa, aliado ao curto tempo de reacção exigido.
O NRP Corte-Real efectuou também, num âmbito de treino, um lançamento de chaff – uma contramedida passiva de guerra electrónica, que visa proteger os navios de ataques de misseis. Assim, são lançadas, em altitude, milhares de palhetas metálicas com o objectivo de criar um eco radar maior do que o navio, de forma a que o míssil em aproximação seja engodado para a nuvem do chaff, em vez do navio. O disparo foi efectuado com sucesso e a Força Naval foi protegida.
Neste exercício, o Comandante da Força Naval Portuguesa e o respectivo Estado-Maior testaram, pela primeira vez, a utilização de uma nova consola de apoio à decisão instalada no Centro de Operações do NRP Corte Real, assegurando assim um conhecimento e controlo situacional dos navios da força e auxiliando no processo de tomada de decisão.
A FNP é constituída pela fragata Corte-Real como navio-chefe, pela fragata Álvares Cabral, pelo navio reabastecedor Bérrio e pela corveta António Enes, e é comandada pelo Capitão-de-mar-e-guerra Diogo Arroteia. (MGP)
16 de abril de 2018
Militares portugueses combatem aumento da pirataria no Golfo da Guiné
No âmbito do exercício internacional OBANGAME EXPRESS 2018, três navios, uma aeronave e 342 militares portugueses treinaram no Golfo da Guiné, entre os dias 21 e 28 de Março, tendo em vista a promoção da segurança marítima global da região.
Este foi o maior exercício multinacional na costa oeste de África, que se realiza anualmente e que pretende reforçar a interoperabilidade e proficiência dos países do Golfo da Guiné, em parceria com os países euro-atlânticos, por forma a promover acções que contribuam directamente para a segurança marítima na região.
Do total de 342 militares, 311 eram da Marinha e 31 da Força Aérea, apoiados por três navios da Marinha - a fragata “Álvares Cabral”, o reabastecedor “Berrio” e o patrulha “Zaire” - e uma aeronave P-3C de vigilância marítima da Força Aérea.
Portugal participou neste exercício promovido pelo comandante das forças navais norte-americanas para a Europa e África e 6ª Esquadra (United States Naval Forces Europe-Africa/United States 6th Fleet), em cooperação com países africanos (Angola, Benim, Cabo Verde, Camarões, Costa do Marfim, Gabão, Gâmbia, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Libéria, Namíbia, Nigéria, São Tomé e Príncipe, Senegal, Togo, República do Congo, República Democrática do Congo e Serra leoa), bem como com a Alemanha, Bélgica, Brasil, Canada, Dinamarca, Espanha, França, Marrocos, Holanda, Noruega, Espanha, Turquia e EUA.
Este exercício, visou essencialmente reforçar as capacidades de resposta aos riscos e ameaças emergentes no Golfo da Guiné, em concreto mo combate às actividades ilícitas no mar, onde se destaca o combate à pirataria marítima, narcotráfico e delapidação abusiva dos recursos marinhos, bem como a proteção das bases de exploração petrolífera existentes na região.
A fragata da Marinha Portuguesa, NRP Álvares Cabral, participou em 8 exercícios de abordagens a navios suspeitos de actividades ilícitas, tendo proporcionado em especifico treino e formação às equipas de abordagem e vistoria das Marinhas dos países do Senegal, Gâmbia, Guiné-Bissau, República de Cabo Verde, Marrocos.
O patrulha da Marinha “Zaire”, colaborou directamente no treino de abordagem de equipas de fuzileiros santomenses, que estão a ser treinadas pelos fuzileiros portugueses. Sob coordenação do Centro de Operações da Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe, o navio efectuou igualmente uma acção de abordagem e vistoria ao navio dos Camarões, que simulou uma embarcação suspeita de tráfico humano e imigração ilegal onde, no âmbito do exercício, foram detectados cinco imigrantes ilegais, posteriormente entregues às autoridades locais.
Durante o destacamento da aeronave P-3C da Força Aérea portuguesa foram realizadas 6 missões dedicadas ao exercício, das quais 3 foram em ambiente de operação real de emprego do meio. Foram cobertos mais de 1.500.000 Km2 em patrulha, tendo para isso sido percorridos 9.000 Km nas mais de 30 horas voadas.
A fase de mar do OBANGAME EXPRESS 2018 terminou com a realização de um exercício de busca e salvamento marítimo conjunto, para a detecção e salvamento de um náufrago, tendo contado com a participação da fragata portuguesa “Álvares Cabral” e de navios patrulhas da marinha da Gâmbia e do Senegal e de uma aeronave de patrulha marítima deste país. (Emgfa)
Este foi o maior exercício multinacional na costa oeste de África, que se realiza anualmente e que pretende reforçar a interoperabilidade e proficiência dos países do Golfo da Guiné, em parceria com os países euro-atlânticos, por forma a promover acções que contribuam directamente para a segurança marítima na região.
Do total de 342 militares, 311 eram da Marinha e 31 da Força Aérea, apoiados por três navios da Marinha - a fragata “Álvares Cabral”, o reabastecedor “Berrio” e o patrulha “Zaire” - e uma aeronave P-3C de vigilância marítima da Força Aérea.
Portugal participou neste exercício promovido pelo comandante das forças navais norte-americanas para a Europa e África e 6ª Esquadra (United States Naval Forces Europe-Africa/United States 6th Fleet), em cooperação com países africanos (Angola, Benim, Cabo Verde, Camarões, Costa do Marfim, Gabão, Gâmbia, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Libéria, Namíbia, Nigéria, São Tomé e Príncipe, Senegal, Togo, República do Congo, República Democrática do Congo e Serra leoa), bem como com a Alemanha, Bélgica, Brasil, Canada, Dinamarca, Espanha, França, Marrocos, Holanda, Noruega, Espanha, Turquia e EUA.
Este exercício, visou essencialmente reforçar as capacidades de resposta aos riscos e ameaças emergentes no Golfo da Guiné, em concreto mo combate às actividades ilícitas no mar, onde se destaca o combate à pirataria marítima, narcotráfico e delapidação abusiva dos recursos marinhos, bem como a proteção das bases de exploração petrolífera existentes na região.
A fragata da Marinha Portuguesa, NRP Álvares Cabral, participou em 8 exercícios de abordagens a navios suspeitos de actividades ilícitas, tendo proporcionado em especifico treino e formação às equipas de abordagem e vistoria das Marinhas dos países do Senegal, Gâmbia, Guiné-Bissau, República de Cabo Verde, Marrocos.
O patrulha da Marinha “Zaire”, colaborou directamente no treino de abordagem de equipas de fuzileiros santomenses, que estão a ser treinadas pelos fuzileiros portugueses. Sob coordenação do Centro de Operações da Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe, o navio efectuou igualmente uma acção de abordagem e vistoria ao navio dos Camarões, que simulou uma embarcação suspeita de tráfico humano e imigração ilegal onde, no âmbito do exercício, foram detectados cinco imigrantes ilegais, posteriormente entregues às autoridades locais.
Durante o destacamento da aeronave P-3C da Força Aérea portuguesa foram realizadas 6 missões dedicadas ao exercício, das quais 3 foram em ambiente de operação real de emprego do meio. Foram cobertos mais de 1.500.000 Km2 em patrulha, tendo para isso sido percorridos 9.000 Km nas mais de 30 horas voadas.
A fase de mar do OBANGAME EXPRESS 2018 terminou com a realização de um exercício de busca e salvamento marítimo conjunto, para a detecção e salvamento de um náufrago, tendo contado com a participação da fragata portuguesa “Álvares Cabral” e de navios patrulhas da marinha da Gâmbia e do Senegal e de uma aeronave de patrulha marítima deste país. (Emgfa)
Etiquetas:
África,
Combate à Pirataria,
Força Aérea Portuguesa,
Forças Armadas Portuguesas,
Golfo da Guiné,
Marinha Portuguesa,
Missões Internacionais,
NRP Álvares Cabral,
NRP Bérrio,
NRP Zaire,
P-3C CUP
4 de abril de 2018
NRP Álvares Cabral vai treinar com a Marinha Real de Marrocos
A fragata da Marinha portuguesa, NRP Álvares Cabral, realiza ao largo de Casablanca a partir de manhã e até o dia 6 de Abril, um exercício bilateral com a Marinha Real de Marrocos.
O exercício “AL CANTARA 18”, destina-se a incrementar a interoperabilidade e a partilha de conhecimento entre as duas Marinhas em diversas áreas convencionais da guerra naval, com enfoque para a luta anti-submarina e navegação em força naval, junto ao estreito de Gibraltar.
Para além da interacção puramente militar, esta iniciativa, que se repete pelo segundo ano consecutivo, tem permitido fomentar a partilha de informação em ambiente marítimo com vista à detecção antecipada de potenciais riscos e ameaças e a cooperação com as autoridades com competências no mar de ambos os estados costeiros, em especial para o combate ao narcotráfico e contrabando por via marítima, imigração irregular e proteção dos recursos marinhos.
De igual modo, a execução desta iniciativa visa também preparar ambas as Marinhas para uma eventual actuação militar conjunta, em defesa dos interesses comuns de ambos os países em matéria de segurança marítima.
A fragata da Marinha Portuguesa encontra-se em Marrocos desde o dia 31 de Março.(Emgfa)
O exercício “AL CANTARA 18”, destina-se a incrementar a interoperabilidade e a partilha de conhecimento entre as duas Marinhas em diversas áreas convencionais da guerra naval, com enfoque para a luta anti-submarina e navegação em força naval, junto ao estreito de Gibraltar.
Para além da interacção puramente militar, esta iniciativa, que se repete pelo segundo ano consecutivo, tem permitido fomentar a partilha de informação em ambiente marítimo com vista à detecção antecipada de potenciais riscos e ameaças e a cooperação com as autoridades com competências no mar de ambos os estados costeiros, em especial para o combate ao narcotráfico e contrabando por via marítima, imigração irregular e proteção dos recursos marinhos.
De igual modo, a execução desta iniciativa visa também preparar ambas as Marinhas para uma eventual actuação militar conjunta, em defesa dos interesses comuns de ambos os países em matéria de segurança marítima.
A fragata da Marinha Portuguesa encontra-se em Marrocos desde o dia 31 de Março.(Emgfa)
8 de março de 2018
FRAGATA ÁLVARES CABRAL DESENVOLVE ACTIVIDADES DE COOPERAÇÃO NA REPÚBLICA DE CABO VERDE
No âmbito da cooperação foi ministrada formação e treino nas áreas da navegação, combate a incêndios e alagamentos, primeiros socorros e suporte básico de vida, mecânica, electrotecnia, higiene e segurança no trabalho, proteção de um navio num porto, abordagem a navio suspeitos, e acções de desembarque anfíbio.
De igual modo, além das actividades de cooperação desenvolvidas, o navio recebeu a bordo a visita de 64 militares da Guarda Costeira de Cabo-Verdiana, por forma a estreitar os laços de amizade e sã camaradagem entre os militares duas Marinhas.
O navio vai permanecer na República de Cabo Verde até ao próximo dia 16 de Março, continuando a desenvolver várias acções de treino e cooperação com as autoridades de Cabo Verde, de entre as quais se destaca o embarque de militares da sua guarda costeira, por forma a serem realizadas acções de patrulha e fiscalização conjuntas nas águas de jurisdição deste país, e o embarque de militares fuzileiros, de modo a ser conduzido um treino conjunto de desembarque anfíbio com a Força de Fuzileiros nacional embarcada no NRP Álvares Cabral. (MGP)
De igual modo, além das actividades de cooperação desenvolvidas, o navio recebeu a bordo a visita de 64 militares da Guarda Costeira de Cabo-Verdiana, por forma a estreitar os laços de amizade e sã camaradagem entre os militares duas Marinhas.
O navio vai permanecer na República de Cabo Verde até ao próximo dia 16 de Março, continuando a desenvolver várias acções de treino e cooperação com as autoridades de Cabo Verde, de entre as quais se destaca o embarque de militares da sua guarda costeira, por forma a serem realizadas acções de patrulha e fiscalização conjuntas nas águas de jurisdição deste país, e o embarque de militares fuzileiros, de modo a ser conduzido um treino conjunto de desembarque anfíbio com a Força de Fuzileiros nacional embarcada no NRP Álvares Cabral. (MGP)
7 de março de 2018
PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA VISITA FRAGATA ÁLVARES CABRAL EM CABO VERDE
O Presidente da Assembleia da República Portuguesa acompanhado pelo seu homólogo cabo-verdiano e pelos vice-presidentes da Assembleia da República Portuguesa, os deputados José Manuel Pureza e Teresa Caeiro, e pelos presidente e vice-presidente do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal - Cabo Verde, deputados Carlos César e Pedro Pimpão, visitaram o navio por forma a enaltecer e valorizar as actividades de cooperação que têm vindo e serão realizadas pelos dois países futuramente, tanto no campo político, como no campo militar.
O NRP Álvares Cabral e o NRP Bérrio encontram-se a realizar desde o dia 05 até ao dia 16 de Março, uma missão na República de Cabo Verde em apoio à Cooperação Técnico-militar nacional através da partilha de conhecimento, experiências e capacidade com as Forças Armadas cabo-verdianas, e em particular com a sua Guarda Costeira com quem serão realizadas acções de patrulha e fiscalização conjuntas nas águas de jurisdição deste país, à luz dos acordos estabelecidos entre os dois Estados.
O NRP Álvares Cabral e o NRP Bérrio encontram-se a realizar desde o dia 05 até ao dia 16 de Março, uma missão na República de Cabo Verde em apoio à Cooperação Técnico-militar nacional através da partilha de conhecimento, experiências e capacidade com as Forças Armadas cabo-verdianas, e em particular com a sua Guarda Costeira com quem serão realizadas acções de patrulha e fiscalização conjuntas nas águas de jurisdição deste país, à luz dos acordos estabelecidos entre os dois Estados.
Etiquetas:
Assembleia da República,
Cabo Verde,
Cooperação técnico-militar,
Forças Armadas,
Marinha Portuguesa,
NRP Álvares Cabral,
NRP Bérrio,
Visitas Oficiais
4 de março de 2018
NAVIOS DA MARINHA CHEGAM A CABO VERDE
A fragata da Marinha Portuguesa NRP Álvares Cabral e o reabastecedor de esquadra NRP Bérrio irão realizar, entre o dia 05 e o dia 16 de Março, uma missão na República de Cabo Verde em apoio à Cooperação Técnico-Militar nacional através da partilha de conhecimento, experiência e capacidades com as Forças Armadas cabo-Verdianas, e em particular com a sua Guarda Costeira com quem serão realizadas acções de patrulha e fiscalização conjuntas nas águas de jurisdição deste país, à luz dos acordos estabelecidos entre os dois Estados.
Nesse âmbito, a fragata Álvares Cabral irá atracar no porto da Praia, de 05 a 08 de Março, e no porto do Mindelo, de 14 a 16 de Março, enquanto o NRP Bérrio estará atracado no porto de Mindelo, de 06 a 12 de Março. Durante as vistas dos dois navios portugueses à Republica de Cabo Verde, serão realizadas diversas actividades de cooperação com as Forças Armadas e a Guarda Costeira de Cabo Verde, entre as quais se destacam acções de formação, treino conjunto e demonstração de capacidades no âmbito do apoio humanitário em caso de catástrofe.
De igual modo, na vertente da acção social, serão levadas a cabo várias acções de cariz social promovidas pela Marinha Portuguesa e por diversas associações, entre as quais se destacam a Rede Intermunicipal de Cooperação para o Desenvolvimento (RCID), a qual disponibilizou vários bens hospitalares, de construção e cariz social para ao Município da Praia. (MGP)
Nesse âmbito, a fragata Álvares Cabral irá atracar no porto da Praia, de 05 a 08 de Março, e no porto do Mindelo, de 14 a 16 de Março, enquanto o NRP Bérrio estará atracado no porto de Mindelo, de 06 a 12 de Março. Durante as vistas dos dois navios portugueses à Republica de Cabo Verde, serão realizadas diversas actividades de cooperação com as Forças Armadas e a Guarda Costeira de Cabo Verde, entre as quais se destacam acções de formação, treino conjunto e demonstração de capacidades no âmbito do apoio humanitário em caso de catástrofe.
De igual modo, na vertente da acção social, serão levadas a cabo várias acções de cariz social promovidas pela Marinha Portuguesa e por diversas associações, entre as quais se destacam a Rede Intermunicipal de Cooperação para o Desenvolvimento (RCID), a qual disponibilizou vários bens hospitalares, de construção e cariz social para ao Município da Praia. (MGP)
27 de fevereiro de 2018
FRAGATA ÁLVARES CABRAL NA COSTA DO MARFIM
A fragata da Marinha Portuguesa NRP Álvares Cabral atracou esta segunda-feira, dia 26 de Fevereiro, no porto de Abidjan na Costa do Marfim, onde permanecerá até ao dia 01 de Março para desenvolver acções de treino e de cooperação com a Marinha deste país, promovendo a cooperação e interoperabilidade com forças congéneres. (MGP)
Subscrever:
Mensagens (Atom)











