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Com orgulho estampado no rosto, os homens passeavam as suas boinas, colorindo a multidão com vermelho (Comandos), verde (Paraquedistas), azul-escuro (Fuzileiros), amarelo (Grupos Especiais) e castanho (Exército). Eram milhares e juntaram-se para as comemorações do Dia do Combatente, como hábito no dia 10 de junho, Dia de Portugal, que foi também o seu dia.
Junto ao monumento de homenagem aos combatentes, mesmo ao lado da Torre de Belém, em Lisboa, decorreu uma manhã de memória, pelos que perderam a vida em combate e de encontro com os antigos camaradas que serviram no Ultramar. Os combatentes vagueavam pelo jardim procurando antigos companheiros de armas. Alguns, mais lestos, levaram tabuletas anunciando a companhia a que pertenciam e onde lutaram, outros preferiam estampar na roupa a mesma informação.
O importante era encontrar os camaradas, trocar cumprimentos e histórias. Reviver um tempo difícil, mas também de muita amizade, que nem o tempo conseguiu apagar.
Ainda antes do início das cerimónias, o Presidente da República, Cavaco Silva, passou pelo memorial para depositar a sua coroa de flores, partindo dali para as comemorações do Dia de Portugal.
Ficaram os combatentes e o sentido do dever cumprido pela pátria, com grandes louvores a Portugal, Camões e aos «heróis das guerras em África».
«É a celebração de Portugal e uma homenagem aos portugueses que serviram a sua pátria, que se mantém, seja qual for o governo, regime ou guerra», lembrou o tenente-general Vizela Cardoso. «Queremos que saibam que o vosso sacrifício não foi inútil nem inglório. Temos o dever de não esquecer os combatentes», acrescentou.
A cerimónia teve o seu momento mais emotivo após a missa campal. Cantou-se o hino, cumpriu--se um minuto de silêncio e as diversas associações militares depuseram coroas de flores no memorial. Os antigos tropas marcharam frente às inscrições com os nomes dos camaradas que perderam a vida em combate: primeiro os Comandos, depois os Fuzileiros. Seguiram-se os Paraquedistas e Operações Especiais.
A celebração dos antigos militares terminou com um momento mais privado, para as famílias e os amigos homenagearem os seus que ficaram em África. (A Bola)
Junto ao monumento de homenagem aos combatentes, mesmo ao lado da Torre de Belém, em Lisboa, decorreu uma manhã de memória, pelos que perderam a vida em combate e de encontro com os antigos camaradas que serviram no Ultramar. Os combatentes vagueavam pelo jardim procurando antigos companheiros de armas. Alguns, mais lestos, levaram tabuletas anunciando a companhia a que pertenciam e onde lutaram, outros preferiam estampar na roupa a mesma informação.
O importante era encontrar os camaradas, trocar cumprimentos e histórias. Reviver um tempo difícil, mas também de muita amizade, que nem o tempo conseguiu apagar.
Ainda antes do início das cerimónias, o Presidente da República, Cavaco Silva, passou pelo memorial para depositar a sua coroa de flores, partindo dali para as comemorações do Dia de Portugal.
Ficaram os combatentes e o sentido do dever cumprido pela pátria, com grandes louvores a Portugal, Camões e aos «heróis das guerras em África».
«É a celebração de Portugal e uma homenagem aos portugueses que serviram a sua pátria, que se mantém, seja qual for o governo, regime ou guerra», lembrou o tenente-general Vizela Cardoso. «Queremos que saibam que o vosso sacrifício não foi inútil nem inglório. Temos o dever de não esquecer os combatentes», acrescentou.
A cerimónia teve o seu momento mais emotivo após a missa campal. Cantou-se o hino, cumpriu--se um minuto de silêncio e as diversas associações militares depuseram coroas de flores no memorial. Os antigos tropas marcharam frente às inscrições com os nomes dos camaradas que perderam a vida em combate: primeiro os Comandos, depois os Fuzileiros. Seguiram-se os Paraquedistas e Operações Especiais.
A celebração dos antigos militares terminou com um momento mais privado, para as famílias e os amigos homenagearem os seus que ficaram em África. (A Bola)
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