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18 de maio de 2021

Selo presta homenagem aos 30 anos das fragatas da Classe Vasco da Gama

(Marinha)Decorreu esta manhã, a bordo da fragata Álvares Cabral, na Base Naval do Alfeite, a cerimónia de lançamento dos selos alusivos aos 30 anos das fragatas da classe Vasco da Gama, presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, almirante António Mendes Calado. A cerimónia contou com a presença e intervenção do Diretor da Filatelia dos CTT, Dr. Raul Moreira.

A Bandeira Nacional foi içada, pela primeira vez, a bordo das fragatas NRP Vasco da Gama, NRP Álvares Cabral e NRP Corte-Real no ano de 1991. Nestes trinta anos ao serviço de Portugal, os três navios da classe Vasco da Gama participaram em inúmeras missões e operações em todo o mundo, desempenhando diversas tarefas e representando Portugal em defesa dos interesses nacionais em várias partes do globo, designadamente nos oceanos Atlântico e Índico, no mar Mediterrâneo, no mar do Norte, no mar Adriático e no mar Báltico, entre outros.

A entrada das três fragatas da classe Vasco da Gama ao serviço da Marinha representou a atualização e modernização de procedimentos e conceitos operacionais que permitiram atualizar a esquadra e todo o universo que a rodeia, como o apoio logístico, a formação e o Treino. Permitiu ainda à Marinha continuar como uma importante parceira junto das organizações internacionais.

A fragata Vasco da Gama é o primeiro navio da classe e foi em 18 de janeiro de 1991 que a Bandeira Nacional foi içada a bordo, pela primeira vez.

O NRP Álvares Cabral é o segundo navio da classe Vasco da Gama foi aumentado ao efetivo dos navios da Marinha no dia 24 de maio de 1991.

A fragata Corte-Real é o terceiro e ultimo navio desta classe tendo sido aumentada ao efetivo em 22 de novembro de 1991.

Ao longo destes 30 anos, os três navios da Marinha já navegaram mais de 500 mil milhas náuticas cada um, cumprindo as mais diversas missões ao serviço de Portugal, o que perfaz mais de 1.500 mil milhas no total, o equivalente a mais de 70 voltas ao mundo.

9 de abril de 2021

Fragata Corte-Real iniciou preparação para missão da NATO


(Marinha)A fragata Corte-Real iniciou esta semana um período de aprontamento para a sua integração no Standing NATO Maritime Group 1, a força naval de elevada prontidão operacional da Aliança Atlântica e que decorrerá no período compreendido de agosto a dezembro, deste ano.

20 de setembro de 2019

A fragata “Corte-Real” participa no exercício GABIAN 19.3

(Emgfa)A fragata “Corte-Real” da Marinha Portuguesa, esteve no sul de França a participar no exercício naval GABIAN 19.3 e na cerimónia de entrega de comando da EUROMARFOR, que passou agora para a responsabilidade da Marinha Francesa.

O exercício realizou-se entre 16 e 19 de Setembro, e contou com a participação da fragata “Corte-Real” e de outros navios das Marinhas Francesa, Italiana e Espanhola. Durante o exercício, os militares portugueses participaram em séries de defesa aérea, tiro real, operações com helicópteros e reabastecimento no mar.

No dia 19 de Setembro, a bordo do Porta-helicópteros anfíbio francês FS Tonnerre, realizou-se a cerimónia de entrega de comando da EUROMARFOR para a Marinha Francesa, que foi presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada Francesa, Almirante Christophe Prazuck.

A EUROMARFOR é agora comandada pelo Vice-almirante Jean-Philippe Rolland, Commandant de la Force d’Action Navale, que sucede ao Vice-almirante Gouveia e Melo, Comandante Naval da Marinha Portuguesa, no comando desta Força desde Setembro de 2017.

Esta Força Marítima Europeia é uma força naval multinacional, não permanente, criada em 1995 pela Espanha, França, Itália e Portugal, e é activada especificamente para o cumprimento de missões ou operações navais, aéreas e anfíbias, podendo, num curto espaço de tempo, constituir-se como uma força pronta para actuar e ser empregue em missões humanitárias e de salvamento, manutenção e restabelecimento da paz e de combate em gestão de crises.

A bordo da “Corte-Real”, além da respectiva guarnição, encontra-se um helicóptero orgânico, uma equipa de segurança, uma equipa médica e uma equipa de mergulhadores, perfazendo um total de 185 elementos.

12 de setembro de 2019

Fragata "Corte-Real" participa em exercício militar no comando da EUROMARFOR

(emgfa)A fragata “Corte-Real”, da Marinha Portuguesa", participa a partir de hoje, 12 de Setembro, numa nova missão da EUROMARFOR, força naval multinacional não permanente, sob Comando Nacional, desde Setembro de 2017.

Esta missão, que decorrerá entre 12 e 24 de Setembro, no âmbito da cooperação bilateral entre Portugal e França, tem por objectivo a participação do navio português num exercício naval francês e incluirá igualmente os navios "ESPS VICTORIA" de Espanha, "FS CMT BLAISON" de França e o "ITS ZEFFIRO" da marinha italiana e a entrega do comando da EUROMARFOR a França.

Portugal assumiu o comando rotativo da EUROMARFOR, a 19 de Setembro de 2017, por um período de dois anos, tendo sido comandada pelo Vice-almirante Gouveia e Melo, Comandante Naval da Marinha Portuguesa.

Esta Força Marítima Europeia é uma força naval multinacional, não permanente, criada em 1995 pela Espanha, França, Itália e Portugal, e é activada especificamente para o cumprimento de missões ou operações navais, aéreas e anfíbias, podendo, num curto espaço de tempo, constituir-se como uma força pronta para actuar e ser empregue em missões humanitárias e de salvamento, manutenção e restabelecimento da paz e de combate em gestão de crises.

A bordo da “Corte-Real”, além da respectiva guarnição, segue também um helicóptero orgânico, uma equipa de segurança, uma equipa médica e uma equipa de mergulhadores, perfazendo um total de 185 elementos.

11 de julho de 2019

Fragata “Corte-Real” regressa de exercício de cooperação com o Reino de Marrocos

(Emgfa)A fragata “Corte-Real”, da Marinha Portuguesa regressa este sábado, dia 13 de Julho, após participação no exercício “Multi Cooperative 2019”, no âmbito da activação da Força Marítima Europeia (EUROMARFOR), que decorreu ao largo de Marrocos.

A Secretária de Estado da Defesa Nacional, Professora Doutora Ana Santos Pinto, irá receber a fragata portuguesa, embarcando no navio entre o cais do Centro de Controlo de Tráfego Marítimo (VTS) do Porto de Lisboa e a Base Naval de Lisboa, acompanhada pelo Vice-chefe do Estado-Maior da Armada, Vice-almirante Novo Palma, e pelo Comandante Naval, Vice-almirante Gouveia e Melo.

Este exercício, que decorreu nos dias 4 e 5 de Julho, visou a cooperação multilateral da EUROMARFOR com o Reino de Marrocos e envolveu ainda as fragatas “Victoria”, da Marinha Espanhola, e “Tarik Ben Ziyad”, da Marinha Marroquina.

A Força naval realizou um vasto conjunto de exercícios, com o objectivo de consolidar a cooperação e interoperabilidade entre a Marinha Real Marroquina e as Marinhas dos países constituintes da EUROMARFOR, no domínio da Segurança Marítima.

Entre os dias 1 e 3 de Julho, a Força esteve atracada em Casablanca, período durante o qual, juntamente com os dois navios que participaram no exercício, desenvolveu diversas acções de treino, no âmbito das operações de interdição marítima (embargo), operações de busca e salvamento, mergulho, técnicas de protecção de navios contra ameaças assimétricas e ataques terroristas, assistência médica e técnicas de controlo de avarias.

Portugal assumiu a 19 de Setembro de 2017, por um período de dois anos, o comando rotativo da EUROMARFOR, actualmente comandada pelo Vice-almirante Gouveia e Melo, Comandante Naval da Marinha Portuguesa. Esta Força Marítima Europeia é activada especificamente para o cumprimento de missões ou operações navais, aéreas e anfíbias, podendo, num curto espaço de tempo, constituir-se como uma força pronta para actuar e ser empregue em missões humanitárias e de salvamento, manutenção e restabelecimento da paz e de combate em gestão de crises.

19 de junho de 2019

Marinha Portuguesa organiza o maior exercício multinacional dos últimos dois anos

(MGP)Começa hoje, dia 19 de Junho, a fase de mar do exercício naval CONTEX-PHIBEX 19, o maior exercício multinacional organizado pela Marinha Portuguesa, nos últimos dois anos em Portugal. ​

Após dois dias de treinos na Base Naval de Lisboa, navios, fuzileiros e mergulhadores estão prontos para iniciar a fase de mar deste exercício que conta com a participação da Força Aérea Portuguesa e das Marinhas de Espanha, França, Itália e Estados Unidos. O exercício termina no dia 28 de Junho e conta com a participação de cerca de 1700 militares.​​​

O CONTEX-PHIBEX 19 é um exercício naval e anfíbio que tem como objectivo melhorar a proficiência da esquadra da Marinha Portuguesa e dos fuzileiros que, juntamente com as outras forças e unidades aliadas, interagem perante um cenário multidimensional, no âmbito das operações de resposta a crise.

​Durante a participação no exercício, a fragata Corte-Real vai comandar a Força Naval Europeia (EUROMARFOR), composta por navios das Marinhas de França, Itália, Portugal e Espanha. A Marinha Portuguesa irá também empenhar a fragata Álvares Cabral, os navios patrulha oceânicos Setúbal e Figueira da Foz, o submarino Tridente, o navio reabastecedor Bérrio, o navio hidrográfico Almirante Gago Coutinho, o navio patrulha costeiro Tejo, as lanchas Dragão e Escorpião, uma força de fuzileiros e os mergulhadores.

Este exercício, que contempla o disparo de mísseis, operação de veículos autónomos e desembarques anfíbios, contribuirá de forma significativa para a manutenção dos elevados padrões de prontidão e interoperabilidade das unidades participantes, bem como a coesão de todas as forças e comandos envolvidos, nomeadamente da Força Naval Portuguesa e da Força Marítima Europeia. ​

18 de junho de 2019

Fragata “Corte-Real” vai comandar Força Naval no maior exercício organizado por Portugal


(Emgfa)A fragata “Corte-Real”, da Marinha Portuguesa, vai comandar a Força Naval Europeia (EUROMARFOR), composta por navios das Marinhas de França, Itália, Portugal e Espanha, na participação no maior exercício naval organizado pela Marinha Portuguesa em 2019, o CONTEX-PHIBEX.

A cerimónia de activação da EUROMARFOR, presidida pela Secretária de Estado da Defesa Nacional, Professora Doutora Ana Santos Pinto, realizou-se hoje, no Porto de Lisboa, onde, há 24 anos, França, Itália, Portugal e Espanha assumiram o compromisso de cooperação em prol da segurança marítima.

No CONTEX-PHIBEX, a decorrer até 28 de Junho, a força naval europeia irá participar num calendário de eventos desafiante e dinâmico, para melhorar a sua prontidão, competências e capacidades, bem como para manter os níveis de interoperabilidade entre as Marinhas, enfrentando todas as possíveis ameaças à segurança marítima comum.

Esta 42ª activação será liderada pelo Comandante Salvado de Figueiredo, com o seu Estado-Maior internacional embarcado na fragata portuguesa “Corte-Real”.

Depois da participação no CONTEX-PHIBEX, a força partirá para Marrocos, onde irá cooperar e treinar com a Marinha Real Marroquina, no âmbito da segurança marítima comum.

Portugal assumiu a partir de 19 de Setembro de 2017, por um período de dois anos, o comando rotativo da EUROMARFOR, actualmente comandada pelo Vice-almirante Gouveia e Melo, Comandante Naval da Marinha Portuguesa. Esta força naval multinacional é activada especificamente para o cumprimento de missões ou operações navais, aéreas e anfíbias, podendo, num curto espaço de tempo, constituir-se como uma força pronta para actuar e ser empregue em missões humanitárias e de salvamento, manutenção da paz, de combate em gestão de crises e restabelecimento da paz.

12 de abril de 2019

Força naval portuguesa termina treino de resposta a cenários de crises

​​​​(MGP)A Força Naval Portuguesa envolveu cerca de 500 militares, integrando a fragata NRP Corte-Real (navio chefe), o reabastecedor NRP Bérrio e os navios de patrulha oceânica NRP Figueira da Foz e NRP Viana do Castelo, contando também com a participação da fragata RNM Sultan M. Ismail da Marinha Real de Marrocos. A sua actividade foi desenvolvida em águas nacionais, num cenário fictício de projecção para uma região assolada por elevada instabilidade social e política, cumprindo com uma determinação da comunidade internacional, e tendo como principal missão garantir a resposta rápida e eficaz em cenário de crise.

Durante cinco dias foi realizado um diversificado conjunto de exercícios desde as áreas convencionais (guerra de superfície, guerra antissubmarina e guerra anti-aérea), defesa contra ameaça assimétrica, operações de interdição marítima e embargo, exercícios de artilharia e exercícios de reabastecimento.

Com maior especificidade, foi realizado um desembarque anfíbio, projectando do mar para terra, uma força de fuzileiros com o objectivo de controlar um porto considerado essencial para a condução das operações, e, destaca-se ainda a concretização de uma abordagem e inspecção ao navio mercante Daytona, que, tendo colaborado no contexto deste exercício, permitiu uma oportunidade única de treino deste tipo de operação.

Acompanhando o desenvolvimento das ameaças que hoje se colocam nos teatros de operações, foram ainda realizados diversos exercícios de cyber defesa, testando a capacidade de reacção da força a ataques cibernéticos.

O principal objectivo estabelecido para o exercício INSTREX19/ALCANTARA19 foi o treino de operações litorais em grupo-tarefa promovendo as relações bilaterais com a Marinha Real de Marrocos e o United States Marine Corps. Considera-se que o objectivo foi amplamente atingido.

9 de abril de 2019

Marinha treina cenários de instabilidade e insegurança

(MGP)O INSTREX19 é conduzido segundo um cenário de crise regional que requer a intervenção de uma força-tarefa multinacional para a realização de uma operação destinada a contribuir para a segurança, estabilidade e paz da região, ao abrigo de um mandato do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

A Força Naval Portuguesa integra diversos meios da esquadra, nomeadamente, a fragata NRP Corte-Real (Navio-chefe), o reabastecedor NRP Bérrio e os navios de patrulha oceânica NRP Figueira da Foz e NRP Viana do Castelo, contando também com a participação da fragata Marroquina RNM Sultan M. Ismail.

A bordo do navio-chefe estará embarcado o Comandante da Força Naval Portuguesa, Capitão-de-mar-e-guerra João Paulo Silva Pereira, e respectivo Estado-Maior.
Os referidos meios irão operar com uma Força de Fuzileiros Nacional (Força de Desembarque), uma Força de Fuzileiros do U.S. Marine Corps, o Destacamento de Acções Especiais e diversas aeronaves da Força Aérea Portuguesa.

Sendo este o primeiro exercício naval de 2019, o INSTREX19/ALCANTARA19 permitirá desenvolver as competências do Estado-Maior da Força Naval Portuguesa para a condução de operações navais, o treino de operações anfíbias e operações especiais, e, a interoperabilidade com as Marinhas dos Estados Unidos e de Marrocos.

A Força Naval Portuguesa contará aproximadamente com 492 militares no teatro de operações.

28 de fevereiro de 2019

Fragata da Marinha portuguesa inicia missão de escolta a porta-aviões francês

(Emgfa)A fragata “Corte-Real”, da Marinha portuguesa, iniciou ontem, dia 27 de Fevereiro, a navegação em direcção ao mar Mediterrâneo, para integrar a missão de escolta ao porta-aviões francês “Charles de Gaulle”, com duração de 20 dias. O navio da Marinha juntar-se-á ao porta-aviões francês em Toulon, no próximo dia 4 de Março.

A “Corte-Real” terá como missão contribuir para a proteção antissubmarina do porta-aviões durante o período de permanência no mar Mediterrâneo, numa operação que visa contribuir para o esforço de segurança internacional, em especial nas principais artérias por onde passa grande parte do tráfego marítimo mundial, estreitando simultaneamente o relacionamento militar com a Marinha francesa.

De Março a Julho de 2019, França empenhará o porta-aviões “Charles de Gaulle” numa missão operacional, com um grupo aéreo embarcado, estando planeado navegar no mar Mediterrâneo, no Mar Vermelho, no Oceano Índico e na região da Ásia-Pacífico.

Durante este período será constituída uma força naval (“Task Force 473”), comandada pelo contra-almirante Olivier Lebas, da Marinha francesa, de que fará parte o navio da marinha portuguesa, mas que contará também com a participação prevista de outros navios escoltas europeus, da Dinamarca, Itália e do Reino Unido, mas também da Austrália e dos EUA.

Para além da robusta capacidade militar de prevenção e de intervenção, em caso de necessidade e em qualquer ponto do globo, o “Charles de Gaulle” também realizará acções de cooperação bilateral com a maioria dos países parceiros ao longo das áreas geográficas por onde vai passar, durante o período de emprego operacional.

A integração de navios das nações aliadas no contexto do compromisso conjunto para a segurança internacional, em particular de Portugal, tem como objectivo optimizar as capacidades do porta-aviões francês “Charles de Gaulle”, além de reforçar a interoperabilidade entre as marinhas aliadas.

A bordo da fragata “Corte-Real”, comandada pelo Capitão-de-fragata Coelho Gomes, seguem 197 militares, com helicóptero Lynx MK-95 embarcado e o respectivo destacamento de operação, uma equipa de fuzileiros e uma equipa de mergulhadores.

28 de novembro de 2018

Fragata Corte-Real cumpre mais uma missão da NATO

(MGP)A missão atribuída ao NRP Corte-Real decorreu no quadro de um conjunto de medidas de tranquilização designadas por Assurance Measures, destinadas a demonstrar a coesão da NATO e o seu compromisso com a defesa colectiva face a qualquer possível ameaça.

Ao longo dos 3 meses de missão o navio esteve em operações no Mar Báltico e no Mar do Norte e participou num intenso programa de treino que incluiu: Guerra submarina, aérea e de superfície, Tiro de artilharia, manobras de reabastecimento e abordagem. Destaca-se a participação ao largo da Noruega no maior exercício da NATO de todos os tempos - Trident Juncture 18 – que envolveu 50 mil participantes de 31 países, 65 navios e 250 aeronaves, onde foi atribuída ao navio português a função de Force Anti-surface Warfare Commander (FASUWC), comandante de guerra de superfície.

Durante este exercício realça-se ainda a visita do Secretario Geral da NATO, Jens Stoltenberg, e a passagem do Círculo Polar Ártico, momento raro para um navio da nossa Marinha.

Os períodos de permanência nos portos revestiram-se também de grande importância, pela possibilidade de receber a bordo as comunidades portuguesas na diáspora. Foram visitados nove países, tendo o navio português atracado nos portos de Turku, Tallinn, Gdynia, Frederikshavn, Cherbourg, Den Helder, Trondheim, Dundee, Oslo e Karlskrona. De destacar ainda a participação nas cerimónias dos 100 anos do armistício em Dundee e a recepção a bordo do Corpo Diplomático Nacional.

A participação do navio contou com um helicóptero Lynx MK95 e uma equipa de abordagem de Fuzileiros num efectivo total de 200 militares.

24 de outubro de 2018

Marinha portuguesa participa no maior exercício de sempre da NATO

A Fragata “Corte-Real”, da Marinha portuguesa, integrada na força naval permanente da NATO (Standing NATO Maritime Group 1 - SNMG1), iniciou ontem, dia 22 de Outubro, a participação no exercício “Trident Juncture 18”, ao largo da Noruega, que junta cerca de 52 navios, 150 aeronaves e 17.000 militares no terreno, constituindo uma demonstração de poder naval por parte da Aliança Atlântica.

Este exercício da NATO, que decorre até 7 de Novembro, é o maior de todos os tempos, quer em meios quer em quantitativos de pessoal. Tem como objectivo testar a resposta e interoperabilidade da forca naval a um exigente cenário, assim como o treino em todas as áreas da Guerra Naval convencional, contra terrorismo, Cyberataque e na condução de tiro de artilharia contra alvos aéreos, superfície e em terra.

O cenário deste exercício consiste numa situação fictícia de violação da soberania de um dos estados membros da NATO, neste caso a Noruega, com invocação do artigo V. para defesa colectiva. Ao navio português foi atribuída a função de “Force Anti-Surface Warfare Commander” ou Comandante de guerra de superfície.

Está prevista ocorrer nos dias 29 e 30 de Outubro a visita ao teatro de operações do Secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, durante a qual será realizada uma demonstração de capacidades.(Emgfa)

23 de outubro de 2018

Fragatas da classe "Vasco da Gama" vão perder capacidade de combate

Os três navios da classe Vasco da Gama perdem a capacidade de combate em teatros de alta intensidade no final desta década.

Essas fragatas "vão ser o parente pobre" dos programas de modernização da Marinha para os próximos anos, assumiu esta segunda-feira uma das fontes ouvidas pelo DN.

Esta informação terá sido um dos temas abordados durante a primeira visita oficial realizada esta segunda-feira à Marinha pelo Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), almirante Silva Ribeiro - que está a par do assunto por ter participado nos trabalhos de revisão da Lei de Programação Militar (LPM).

O porta-voz da Marinha, comandante Pereira da Fonseca, confirmou a informação ao DN, mas sublinhando que os navios vão manter capacidade de combate nas operações mais frequentes e que são de baixa e média intensidade - como a luta contra a pirataria ou de interdição marítima.

Em causa está o não haver dinheiro para tudo, no âmbito da revisão da Lei de Programação Militar (LPM) em curso, obrigando a fazer opções. Contudo, a aquisição de novos patrulhas oceânicos, do navio reabastecedor e de um navio polivalente logístico deverá ser feita a estaleiros portugueses e a própria compra de equipamentos, na máxima extensão possível, ​​​​à indústria nacional.

As três fragatas da classe Vasco da Gama - ou MEKO 200 - foram construídas no início dos anos 1990 pelos estaleiros alemães de Kiel e uma das suas grandes mais-valias operacionais, a par do salto tecnológico que deu à Marinha, assentou na existência de helicópteros a bordo.

O primeiro dos navios a entrar ao serviço da Marinha - e que deu o nome a essa classe de escoltas oceânicos - foi a Vasco da Gama, em Janeiro de 1991. Quatro meses depois foi adicionada ao efectivo naval a Álvares Cabral e, em Novembro do mesmo ano, chegou a Corte Real.

Com um cumprimento de 115,9 metros e uma boca máxima (largura) de 14,2 metros, esses navios têm capacidade para deslocar 3200 toneladas - e uma das suas primeiras missões foi precisamente num cenário de alta intensidade ao serviço da NATO: o Adriático, em 1995 e no quadro das guerras balcânicas.

Modernização

A capacidade da Marinha para intervir em ambientes de alta intensidade vai assim ficar limitada aos dois navios da classe Bartolomeu Dias, construídos também no início dos anos 1990 mas em estaleiros holandeses.

As duas fragatas foram adquiridas em segunda mão à Holanda, onde eram designadas como Karel Doorman: a Bartolomeu Dias chegou em 2009 e a D.Francisco de Almeida um ano depois, em Janeiro 2010.

A primeira está precisamente a modernizar os seus sistemas de combate (radares, armamento, mísseis) e vai mesmo receber um mastro novo, processo a que vai ser sujeita a D. Francisco de Almeida no próximo ano - alargando a sua vida útil operacional por mais de duas décadas.

Quanto às da classe Vasco da Gama, a sua modernização - já iniciada - vai limitar-se aos sistemas da plataforma, através da qual é feito o controlo da propulsão (motores e turbinas), das avarias, da produção e distribuição de energia, ar condicionado e água ou das bombas de combustível e de lemes, entre outros meios auxiliares de funcionamento dos navios.

Essa actualização também permitirá prolongar a vida útil das Vasco da Gama por cerca de duas décadas para as referidas operações de baixa e média intensidade, adiantaram as fontes.

Note-se que a revisão da LPM inclui também os helicópteros Lynx, com novas motorizações e sonares a par da modernização do cockpit. (DN)

11 de outubro de 2018

Fragata “Corte-Real” integrada em força da NATO treina com navios da Marinha Britânica

Passado um ano após a conclusão do “Operational Sea Training (OST)” em Plymouth, Reino Unido, em 30 de Setembro de 2017, a fragata “Corte-Real”, da Marinha portuguesa, regressa à área de exercícios do “Flag Officer Sea Trainig (FOST)”, da Marinha Britânica, para mais um treino operacional de mar.

O navio português, integrado na Força Naval Permanente da NATO (“Standing NATO Maritime Group 1 [SNMG1]), teve oportunidade de, na passada quinta-feira, dia 4 de Outubro, participar na já conhecida “Weekly War”, ou “Guerra de 5ª feira”, juntamente com os restantes navios da SNMG1.

Esta participação contribuiu para enriquecer o treino proporcionado pelo FOST aos navios sob o seu programa de treino e avaliação, assim como para a manutenção dos elevados padrões de prontidão e resposta dos meios integrados na SNMG1.

O “Task Group” constituído para a realização da “Weekly War” contou com quatro navios em treino, nomeadamente, o HMS Northumberland (Reino Unido), o HMS Montrose (Reino Unido), o HNLMS Johan De Witt (Holanda), o ORP General Kazimierz Pulaski (Polónia) e três navios da SNMG1, o HDMS Esbern Snare (Dinamarca), HNOMS Helge Ingstad (Noruega) e a Fragata “Corte-Real”.

Coube ao HMS Northumberland do Reino Unido exercer a função de Comandante da Força Naval, com uma missão que começou por um trânsito em canal rocegado sob ameaça assimétrica e de minas, passando por um trânsito multiameaça (aérea, superfície e Sub-superficie), garantindo a segurança da unidade essencial para a missão, neste caso o HNLMS Johan De Witt (navio anfíbio). A operação culminou com a realização de uma operação anfíbia simulada.

30 de agosto de 2018

Portugal integra força naval da NATO

A fragata “Corte-real”, com 199 militares da Marinha portuguesa a bordo, larga amanhã de madrugada, dia 31 de Agosto, da Base Naval de Lisboa, para integrar a força naval de reacção imediata da NATO, a SNMG1 - “NRF Standing NATO Maritime Group One”, actualmente sob comando do Comodoro Carsten FJORD-LARSEN, da Marinha Real da Dinamarca. Esta missão tem duração prevista até ao dia 28 de Novembro.

A integração na SNMG1 representa o compromisso de Portugal continuar a fazer parte integrante das forças navais multinacionais de reacção imediata da NATO, em tempo de paz e crise, compostas por fragatas e contra-torpedeiros.

Esta força naval de alta prontidão é uma das quatro forças da Aliança destinadas a contribuir, em permanência, para a defesa colectiva perante qualquer ameaça dirigida a um ou mais membros aliados, apoiando o esforço contínuo de dissuasão e segurança da Aliança atlântica. Realça-se neste âmbito a integração no maior exercício de sempre da NATO, o TRIDENT JUNCTURE 18, a decorrer na Noruega entre Outubro e Novembro, com a participação dos países aliados e os parceiros Finlândia e Suécia, num total de 30 países e 40.000 participantes.

Esta missão, na linha da frente da NATO, será exigente e complexa, culminando após um intenso ano de emprego e treino operacional iniciado com a certificação do navio no “Operational Sea Training (OST)”, no centro de treino da Marinha do Reino Unido, em Setembro de 2017.

O NRP Corte-Real é comandado pelo Capitão-de-fragata Valter Manuel de Bulha Almeida e tem uma guarnição composta por 27 oficiais, 48 sargentos e 124 praças, integrando este quantitativo um destacamento para operar o helicóptero orgânico Lynx Mk-95, uma equipa médica, uma equipa de fuzileiros e uma equipa de mergulhadores. (Emgfa)

7 de julho de 2018

Navio português lidera força naval multinacional “EUROMARFOR”

A Força naval multinacional “EUROMARFOR”, habitualmente composta por navios de Portugal, Espanha, França e Itália, liderada pela fragata “Côrte-Real” da Marinha Portuguesa, está a participar no “Multi-cooperative Exercise 2018”, que consiste num conjunto de exercícios e actividades de demonstração de capacidades que se realizam em acções combinadas com a Marinha da Mauritânia e a Guarda-Costeira de Cabo Verde.

Neste âmbito, está incluída uma visita ao porto da Cidade da Praia entre hoje, dia 6, e o dia 8 de Julho de 2018.

Para hoje está prevista a realização de actividades de treino e formação da Guarda-Costeira e dos Fuzileiros de Cabo-Verde, bem como a formação do Destacamento de Mergulho da Unidade de Operações Especiais (UEO) de Cabo-Verde, pelo Destacamento de Mergulho da fragata “Côrte-Real” da Marinha Portuguesa.

Neste dia será ainda realizado um treino de Limitação e Prevenção de Avarias e Socorrismo para Equipa da Guarnição do navio patrulha “Djéu” de Cabo-Verde, bem como um exercício em que será simulada uma ameaça de engenho explosivo na estrutura do cais junto aos navios da EUROMARFOR e simulada a aproximação de uma embarcação suspeita de ataque terrorista, accionando resposta a ambas as ameaças.

Já no dia 8 de Julho, será realizado um exercício de abordagem e fiscalização não consentida (sem oposição), bem como um exercício SAR (“Search And Rescue”), pelos navios a participar no “Multi-cooperative Exercise 2018”.

O objectivo deste exercício, organizado pelas Marinhas pertencentes à iniciativa EUROMARFOR, em colaboração com a Guarda Costeira de Cabo- Verde, é promover e melhorar a cooperação entre esta Força naval europeia e a Guarda Costeira deste País, através de exercícios seriados no mar e demonstração de capacidades no porto, focado em operações marítimas, tendo em mente treinar procedimentos para os desafios actuais de segurança internacional.

No decorrer da visita integram esta Força naval a fragata “Côrte-Real”, da Marinha Portuguesa, que irá assumir a função de navio-chefe, e os navios “ITS Sirocco”, da Marinha Italiana e “SPS Canarias”, da Marinha Espanhola.

Durante a estadia em Cabo-Verde, no dia 7 de Julho, os navios dos três Países vão receber a bordo crianças de Instituições de Solidariedade, nomeadamente, do Instituto Cabo-verdiano da Criança e do Adolescente (ICCA), de Aldeias Infantis SOS de Cabo-Verde e de Escolas SOS de Cabo- Verde. 
( Emgfa)

4 de julho de 2018

Força naval europeia liderada por Portugal visitou pela primeira vez a Mauritânia

A Força Naval Europeia (EUROMARFOR), constituída pela fragata da Marinha portuguesa “Corte-Real”, como navio-chefe, o reabastecedor francês “Somme”, a fragata italiana “ITS Scirocco” e a fragata espanhola “ESPS Canarias”, realizou nos dias 2 e 3 de Julho acções de cooperação no domínio da Defesa com a Marinha da Mauritânia. Esta foi a primeira vez que uma força naval europeia atracou na Mauritânia, no Porto de Nouakchott.

Durante esta estadia em Nouakchott, o navio da Marinha portuguesa e os restantes navios que constituem esta força naval, desenvolveram diversas acções de instrução e treino, no âmbito das operações de interdição marítima (embargo), técnicas de proteção de navios contra ameaças assimétricas e ataques terroristas, assistência médica e técnicas de limitação de avarias, como por exemplo combate a incêndios e alagamentos em navios.

Foram também realizadas acções de treino conjunto entre as equipas de abordagem dos fuzileiros e mergulhadores das respectivas equipas das marinhas presentes na força e a Marinha da Mauritânia.

Depois da interacção com a Marinha da Mauritânia, a EUROMARFOR larga hoje de Nouakchott e navega em direcção a Cabo Verde, para dar continuidade ao “Multi-cooperative Exercise 2018”, que consiste num conjunto de exercícios que incluirão operações de interdição marítima (embargo), técnicas de abordagem a navios e de proteção contra ameaças assimétricas e ataques terroristas, busca e salvamento, assistência médica e técnicas de limitação de avarias.

Portugal comanda a força naval europeia EUROMARFOR até Setembro de 2019, sendo o vice-almirante Henrique Gouveia e Melo, comandante naval da Marinha portuguesa, o actual comandante desta força naval multinacional composta por Portugal, Espanha, França e Itália.

A Força Naval Europeia visitará a cidade da Praia, Cabo-Verde, entre os dias 6 e 8 de Julho de 2018. (Emgfa)

15 de junho de 2018

Força Naval Portuguesa realiza exigente treino no mar

Os militares embarcados na FNP estão 24 horas por dia em operação, com o objectivo de cumprir com um minucioso esquema de exercícios e treinos que envolvem acções em conjunto, integrando diversos navios e equipas, e acções de forma individual.

A bordo, as guarnições dos navios cumprem um treino interno de combate a incêndios e alagamentos, acções em caso de homem ao mar, exercícios de disparo de fachos de socorro, avarias da instalação propulsora, entre outros. Os cerca de 200 militares de ambas as fragatas da Força (NRP Corte-Real e NRP Álvares Cabral) treinaram ainda o procedimento de Action Messing, uma acção logisticamente complexa, na qual as guarnições devem garantir que tomam uma refeição quente num período máximo de 30 minutos, o tempo limite que lhes é importo para não comprometer a capacidade combatente.

Os navios devem também realizar que simulem um elevado grau de risco. Nos últimos dias foi efectuado um reabastecimento no mar com duas fragatas em simultâneo, designado de reabastecimento duplo, com uma fragata em cada bordo do navio reabastecedor. Numa vertente táctica foram também efectuados treinos de abordagem a navios, nomeadamente exercícios de inserção vertical, por Fast Rope do helicóptero Lynx, das equipas de segurança dos Fuzileiros, em todos os navios da Força.

No âmbito do treino de força foi realizado um exercício de defesa próxima a um navio mercante – escolta em proximidade - no qual se pretendeu treinar as perícias em navegar sob ameaça externa, escoltando um navio de elevado valor (High Value Unit ) utilizando, para tal, o próprio escolta como proteção. Este é um exercício de elevado risco devido à proximidade e velocidade com que se executa, aliado ao curto tempo de reacção exigido.

​O NRP Corte-Real efectuou também, num âmbito de treino, um lançamento de chaff – uma contramedida passiva de guerra electrónica, que visa proteger os navios de ataques de misseis. Assim, são lançadas, em altitude, milhares de palhetas metálicas com o objectivo de criar um eco radar maior do que o navio, de forma a que o míssil em aproximação seja engodado para a nuvem do chaff, em vez do navio. O disparo foi efectuado com sucesso e a Força Naval foi protegida.

Neste exercício, o Comandante da Força Naval Portuguesa e o respectivo Estado-Maior testaram, pela primeira vez, a utilização de uma nova consola de apoio à decisão instalada no Centro de Operações do NRP Corte Real, assegurando assim um conhecimento e controlo situacional dos navios da força e auxiliando no processo de tomada de decisão.

A FNP é constituída pela fragata Corte-Real como navio-chefe, pela fragata Álvares Cabral, pelo navio reabastecedor Bérrio e pela corveta António Enes, e é comandada pelo Capitão-de-mar-e-guerra Diogo Arroteia.​ (MGP)

13 de março de 2018

MARINHA REALIZA FASE DE MAR DO EXERCÍCIO INSTREX 2018

Teve início, esta segunda-feira dia 12 de Março, a fase de mar do exercício naval INSTREX. O INSTREX é um exercício anual, que este ano decorre entre os dias 12 e 15 de Março, e tem como principal objectivo proporcionar treino próprio à esquadra e à Força Naval Portuguesa (FNP) para assegurar a prontidão, eficiência e eficácia da Marinha na condução de operações navais em resposta a cenários de crise.

​Neste primeiro dia, foram realizados vários treinos que envolveram um exercício de defesa em força contra ameaça assimétrica no qual duas lanchas rápidas simularam ser forças opositoras. Estes exercícios têm como objectivo incrementar os padrões de prontidão operacional, num cenário de entrada num porto de um país com grau de ameaça elevado e possibilidade de actos hostis por facções opositoras à presença de uma força naval.

Ao largo de Sesimbra foi realizado um treino de Busca e Salvamento (SAR) a um suposto náufrago que teria sido detectado por uma aeronave. Neste seguimento foi empenhado um meio naval para realização das buscas, com base em técnicas de estima da deriva oceanográfica, e após detecção foram realizados procedimentos de recolha do náufrago.

A bordo da fragata D. Francisco de Almeida e da fragata Corte-Real foram efectuadas operações de voo com os helicópteros Lynx, possibilitando o treino e a certificação das guarnições em operações de voo e das equipas das aeronaves.

Durante a noite o submarino Arpão juntou-se à força para iniciar um conjunto de exercícios no âmbito da guerra anti-submarina que contou também com a presença de uma aeronave da Força Aérea Portuguesa. (MGP)

26 de janeiro de 2018

MARINHA PORTUGUESA TREINA COM AS MARINHAS NORTE-AMERICANA E ESPANHOLA

A fragata da Marinha “Corte-Real” realizou esta semana, entre os dias 21 e 24 de Janeiro, um exercício de oportunidade (PASSEX) com a Marinha norte-americana, representada pela fragata USS Ross e pelo submarino nuclear USS Virgínia, e com a Marinha espanhola, cujos navios participantes foram as fragatas ESPS Almirante Juan de Borbon, ESPS Numância e ESPS Blas de Lezo.

​O treino incidiu na luta anti-submarina, em linha com o esforço das Marinhas da NATO no investimento nesta área das operações navais, e também na realização de exercícios de interoperabilidade de comunicações.

Este exercício teve como objectivo a preparação do NRP Corte-Real para ser o navio-chefe da Força Marítima Europeia (EUROMARFOR), que Portugal comanda actualmente, e para ser atribuído ao grupo de tarefa da NATO Response Force (NRF) no segundo semestre de 2018.

Na missão participaram 167 militares portugueses, incluindo uma equipa de Fuzileiros. (MGP)