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14 de outubro de 2016

Presidente da República classifica Pupilos do Exército como "uma grande escola de valores"

O Presidente da República expressou orgulho no Instituto dos Pupilos do Exército e considerou que os seus alunos são privilegiados por pertencerem a "uma grande escola de valores, de formação, de serviço nacional".

Marcelo Rebelo de Sousa participou esta quinta-feira na abertura solene do ano lectivo do Instituto dos Pupilos do Exército, em Lisboa, e no final da cerimónia, que incluiu actuações musicais e atribuição de prémios aos estudantes, falou brevemente aos alunos.

"Vós sois privilegiados, porque ser-se de uma instituição como os Pupilos do Exército é pertencer-se a uma grande escola de valores, de formação, de serviço nacional. E aqueles de entre vós que escolherdes duradouramente a carreira militar ficareis a ser parte integrante dessa componente única da identidade nacional", disse-lhes.

Esta foi a segunda mensagem que o chefe de Estado dirigiu aos alunos,num discurso de menos de cinco minutos, dividido em três partes. "Quando se tem a vossa idade os actos pesam muito mais do que as palavras ou, dito de outro modo, as palavras devem ser poucas e claras", defendeu.

A primeira mensagem foi para enaltecer as Forças Armadas: "Portugal é o que é devido ao papel essencial das nossas Forças Armadas há quase nove séculos. E só será o que quisermos que seja se pudermos continuar a contar com as nossas Forças Armadas dedicadas, competentes, leais, servidoras do interesse nacional".

Por fim, Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que "o Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas tem muito orgulho no passado, no presente e no futuro dos Pupilos do Exército".

"E só espera que cada um de vós possa afirmar um dia, no termo de uma vida que está agora a começar: eu servi Portugal, com o meu estudo, com a minha vontade, com a minha humildade, com o meu patriotismo. Se assim for, terá valido a pena ter vivido os anos únicos de educação, de camaradagem, de descoberta do futuro nesta grande casa que sempre foi, é e sempre será o Instituto dos Pupilos do Exército", completou. (DN)

15 de setembro de 2015

Inaugurado o edifício do internato feminino no Colégio Militar

O ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, inaugurou, esta tarde, o internato feminino no Colégio Militar (CM), em Lisboa.

Numa cerimónia onde esteve também presente a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional, Berta Cabral, e o Chefe do Estado-Maior do Exército, Gen Carlos Jerónimo, José Pedro Aguiar-Branco relembrou a oposição inicial ao projecto e às reformas em geral, durante o mandato, acrescentando que o “mais difícil é vencer os preconceitos”.

“Deve existir um projecto educativo com estas características” referiu o ministro da Defesa Nacional, acrescentando que os beneficiários do CM são os “portugueses em geral”, que aqui têm acesso a “uma formação enriquecida”, com valores ligados “à cultura militar”.

Considerando que este é “um momento histórico”, José Pedro Aguiar-Branco adiantou ainda, durante a sua intervenção, que já deu instruções para que a verba para a construção de um pavilhão gimnodesportivo, naquele estabelecimento, “seja disponibilizada”.

O Chefe do Estado-Maior do Exército (CEME), general Carlos Jerónimo, afirmou, por sua vez, que o CM constitui uma “escola de cidadania para a vida”, onde os valores da “camaradagem” fazem parte da formação moral e cívica. O CEME relembrou ainda o apoio por parte dos professores e pais para a concretização deste projecto.

No final da cerimónia, foi feita uma visita às novas instalações do internato feminino, que já acolhe cem alunas entre os quinto e décimo-segundo anos. (Defesa)

9 de setembro de 2015

O lamentável encerramento do Instituto de Odivelas

O Governo em funções, através do seu Ministro da Defesa – seguramente um dos piores ministros desde que o cargo foi criado, em 1950 – decidiu encerrar o Instituto de Odivelas (IO), escola notável, centenária e de excelência.

A admissão de novas alunas foi interrompida este ano lectivo e as alunas existentes, que assim o entendam, irão ser transferidas para o Colégio Militar, onde está a ser ultimada uma camarata, para estabelecer a aberração da existência de um internato feminino e masculino de menores, no mesmo espaço colegial.

Edifício já cognominado pelos actuais alunos com o significativo nome de “maternidade”…

Este encerramento configura um crime cultural, educativo e patrimonial; antipatriótico e de vistas curtas. “Estúpido” será uma maneira pouco loquaz, mas assertiva de classificar o gesto!

Nele serão implicados, no julgamento da História e do bom-senso, os sucessivos políticos – quais bárbaros do “Estado Islâmico” - que provocaram o acto; as chefias militares que tremeram de coragem, na defesa pífia que fizeram das Instituições que tutelavam (o que se passa no IO está intimamente ligado com as duas outras escolas militares de ensino secundário, que estão a ficar completamente descaracterizadas); as diferentes associações de pais e de antigos alunos, por causa da falta de entendimento que revelaram, ao não terem estabelecido uma acção comum e concertada, para fazer frente a esta verdadeira “invasão de Vândalos”.

Complexos de quinta e egoísmos de capela, não são bons conselheiros quando causas mais altas se levantam!

A Comunicação Social eivada de “ismos”, nunca transmitiu uma ideia equilibrada do que se estava a passar, ao passo que a o comum dos cidadãos vive uma ignorância esfarrapada, relativamente a tudo que é importante e se passa à sua volta, aos costumes disse nada.

Quanto ao inquilino de Belém, lá esteve no seu comportamento habitual de “falta de comparência a jogo”.

Uma tristeza.

Apetece também perguntar para que serve a “liberdade de expressão” e de “opinião”. Pois, aparentemente, serve apenas a quem é dono, ou controla os Órgãos de Comunicação Social.

Lamentavelmente também, não se pode ter qualquer tipo de esperança na retroversão da situação por rebate de consciência, tão pouco numa eventual mudança do quadro parlamentar e governamental por via de eleições que se desenhem no horizonte.

Por um lado o senso comum é siderado e obliterado, pela tecnocracia cega, vesga e bruta e, sobretudo, pelo “cheiro a negócio” – resta, aliás, saber o destino das instalações do IO; depois porque quando se trata de resolver algo que tenha a ver com o termo “militar”, todas as forças políticas representadas no hemiciclo dos antigos frades de S. bento – e que pouco mais se representam do que a elas próprias – fazem concorrência para ver quem consegue fazer mais asneiras, mais depressa.

Não se pode confiar neles nem uma migalha.

Lembramos até, o caso de Paulo Portas, quando era ministro da defesa e botou fala na cerimónia comemorativa dos 100 anos do Instituto Militar dos Pupilos do Exército, em 2011.

Disse então S. Excelência e mestre em demagogia: “Eu não me arrependo de, porventura contra ventos e marés, ter tomado a decisão de não deixar encerrar os Pupilos do Exército. O custo de uma decisão tecnocrática e simplista como essa significaria o desaparecimento de uma instituição secular que tem um lugar próprio no ensino das Forças Armadas, e que tem méritos destacados na história do ensino militar em Portugal” e continuava sempre no mesmo estilo: “A nota institucional que eu queria deixar tem a ver com a importância do ensino na Instituição Militar. Eu faço parte daqueles que acreditam que Portugal é um país forjado por soldados e que não teria a sua independência garantida sem as Forças Armadas”; “…dir-vos-ia, por isso, que os Pupilos do Exército… fazem todo o sentido neste século XXI…”

Mas, saído do pelouro, que para mal dos nossos pecados nunca deveria ter ocupado, esqueceu-se rapidamente dos méritos dos estabelecimentos militares de ensino, que tanto elogiou, e sendo vice primeiro - ministro de um governo, que relativamente a fardas só faz disparates, deixou cair o IO como se de um trapo velho se tratasse!

Resta pois recorrermos a Fátima ou esperar pelo D. Sebastião o que convenhamos não nos pode deixar tranquilos, quando o nosso proverbial desleixo e indiferença, não abona a que tais entidades se prestem a compadecer de nós.

Em alternativa e por exclusão de partes, resta preparar um encerramento digno para o IO, que não pareça um funeral rápido e esquivo, e lhe preserve a memória.

Uma memória que não envergonha os futuros portugueses e em que estes se podem rever sem lhes corar a face de vergonha, antes lhe arrima os ânimos e o orgulho pela terra que lhes deu o berço.

O Instituto de Odivelas vai morrer. Pois que morra de pé. Como as árvores.

JOÃO J. BRANDÃO FERREIRAOficial Piloto Aviador

21 de abril de 2015

Lançamento do Livro "DESAFIOS PARA O FUTURO - COLÉGIO MILITAR, INSTITUTO DE ODIVELAS, INSTITUTO DOS PUPILOS DO EXÉRCITO"

Promovido pelo NICCM (Núcleo Impulsionador de Conferências da Cooperativa Militar) realiza-se no dia 23 de Abril pelas 17H00, na Sociedade de Geografia de Lisboa, o lançamento do Livro "DESAFIOS PARA O FUTURO - COLÉGIO MILITAR, INSTITUTO DE ODIVELAS, INSTITUTO DOS PUPILOS DO EXÉRCITO". (Exército)

16 de janeiro de 2015

MINISTRO DA DEFESA NACIONAL VISITA COLÉGIO MILITAR

Em 15 de Janeiro de 2015, S.Exa. o Ministro da Defesa Nacional Drº José Pedro Aguiar- Branco, visitou o Colégio Militar em Lisboa.

O motivo da visita prendeu-se com as obras em curso, nesse estabelecimento militar de ensino, relacionadas com o futuro internato feminino.

Estiveram presentes entre várias entidades civis e militares, S. Exa. a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional e o Chefe do Estado-Maior do Exército.

Do programa salienta-se o Briefing, efectuado pela Direcção de Infraestruturas do Exército e a visita às obras no Colégio Militar. (Exército)

21 de outubro de 2014

ABERTURA SOLENE DO COLÉGIO MILITAR

Realizou-se no dia 17 de Outubro de 2014 a abertura solene do ano lectivo no Colégio Militar.

Do programa da cerimónia destacou-se a apresentação dos novos alunos, as palavras de boas vindas, seguindo-se o Desfile do Batalhão Colegial, culminando com a Sessão Solene, que incluiu a Lição Inaugural, proferida pela Drª Susana Pereira e intitulada “O Português, uma Língua no Mundo e do Mundo”, a entrega de medalhas e prémios aos alunos, terminando com a entrega de diplomas aos alunos finalistas do ano lectivo 2014/2015.

O evento foi presidido por S.Exa o Chefe do Estado-Maior do Exército, General Carlos António Corbal Hernandez Jerónimo.

Estiveram presentes várias altas individualidades civis e militares, bem como familiares e amigos que muito dignificaram este tradicional dia festivo no Colégio Militar. (Exército)

11 de abril de 2014

VI FESTIVAL DOS ESTABELECIMENTOS MILITARES DE ENSINO

No passado dia 04 de Abril de 2014, pelas 21H00, decorreu no Pavilhão EDP do Estádio do Sport Lisboa e Benfica, o VI Festival dos Estabelecimentos Militares de Ensino, coordenado pelo Instituto dos Pupilos do Exército e com a participação daqueles três Estabelecimentos.

O Festival foi presidido pelo Exmo Tenente-General Comandante de Instrução e Doutrina, Tenente-General Frederico Rovisco Duarte e para além dos Estabelecimentos Militares de Ensino e da Orquestra Ligeira do Exército, contou ainda com a presença de várias classes de ginástica do Ginásio Clube Português e do Sport Lisboa e Benfica.

Contando com um programa rico e variado, o VI Festival dos Estabelecimentos Militares de Ensino proporcionou momentos de grande emoção e de boa disposição, sendo o culminar de um trabalho de preparação que exigiu o empenho e a dedicação de todos os que participaram e o tornaram possível.

O VI Festival dos Estabelecimentos Militares de Ensino terminou com os tradicionais “gritos” do Colégio Militar, do Instituto de Odivelas e do Instituto dos Pupilos do Exército, seguidos da entoação do Hino Nacional. (Exército)

3 de abril de 2014

“Formação vocacionada para as empresas distingue o IPE”, diz Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional

Berta Cabral sublinhou, esta quarta-feira, o facto de o Instituto dos Pupilos do Exército (IPE) ministrar “ensino técnico-profissional por vocação, o que lhe garante a sua matriz identitária. A ênfase na formação vocacionada para as empresas distingue o IPE das outras escolas”, considerou a governante, revelando que “está a ser reorientado o investimento, a fim de proporcionar melhores condições para as aulas práticas”.

A Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional manifestou-se agradada com o “trabalho aturado de todos, um trabalho empenhado, profissional e com liderança”, que faz do IPE “uma escola de excelência para formar cidadãos úteis e capazes de ajudarem a reconstruir o nosso país”.

As declarações foram proferidas durante uma visita que começou na 2.ª Secção, na Estrada de Benfica, e terminou na 1.ª Secção, na Travessa de S. Domingos de Benfica. Recebida pelo Chefe do Estado-Maior do Exército, General Carlos Jerónimo, Berta Cabral passou por laboratórios, gimnodesportivo e salas de aula, antes de presidir à cerimónia de leitura do Código de Honra e desfile do Corpo de Alunos.

No brífingue, o director do IPE, Coronel Miranda Soares, apresentou a história, missão, organização, actividades e perspectivas deste Estabelecimento Militar de Ensino, destacando os cursos profissionais, os protocolos com empresas e o intercâmbio com o brasileiro Colégio Militar de Porto Alegre.

O IPE, que também é responsável pelo complemento formativo do 2.º Ano do Curso de Formação de Sargentos do Exército (Serviço de Material e Transmissões), tem 220 alunos, 25 dos quais são do sexo feminino, a quem as portas se abriram há 4 anos. A procura tem crescido significativamente nos últimos anos. (Defesa)

31 de março de 2014

19 de março de 2014

Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional diz que Instituto Universitário Militar dará mais dimensão às academias

“As sinergias e o governo comum no futuro Instituto Universitário Militar permitirão às Escolas de Ensino Superior Militar (EESM) ganharem a dimensão e a escala que precisam para afirmarem como instituições de ensino superior de referência”, defendeu Berta Cabral, esta terça-feira, no final de uma vista à Escola Naval, no Alfeite.

Para esta afirmação, a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional considerou essenciais “os projectos de investigação que estão a decorrer em todas as academias militares, incluindo a Escola Naval. São projectos importantes para as Forças Armadas mas também para indústria. Daí que as parcerias entre as academias a as empresas desta área sejam essenciais para podermos desenvolver capacidade científica e aplicá-la às necessidades da comunidade em geral”, acrescentou a governante, sublinhando “a importância da Escola Naval para o futuro da Marinha e da Autoridade Marítima, tendo em vista a extensão da plataforma continental e multidisciplinaridade e complementaridade que terá de existir entre os Ramos das Forças Armadas”.

Berta Cabral sintetizou na criação do Instituto Universitário Militar e na “capacitação para termos vigilância e segurança numa área muito mais vasta, que decorrerá da extensão da plataforma continental” como sendo “os desafios para o futuro próximo, que a Escola Naval está pronta a enfrentar”.

A Escola Naval, Estabelecimento de Ensino Superior Público Universitário Militar que forma os oficiais da Marinha Portuguesa, assumiu a actual designação em 1845 mas tem a sua génese na Escola de Sagres, onde o Infante D. Henrique criou as condições para os Descobrimentos, tendo sido criado em 1782 como Academia Real de Guardas Marinhas.

Com 194 alunos, dos quais 15 internacionais, nos cursos de mestrado integrado (19 por cento dos quais femininos), 14 nos cursos de licenciatura e 49 nos cursos pós-graduados, a Escola Naval abarca também o Centro de Investigação Naval (CINAV), responsável por 35 projectos de investigação, em parcerias com diversas universidades, empresas e instituições internacionais.

A Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional foi recebida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Macieira Fragoso, e pelo Comandante da Escola Naval, Contra-Almirante Bastos Ribeiro, que fez a apresentação da Escola Naval logo após a visita à ponte alta, onde foi apreciada a vista panorâmica do Campus Universitário, e antes de uma ronda pelas diferentes valências, incluindo museu, biblioteca, camarata, laboratórios e ginásio.

No simulador de navegação, Berta Cabral assistiu a uma demonstração prática das capacidades que são utilizadas para formação. Os cadetes do 4.º Ano fazem, cada um, pelo menos 100 horas de navegação simulada. (Defesa)

17 de março de 2014

VISITA DA SECRETÁRIA DE ESTADO ADJUNTA E DA DEFESA NACIONAL À ACADEMIA MILITAR

No âmbito das visitas de trabalho agendadas aos três Estabelecimentos de Ensino Superior Público Universitário Militar, a Academia Militar (AM) recebeu, no passado dia 14 de Março de 2014, a visita de S. Exª a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional, Drª Berta de Melo Cabral.

A sessão de trabalho, que contou igualmente com a presença de S.Exª o Chefe do Estado-Maior do Exército, foi organizada em dois momentos: o primeiro decorreu pela manhã nas instalações da Sede, em Lisboa, e um segundo, já ao início da tarde, no Aquartelamento da Academia Militar na Amadora, local onde viria a terminar.

Nas instalações da Sede, após a apresentação de cumprimentos realizada na Sala do Conselho Académico, foram conduzidos dois brífingues de trabalho: um primeiro conduzido pelo Exmo. Tenente-General Comandante, com o objectivo de dar a conhecer aspectos relacionados com a natureza, missão e organização da Academia Militar, e um segundo conduzido pelo Coronel Tirocinado Corte-Real Andrade, no âmbito da área específica do Centro de Investigação da Academia Militar, onde foi apresentado o ponto de situação dos diversos projectos de investigação em curso.

S.Exª a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional teve ainda a oportunidade de conhecer o inestimável património histórico e cultural do Palácio da Bemposta, edifício de Comando da AM, bem como tomar contacto com todas as infraestruturas que compõem a Academia Militar, especialmente as desportivas, de internato e de ensino. (Exército)

13 de março de 2014

Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional realça investigação feita na Academia da Força Aérea

“Motivar alunos e professores, sublinhando a importância dos projectos de investigação e aplicação de conhecimentos”, foi o principal objectivo da deslocação da Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional à Academia da Força Aérea (AFA), a primeira de uma série de visitas às Escolas de Ensino Superior Militar, realizada esta quarta-feira.

Berta Cabral considerou “extremamente importante divulgar à comunidade o muito que se faz neste âmbito e que ainda não tem o reconhecimento externo que merece. Sem este trabalho de investigação o nosso país não conseguirá afirmar-se internacionalmente”, acrescentou a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional, recorrendo ao exemplo dos projectos pioneiros da própria AFA com veículos aéreos não tripulados (UAV).

Na Granja do Marquês, em Sintra, a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional foi recebida pelo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General José Pinheiro, que classificou a AFA como “a unidade mais importante da Força Aérea”.

Durante o brífingue que precedeu a visita às instalações, o comandante da AFA, Major-General Joaquim Borrego, fez um retrato da instituição académica que partilha recursos com a Base Aérea n.º 1, singularidade favorável ao desenvolvimento da cultura institucional, essencial para os militares.

Entre os vários projectos de investigação desenvolvidos na AFA, destaca-se o PITVANT (Projeto de Investigação Tecnológica de Veículos Aéreos Não Tripulados), precisamente por ser o mais antigo em curso.

A Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional assistiu a algumas actividades da AFA, incluindo a explicação das potencialidades de uma ferramenta de engenharia organizacional, na zona dos Laboratórios de Ciências de Base. Na passagem pelo Laboratório de Aeronáutica, apreciou vários projectos desenvolvidos no Centro de Investigação da Academia da Força Aérea (CIAFA), nomeadamente as plataformas UAV Alfa, Alfa-Extended e Antex. Aqui estão a ser desenvolvidas capacidades com duplo uso, militar e civil, que serão aproveitadas para finalidades tão diversas como acções de busca e salvamento, protecção ambiental, apoio no combate aos fogos florestais ou monitorização de cabos da rede energética de alta tensão.

Antes de terminar com um breve contacto com os alunos na Sala de Convívio, Berta Cabral ainda assistiu a um voo simulado no Centro de Actividades Aéreas. (Defesa Nacional)

8 de março de 2014

Ministro da Defesa Nacional visitou o Colégio Militar

José Pedro Aguiar-Branco visitou esta manhã, as instalações do Colégio Militar, em Lisboa, no âmbito das comemorações dos 211 anos de existência daquela Instituição.

Acompanhado pelo Chefe do Estado-Maior do Exército, o General Carlos Jerónimo, Aguiar-Branco realizou uma reunião de trabalho com direcção do Colégio onde fez um balanço do processo de reforma em curso.

O Ministro da Defesa Nacional realizou ainda uma visita às instalações, tendo visitado algumas salas de aula, almoçando de seguida com os alunos no refeitório do Colégio.

Em declarações aos jornalistas, no final da visita, José Pedro Aguiar-Branco enalteceu a forma como está a decorrer o processo de reestruturação em curso.

“Ao contrário da ideia mediática que havia” de se querer “acabar com o Colégio Militar”, o que se pretende é ter “mais igualdade entre rapazes e raparigas”, frisou o Ministro.

Aguiar-Branco referiu também a intenção do Governo continuar a investir nos Estabelecimentos Militares de Ensino, rentabilizando os recursos disponíveis e garantindo que o Colégio Militar prosseguirá na formação de excelência dos nossos jovens.

Neste âmbito está prevista a construção de um edifício para o internato feminino, a funcionar a partir do próximo ano lectivo, no valor de 2,5 milhões de euros.

Por sua vez, o director do Colégio Militar, Coronel José António Feliciano, afirmou, durante a sua apresentação, que o Colégio Militar promoverá uma "campanha de comunicação" a nível nacional, para atrair novos alunos, quer ao nível nacional, quer junto dos países lusófonos e apontou a necessidade do reforço do pessoal auxiliar e de vigilantes face ao aumento esperado de alunos no próximo ano lectivo.

Para assinalar o aniversário do Colégio Militar este fim de semana estão previstas uma série de actividades, das quais se destaca o tradicional Desfile na Avenida da Liberdade. (Defesa Nacional)

28 de janeiro de 2014

Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional visitou o Colégio Milita

Berta Cabral realizou, ontem, uma visita de trabalho ao Colégio Militar durante a qual teve oportunidade de contactar com os alunos e alunas daquela instituição.

Durante a visita, na qual percorreu as instalações, Berta Cabral reuniu ainda com o Chefe do Estado-Maior do Exército, com o Comandante de Instrução e Doutrina do Exército e com o Director do Colégio Militar para um balanço dos primeiros meses deste ano lectivo.

Na reunião foram apresentadas algumas conclusões sobre a reforma em curso nomeadamente o aumento significativo de alunos, tendo sido transmitido que o período de transição está a superar as expectativas.

Foram ainda apresentadas algumas novidades adicionais como a existência de um Coordenador Pedagógico e a integração, no leque curricular, do Mandarim e Jiu-jitsu na oferta disponibilizada. (Fonte: Defesa.Pt)

14 de setembro de 2013

Ministro da Defesa enaltece ensino militar em carta enviada aos pais dos alunos

O ministro da Defesa, Aguiar-Branco, enalteceu nesta sexta-feira a “confiança” nos encarregados de educação dos alunos dos estabelecimentos militares de ensino, que classificou como “algumas das melhores escolas do país”.

“A reforma que estamos a concretizar não é só o garante da viabilidade desta oferta de ensino como vai permitir, ainda, que muitos mais jovens — rapazes e raparigas — possam dela beneficiar. É para isso que o Ministério da Defesa Nacional vai continuar a investir milhões de euros nos estabelecimentos militares de ensino, rentabilizando todos os recursos disponíveis”, escreve José Pedro Aguiar-Branco, em carta hoje enviada aos encarregados de educação das referidas escolas e à qual a agência Lusa teve acesso.

Os estabelecimentos militares de ensino, sublinha o governante, “prosseguirão na formação de excelência” dos jovens de Portugal, “o mais rico do que dispomos para assegurar um futuro de que o país se possa orgulhar”.

Aguiar-Branco reconhece que este será um ano lectivo “de transição e, por isso, histórico”. Será um ano, assinala ainda, “que ninguém — pais, professores, auxiliares ou alunos — vai esquecer”.

“Temos um modelo de ensino de excelência. Um modelo que não se esgota nas salas de aula. Valores como o do trabalho, da responsabilidade e da solidariedade são determinantes para a formação integral dos nossos alunos”, escreve também Aguiar-Branco aos encarregados de educação.

Num despacho de Abril, o ministro da Defesa determinou a transformação do Colégio Militar num internato/externato com rapazes e raparigas e a consequente construção de infra-estruturas de internato feminino, absorvendo as alunas do Instituto de Odivelas.

Candidataram-se ao Colégio Militar, para o próximo ano lectivo, 353 alunos e, destes, 84 são raparigas em regime externo, em consequência da integração com o Instituto de Odivelas, outro dos estabelecimentos militares de ensino não superior. (Público)

3 de setembro de 2013

Comunicado do Ministério da Defesa Nacional - Estabelecimentos Militares de Ensino

Estabelecimentos Militares de Ensino

A propósito das notícias publicadas sobre o número de candidaturas e admissões aos três Estabelecimentos Militares de Ensino, para o ano lectivo 2013/2014, o Ministério da Defesa Nacional informa:

1. Durante as três fases de inscrições foram rececionadas 679 candidaturas nos três Estabelecimentos Militares de Ensino, o que representa um acréscimo de 156% de candidaturas, face ao ano letivo 2012/2013, conforme os quadros em anexo;

2. Destas 679 candidaturas foram rececionadas 353 no Colégio Militar, representando um acréscimo de 165%, 130 candidaturas no Instituto de Odivelas, representando um acréscimo de 94% e 196 candidaturas ao Instituto Pupilos do Exército, representando um acréscimo de 202%;

3. Foram matriculados, até 29 de agosto de 2013, 244 novos alunos nos três Estabelecimentos Militares de Ensino o que significou um acréscimo de 61%, face ao ano letivo 2012/2013. Estão ainda dependentes do resultado final das provas de acesso, relativas à terceira fase de admissões, 146 alunos;

4. Destas 244 novas matrículas, 132 referem-se ao Colégio Militar, representando um acréscimo de 124%, 34 ao Instituto de Odivelas , neste caso com um decréscimo de 23% , e 78 ao Instituto Pupilos do Exército, representando um acréscimo de 59%;

5. O processo de admissões estará totalmente concluído até ao final desta semana, sendo expectável que se verifique, ainda, um acréscimo importante de novas matrículas, nomeadamente no Colégio Militar e no Instituto de Odivelas;

6. O aumento significativo das candidaturas e admissões alcançados, até ao momento, enquadram-se nos seguintes objetivos estabelecidos na reforma dos Estabelecimentos Militares de Ensino, desenvolvida pelo Ministério da Defesa Nacional:

a) Potenciar os Estabelecimentos Militares de Ensino como instituições de ensino de excelência, contrariando o decréscimo de alunos verificado na última década;

b) Cumprir o estabelecido no IV Plano Nacional para a Igualdade, Género, Cidadania e Não Discriminação 2011-2013, publicado em Diário da República, e que estabelece, como objetivo, a eliminação de estereótipos de género como uma prioridade da educação e da formação, para que raparigas e rapazes possam ter iguais possibilidades e direitos de escolha ao longo do seu percurso escolar e profissional;

c) Reduzir o défice estrutural dos Estabelecimentos Militares de Ensino que ultrapassa, actualmente, 14 milhões de euros anuais do Orçamento do Estado.

O Gabinete do Ministro da Defesa Nacional Lisboa, 03 de Setembro de 2013